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Ambev anuncia R$ 385 milhões para ampliar produção de cervejas puro malte no Paraná

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Ambev anuncia R$ 385 milhões para ampliar produção de cervejas puro malte no Paraná
Investimento foi anunciado em solenidade com governador Carlos Massa Ratinho Junior. São R$ 370 milhões em Ponta Grossa, na unidade mais moderna da empresa no País. Há investimento de R$ 15 milhões na fábrica de refrigerantes em Almirante Tamandaré.


A Ambev investirá R$ 370 milhões em sua cervejaria de Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais, para ampliar a capacidade de produção de cervejas puro malte e uma nova linha de envase para abastecer o Sul e Sudeste do País, e R$ 15 milhões na fábrica de refrigerantes instalada em Almirante Tamandaré, que serão utilizados para ampliação da unidade, totalizando um investimento de R$ 385 milhões no Estado.

O anúncio foi feito pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior e pelo vice-presidente de Relações Corporativas da Ambev na América do Sul, Ricardo Gonçalves Melo, no Palácio Iguaçu, nesta quarta-feira (20).
“É uma grande conquista para o Paraná e que chega em momento simbólico, de retomada da economia e do início da imunização em todo o País. A Ambev aposta há muitos anos no Estado, na capacidade de trabalho do paranaense. Recebemos com entusiasmo esse novo investimento, que aposta em um segmento específico do mercado cervejeiro”, afirmou Ratinho Junior. “Novos anúncios como esse induzem ciclos virtuosos de emprego, inovação e tecnologia. É o que estamos atraindo no Paraná”.

A unidade de Ponta Grossa é a mais moderna da Ambev no País, com tecnologias da indústria 4.0. A planta produz cervejas como Brahma Duplo Malte, Serramalte, Original e Budweiser, dentre outras. O aumento da capacidade de produção atende a crescente demanda dos consumidores brasileiros por cervejas puro malte e premium.
“O Estado do Paraná é de extrema importância para a Ambev. A nossa unidade de Ponta Grossa é responsável por abastecer mercados importantes e estratégicos do Sul e Sudeste e esse investimento vem para reforçar o nosso compromisso com o Estado, ampliando nossa capacidade de produção e nos preparando para o futuro”, afirmou Ricardo Gonçalves Melo, VP de Relações Corporativas da Ambev na América do Sul.
Na última década, a Ambev investiu mais de R$ 1,2 bilhão na unidade de Ponta Grossa. No Estado do Paraná a Ambev possui uma cervejaria, uma fábrica de refrigerantes, seis centros de distribuição direta e gera mais de 17 mil empregos diretos, indiretos e induzidos.

MERCADO – O investimento da Ambev no Paraná acompanha um crescimento na produção de bebidas no Estado em 2020, mesmo diante da pandemia provocada pelo novo coronavírus. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), esse setor cresceu 5,2% entre janeiro e dezembro na comparação com o mesmo período de 2019. Apesar de acumular perdas no ano passado, a indústria paranaense acumula sete meses seguidos de alta depois de abril.


PRESENÇAS – Participaram do anúncio do investimento da Ambev nesta quarta-feira o vice-governador Darci Piana; o secretário de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex; o diretor-presidente da Invest Paraná, Eduardo Bekin; o deputado estadual Hussein Bakri; e, pela Ambev, Rodrigo Moccia (Diretor de Relações Institucionais), Tiago Pereira (Gerente Tributário) e Filipe Barolo (Gerente de Relações Institucionais).

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Governador faz reuniões de emergência com prefeitos do Paraná

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Governador faz reuniões de emergência com prefeitos do Paraná

O governador Carlos Massa Ratinho Junior convocou na noite desta quinta-feira (25) duas reuniões virtuais de emergência para discutir o cenário da pandemia da Covid-19 e novas medidas restritivas a serem apresentadas para a sociedade nesta sexta-feira (26). Uma foi com os prefeitos dos cinco maiores municípios do Paraná e a outra com todos os presidentes das associações municipais, que congregam as 399 cidades do Estado.
“É o pior momento da pandemia neste um ano de enfrentamento da doença. A ideia é apresentar para a sociedade um pacote de medidas mais duro nesta sexta-feira para conter o contágio e evitar o colapso na rede de atendimento. Queremos construir um esforço conjunto para frear a curva crescente no Paraná”, afirmou Ratinho Junior. “Não é fácil, é uma decisão dura, mas é do nosso ofício tomar decisões difíceis”.

