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Brasileira de 2,13 metros de altura conta como é sua vida com gigantismo

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Brasileira de 2,13 metros de altura conta como é sua vida com gigantismo

Ao jornal britânico Daily Star, Elisane contou como descobriu sua condição e expõe detalhes de sua vida
Desde os 10 anos, a brasileira Elisane Silva começou a perceber que era muito mais alta que seus colegas e até mesmo sua família. Naquela fase, ela já estava com 1,52m, mas continuou crescendo e agora, aos 26 anos de idade, mede 2,13m.

Sua mãe Ana Maria Ramos tem apenas 1,70m e seu pai Luiz Jorge tem 1,67m, então eles não achavam que era por causa dos genes. Logo, descobriu-se que era devido a um tumor benigno em sua glândula pituitária, que causava gigantismo e superprodução do hormônio do crescimento.


Crescer não foi fácil para Elisane, pois ela era frequentemente intimidada por pessoas que a xingavam como “girafa” e “poste de luz”. Em entrevista ao jornal britânico Daily Star, ela contou que desistiu da escola porque se sentia mal com os comentários e palavras que as pessoas diziam constantemente.

 

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“Decidi desistir e foi a decisão mais difícil que já tive de tomar, pois queria continuar a estudar. Na época, eu tinha 17 anos, então meus pais não tinham muito a dizer sobre o assunto e eu estava realmente perdida sobre o que fazer na vida.”

Em 2015, a modelo se casou com Francinaldo da Silva Carvalho, 31, e que mede 1,64cm. Ela conheceu seu marido em 2011 e o casal rapidamente se apaixonou, apesar da diferença de altura.
“Senti uma conexão instantânea no momento em que o conheci, que nem percebi sua altura. Embora ele estivesse curioso sobre minha altura e condição, ele não fez comentários maldosos, nem me julgou. Eu me apaixonei por ele naquele momento, já que ele foi a primeira pessoa a me tratar como um ser humano e não como uma aberração da natureza.”


Além disso, ela conta que costumavam ser alvo de comentários na rua, mas se acostumaram. Embora ela tenha passado muitos anos sentindo-se constrangida com sua altura, ela diz que sua família a ajudou a aprender a amar quem ela é.
“Aprendi a me amar por minha altura única, já que não há ninguém como eu e acho isso muito especial. Encontrei um homem bom para amar, tenho um filho maravilhoso, uma família linda e sou grata a Deus.”
Do RIC Mais

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Nova remessa de 649 mil vacinas contra a Covid-19 chega a partir desta terça ao Paraná

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Nova remessa de 649 mil vacinas contra a Covid-19 chega a partir desta terça ao Paraná

As doses foram divididas pelo Ministério da Saúde em quatro lotes diferentes. O primeiro, com 170.000 imunizantes da CoronaVac, chega no Aeroporto Afonso Pena às 12h35 desta terça-feira (27).
O Paraná começa a receber nesta terça-feira (27) uma nova remessa de vacinas contra a Covid-19. As 649.420 doses foram divididas pelo Ministério da Saúde em quatro remessas diferentes. A primeira, com 170.000 imunizantes da CoronaVac (Instituto Butantan/Sinovac), chega no Aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, às 12h35 (voo AD 4830).

Logo em seguida, às 12h50 (voo LA 3762), ocorre o desembarque de outras 63 mil doses da Covishield, da AstraZeneca – parte integrante do lote encaminhado ao País pelo consórcio Covax Facility. O conjunto será complementado às 20h05, com mais 298.250 imunizantes, também da AstraZeneca, essas enviadas diretamente pelo governo federal (voo AD 4078).

Por fim, as 118.170 vacinas da Comirnaty, produzida pela Pfizer/BioNTech, tem previsão de chegada para as 19h10 de quarta-feira (28), no voo LA 4721.

De acordo com a orientação do Ministério da Saúde, o lote inclui cerca de 130 mil doses para a primeira aplicação, o que deve garantir o avanço da campanha de imunização por idade no Estado. As demais são destinadas a grupos prioritários imunizados no primeiro semestre, com a conclusão do ciclo vacinal.

Assim que chegarem ao Estado, os imunizantes serão recebidos e separados pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), no Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), em Curitiba, para serem distribuídos rapidamente para as 22 Regionais que formam o sistema público de saúde do Paraná.

O objetivo da Sesa é aplicar pelo menos a primeira dose em 80% da população com mais de 18 anos no Paraná até o final de agosto. O restante da população adulta será imunizado até o final de setembro.

VACINÔMETRO – De acordo com o Vacinômetro do Sistema Único de Saúde (SUS), o Paraná é o quinto estado que mais vacinou contra a Covid-19 em números absolutos. Foram administradas 7.539.214 aplicações até a manhã desta segunda-feira (26), atrás apenas de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Dessas, 5.503.664 são relativas à primeira dose (63,1% da população vacinável) e 2.035.550 doses únicas ou segundas doses (23,3%).


As cidades com índices mais altos de imunização são Curitiba (1.322.290), Londrina (386.429), Maringá (367.419), Cascavel (225.607) e Ponta Grossa (197.316).

Já em relação à quantidade da população, segundo levantamento da Sesa, os destaques são Pontal do Paraná (76,54%), Maringá (75,80%), Guaraqueçaba (69,17%), Barra do Jacaré (69,09%) e Santa Cecília do Pavão (68,73%) na primeira dose. Miraselva (26,15%), Pontal do Paraná (25,85%), Barra do Jacaré (25,52%), Terra Roxa (25,13%) e Pontal do Paraná (24,98%) na segunda dose e Porto Vitória (9,85%), Itaperuçu (8,82%), Siqueira Campos (8,71%), Sertanópolis (8,17%) e Manoel Ribas (7,07%) na dose única.

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