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Caminhão roubado é recuperado escondido em milharal na zona rural a cerca de dois meses

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Caminhão roubado é recuperado escondido em milharal na zona rural a cerca de dois meses

 

Caminhão roubado é recuperado escondido em milharal na zona rural de Engenheiro Beltrão

A Polícia Militar recuperou na manhã desta segunda-feira um caminhão Iveco Tector que possuía registro de roubo e estava escondido em meio a uma plantação de milho no distrito de Figueira do Oeste, área rural de Engenheiro Beltrão.
Durante patrulhamento pela região, os policiais perceberam movimentações e ruídos suspeitos vindos do interior do milharal. Ao realizarem a averiguação, localizaram o veículo oculto nos fundos de uma propriedade aparentemente abandonada.
Em uma verificação inicial, a placa instalada no caminhão não apresentava irregularidades. No entanto, diante das circunstâncias da localização, a equipe realizou uma vistoria detalhada e constatou que o veículo utilizava placas clonadas. Através da identificação original do chassi, foi confirmado que o caminhão havia sido roubado em março deste ano.

Moradores próximos relataram que o veículo estava no local há cerca de dois meses e teria sido deixado por um homem desconhecido. A Polícia Civil e a Polícia Científica foram acionadas para realizar os levantamentos periciais. No local, também foram encontrados indícios de cortes recentes em árvores, possivelmente feitos para facilitar o acesso do caminhão até o interior da plantação.
Após a confirmação da origem ilícita, o proprietário foi localizado e o veículo encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Engenheiro Beltrão para os procedimentos de restituição

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Por Redação Tasabendo/Caminhão teria sido abandonado no local há cerca de dois meses – Foto: PMPR

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Influenza A avança no país e Fiocruz emite alerta de risco para quase todos os estados

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Influenza A avança no país e Fiocruz emite alerta de risco para quase todos os estados

O avanço dos casos de Influenza A no Brasil acendeu o alerta das autoridades sanitárias. Dados da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) revelam que o Vírus Sincicial Respiratório (VSR) e o rinovírus estão entre os principais causadores da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).
O novo Boletim InfoGripe da Fiocruz mostra que quase todas as unidades da Federação – com exceção de Rondônia – estão com incidência de SRAG em nível de alerta, risco ou alto risco nas últimas duas semanas. Além disso, 20 delas também apresentam sinal de crescimento na tendência de longo prazo (últimas seis semanas).


DIA NACIONAL DA IMUNIZAÇÃO
Nas vésperas do Dia Nacional da Imunização, celebrado em 9 de junho e instituído para conscientizar a população sobre a segurança e a eficácia das vacinas, a discussão ganha ainda mais relevância.
“Diante deste cenário crítico, a vacinação se reafirma como a ferramenta mais eficaz para conter o vírus, proteger a saúde individual e restabelecer a imunidade coletiva”, explica a coordenadora do curso de Enfermagem do Centro Universitário Integrado de Campo Mourão (PR) e mestre em Promoção da Saúde, Greice Kely Nogueira.
EFICIÊNCIA COMPROVADA
A especialista salienta que os imunizantes são gratuitos, seguros e eficazes. Eles passam por rigorosos ensaios clínicos, trazem grande impacto na qualidade de vida e são submetidos às análises da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) antes de chegarem aos postos de saúde.
“Individualmente, as vacinas reduzem significativamente o risco de infecção, complicações e óbitos. Já no âmbito coletivo, contribuem para a redução da circulação de vírus e bactérias na população, interrompendo cadeias de transmissão e protegendo, de forma indireta, grupos mais vulneráveis, como idosos, gestantes e pessoas imunossuprimidas”, explica Greice.

ADESÃO X FAKE NEWS
Apesar de o Brasil possuir o Programa Nacional de Imunizações (PNI), um dos maiores e mais respeitados sistemas públicos e gratuitos de vacinação do mundo, a queda na cobertura vacinal preocupa.

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Segundo a especialista, a hesitação da população em se vacinar é alimentada por um fenômeno complexo: a desinformação, o medo infundado de efeitos colaterais e a “falsa sensação de segurança”.
“A ideia de que não é necessário vacinar-se porque ‘as doenças não existem mais’ é um equívoco. Muitas doenças estão controladas justamente pela vacinação. A redução da cobertura vacinal pode levar ao retorno de moléstias já eliminadas, como observado com o sarampo em anos recentes”, adverte.
Greice também desmistifica boatos comuns, como o de que o imunizante da gripe seria capaz de provocar a doença. “A vacina contra influenza é produzida com vírus inativados ou fragmentados, incapazes de causar a doença”, afirma.
ESTRATÉGIAS DE COMBATE
Para reverter o quadro epidemiológico e aumentar a adesão às campanhas atuais, a coordenadora defende ações práticas, descentralizadas e uma combinação de vigilância epidemiológica e hábitos diários de higiene:
1) Vacinação anual: Foco total na campanha em andamento, especialmente para os grupos prioritários (idosos, crianças e pessoas com comorbidades);
2) Acesso ampliado: Ampliação dos horários de atendimento nos postos e realização de campanhas de vacinação nas escolas;
3) Esquema vacinal completo: Respeitar as doses de reforço e os intervalos preconizados pela ciência para garantir proteção duradoura;
4) Higiene e etiqueta respiratória: Lavagem frequente das mãos e uso de lenços descartáveis ao tossir ou espirrar;
5) Proteção em aglomerações: Uso de máscaras por indivíduos que apresentem sintomas gripais e preferência por ambientes ventilados.
“Investir na imunização é a escolha mais inteligente para o país. A vacinação é reconhecida como uma das intervenções mais custo-efetivas em saúde pública. Ela evita milhões de mortes anualmente e reduz significativamente a sobrecarga dos sistemas de saúde”, complementa Greice Kely Nogueira.

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