O governador também destacou que as curvas de infectados e de hospitalizações cresceram muito nos últimos dias, aquém da trajetória da pandemia em 2020. Ele disse que as medidas ajudarão a controlar a contaminação e servirão para ajudar a população, e lembrou que o Estado pode estar sendo impactado pela circulação de novas cepas.
“Serão dias turbulentos, mas as medidas servirão para salvar vidas. Não podemos ter um colapso na saúde. Vamos vencer mais esse momento”, afirmou Ratinho Junior. “Além disso, há muitos jovens sendo internados, o que antes não ocorria, e houve um aumento de 900% na fila de pessoas precisando de leitos hospitalares. É um cenário gravíssimo”.
As medidas ainda não foram detalhadas porque foram alvo de discussão com os prefeitos. O objetivo dos dois encontros foi justamente procurar uma uniformidade de decisões com os executivos municipais e discutir necessidades regionais que precisam constar no decreto estadual. As restrições serão apresentadas definitivamente nesta sexta-feira.
“Precisamos do apoio de todos os prefeitos. A vacina causou uma falsa ilusão de proteção. Ela não chegou na quantidade suficiente, mas trouxe esperança, o que fez com que as aglomerações voltassem e as pessoas relaxassem nas medidas básicas de proteção”, disse o secretário estadual da Saúde, Beto Preto. “Serão dias de esforço pela frente para que possamos atender as pessoas dentro do nosso quadro de leitos hospitalares”.
CENÁRIO – Nos dois encontros, o diretor de Gestão em Saúde da Secretaria de Estado da Saúde, Vinícius Filipak, apresentou um panorama da pandemia. Segundo ele, o Paraná se encontra no pior momento desde o começo do enfrentamento, com viés de piora em todos os indicadores (ocupação de leitos, espera na fila para internação, novos casos e óbitos) se nada for feito para interromper a circulação.
Ele destacou que o Paraná alcançou a marca de 11,3 mil mortos e quase 630 mil infectados, e que a rede de atendimento da Covid-19 nos hospitais conta com 1.271 leitos de UTI para adultos e 1.790 leitos de enfermaria, com ocupação acima de 94% no atendimento que requer intubação. Esse índice está acima da previsão pessimista de evolução.
“Mesmo com o tamanho dessa rede, e o incremento dos leitos do sistema privado, nunca tivemos uma ocupação tão elevada, é o maior número da nossa série histórica. São mais de 3 mil pacientes internados, confirmados ou suspeitos, nesse momento. Nunca o Paraná teve esse número simultâneo”, afirmou.
Filipak também ressaltou que 92% dos pedidos de internação foram atendidos em até 24 horas no Paraná desde o começo da pandemia. Nas últimas semanas, no entanto, quase 20% aguardaram mais de um dia uma vaga na Central de Leitos, o que demonstra aumento da ocupação e do tempo de internamento.
“Se hoje temos esse número de contaminados, imagina nas próximas semanas. É hora de fazer alguma coisa porque isso terá impacto direto nas internações da semana que vem e da outra. As medidas serão destinadas a reduzir o risco real de contaminação, sob pena de falência integral do sistema de atendimento”, destacou.
Ele também pediu aos prefeitos que ampliem a testagem na população nos próximos dias e destacou que houve uma diminuição muito brusca na estratégia de mapeamento. “Atualmente a média é de 40% de positivos nos testes do Paraná. Isso é inadmissível porque mostra que estamos testando apenas pacientes sintomáticos e perdendo oportunidade de detectar os demais, que estão circulando. Uma testagem ampla deveria significar 8% a 10% de positivos”, arrematou.

REUNIÕES – Participaram da primeira reunião os prefeitos Curitiba (Rafael Greca), Ponta Grossa (Elizabeth Schmidt), Maringá (Ulisses Maia), Londrina (Marcelo Belinati) e representantes da prefeitura Cascavel. Da segunda, participaram os presidentes das 19 associações que congregam os 399 municípios, além da Associação dos Municípios do Paraná (AMP).
Pelo Governo do Estado, participaram o chefe da Casa Civil, Guto Silva; o secretário de Comunicação e Cultura, João Debiasi; a diretora de Vigilância Epidemiológica, Acácia Nasr; e a diretora de Atenção e Vigilância em Saúde, Maria Goretti David Lopes.
O vice-governador Darci Piana também conversou nesta quinta-feira com os líderes das entidades empresariais representadas no G7 e líderes religiosos.

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