conecte-se conosco


Geral

Com mais oito registros, Paraná já soma 100 casos confirmados da variante Ômicron

Publicados

em

Com mais oito registros, Paraná já soma 100 casos confirmados da variante Ômicron

São seis mulheres e dois homens com idades que variam de 22 a 63 anos, residentes em Curitiba (3), Pinhais (1), São José dos Pinhais (1), Castro (1), Maringá (1) e Londrina (1).

Paraná soma 100 casos confirmados da variante Ômicron.

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) recebeu nesta quarta-feira (19) a confirmação de mais oito casos da variante Ômicron no Paraná. Agora, o Estado soma 100 casos e nenhum óbito registrado.
Os resultados foram apresentados em um novo sequenciamento genômico do relatório de circulação das linhagens do vírus Sars-Cov-2, responsável pela Covid-19, realizado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), do Rio de Janeiro.

São seis mulheres e dois homens com idades que variam de 22 a 63 anos, residentes em Curitiba (3), Pinhais (1), São José dos Pinhais (1), Castro (1), Maringá (1) e Londrina (1).
O primeiro caso da variante Ômicron foi confirmado no Paraná no último dia 12, um paciente de 24 anos residente em Curitiba, com caso confirmado para a Covid-19 em dezembro. Depois disso, no último sábado (15), a Fiocruz Paraná enviou um relatório com mais 91 casos da cepa, além da confirmação da predominância da Ômicron no Estado.

Leia Também:  Coronavirus avança: Região registra novos casos em 11 cidades. Veja os números por cidade

“Cada relatório tem confirmado o que já vínhamos falando desde dezembro sobre a presença e a alta transmissão da Ômicron. Nesse momento precisamos retomar os cuidados não farmacológicos e, acima de tudo, a vacinação contra a Covid-19 para que estes casos não se transformem em perdas humanas”, alertou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.
Os casos registrados pelos relatórios da Fiocruz Paraná e Rio de Janeiro permanecem em situação de investigação epidemiológica para confirmação da evolução dos casos e demais detalhamentos.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Geral

Desemprego recua em 22 estados no segundo trimestre, diz IBGE

Publicados

em

O movimento que reduziu a taxa de desemprego a 9,3%, o menor nível desde 2016, foi guiado por 22 estados, refletindo a redução disseminada do número de profissionais desocupados no segundo trimestre de 2022.

No período, outros Amapá, Ceará, Rondônia, Mato Grosso e o Distrito Federal registraram estabilidade na movimentação do mercado de trabalho, mostram dados divulgados nesta sexta-feira (12) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O estado de Pernambuco registrou o maior recuo da taxa de desemprego na passagem do primeiro para o segundo trimestre: com queda de 3,5 pontos percentuais na taxa de desocupação, de 17% para 13,6%. Alagoas, Pará, Piauí e Acre também se destacaram, com quedas de cerca de 3 pontos percentuais.

Já no confronto anual, contra o segundo trimestre de 2021, todas as 27 unidades da federação  tiveram queda significativa da taxa de desocupação.

Conforme os dados da PNAD Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua), as maiores taxas de desocupação ao final do segundo trimestre foram apuradas na Bahia (15,5%), em Pernambuco (13,6%) e no Sergipe (12,7%), e as menores, em Santa Catarina (3,9%), no Mato Grosso (4,4%) e no Mato Grosso do Sul (5,2%).

Leia Também:  Prefeitura de Quarto Centenário adquire 24 tablets para facilitar o trabalho dos agentes comunitários de saúde

A pesquisa mostra ainda que 73,3% dos empregados do setor privado tiveram a carteira assinada no segundo trimestre de 2022, com destaques para Santa Catarina (87,4%), São Paulo (81,0%) e Paraná (80,9%). Na parte debaixo do ranking ficaram Piauí (46,6%), Maranhão (47,8%) e Pará (51%).

Desigualdade

O estudo revela ainda que, enquanto as taxas de desocupação das pessoas brancas (7,3%) e de homens (7,5%) ficaram abaixo da média nacional (9,3%), as das mulheres (11,6%) e de pessoas pretas (11,3%) e pardas (10,8%) continuaram mais altas no segundo trimestre deste ano.

A coordenadora de trabalho e rendimento do IBGE, Adriana Beringuy, afirma que, apesar da redução generalizada na taxa de desocupação em diversos recortes, a distância entre homens e mulheres no mercado de trabalho ainda é grande.

“A queda foi maior entre as mulheres, de 2,2 pontos percentuais, contra 1,6 ponto dos homens, porém, não foi o suficiente para diminuir a distância entre eles. A taxa [de desocupação] das mulheres é 54,7% maior que a dos homens”, lamenta Adriana.

Leia Também:  A prefeita Leila Miotto participou de audiência na Secretaria de Desenvolvimento Urbano, para tratar da liberação do Programa Meu Campinho, entre outros

O recuo disseminado da taxa de desocupação também atingiu o recorte cor ou raça. “A taxa em relação aos pretos e pardos em relação aos brancos aumentou”, explica a pesquisadora. No recorte por idade, a taxa de desocupação de jovens de 18 a 24 anos recuou de 22,8% para 19,3%. “Foi, entre as faixas etárias, onde mais caiu. Mas ainda sim, é uma taxa bastante elevada, bem acima da média”, completa ela.

Por R7

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

GOIOERÊ

Rancho Alegre D`Oeste

Juranda

Quarto Centenário

Boa Esperança

Farol

MAIS LIDAS DA SEMANA