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Covid-19: Brasil prevê fabricar R$ 30 milhões de doses de vacinas até janeiro

Brasil faz acordo e vai produzir vacina contra covid-19

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O Ministério da Saúde, anunciou, na manhã deste sábado, 27, uma parceria que vai possibilitar a fabricação de vacina contra a covid-19 no Brasil. O acordo com a indústria farmacêutica AstraZeneca envolve a transferência de tecnologia de produção à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), do Ministério da Saúde.

O acordo prevê que a Fiocruz vai produzir dois lotes iniciais em dezembro deste ano e em janeiro de 2021, totalizando 30,4 milhões de doses. Depois disso, se a eficácia da vacina se confirmar, haverá importação de mais insumos para a fabricação de mais 70 milhões de doses, totalizando 100 milhões.

O governo prevê investir 127 milhões de dólares no projeto e estima que cada dose da vacina vai custar 2,30 dólares. A vacina de que trata o acordo foi desenvolvida pela AstraZeneca e pela universidade de Oxford, na Inglaterra, e está em fase avançada de testes em diversos países, incluindo o Brasil.

“Entre outubro e novembro teremos os resultados preliminares dos testes, feitos tanto no brasil como em outros países. E isso servirá de base para o registro da vacina para uso”, diz Camile Giaretta Sachetti, diretora de ciência e tecnologia da Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos.

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Secretário de Educação do Paraná é escolhido por Bolsonaro para assumir ministério

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Secretário de Educação do Paraná é escolhido por Bolsonaro para assumir ministério
Renato Feder já trabalhou como assessor voluntário da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo e, antes de assumir a Secretaria no Paraná, era empresário do setor de tecnologia.

 

O presidente Jair Bolsonaro escolheu o secretário de Educação do Paraná e ex-executivo Renato Feder para ser o novo ministro da Educação. A informação foi confirmada por fontes ao Estadão. Feder havia se reunido com Bolsonaro antes da escolha de Carlos Alberto Decotelli, que pediu demissão depois de denúncias sobre incoerências em seu currículo.

A expectativa é que o anúncio seja feito ainda nesta sexta-feira (3). Na semana passada, Bolsonaro havia ligado para Feder para agradecer, mas teria preferido alguém mais velho. Decotelli tem 70 anos e Feder, 42. Feder vai substituir Abraham Weintraub.

 

O presidente havia preterido Feder, segundo fontes, por sua relação com o governador de São Paulo, João Doria (PSDB). O empresário doou R$ 120 mil à campanha do tucano para prefeito. Feder é secretário de Educação no Paraná e chegou a trabalhar na Secretaria Estadual de Educação de São Paulo.

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No Paraná, seus contatos com empresários e terceiro setor fizeram com que fosse indicado a Ratinho Junior (PSD) para o cargo, no ano passado. Durante a pandemia, o Estado é um dos que tem se destacado por ter criado rapidamente um sistema de educação a distância bem estruturado com aulas online.

 

Quem é Renato Feder?

Renato Feder já trabalhou como assessor voluntário da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo e, antes de assumir a Secretaria no Paraná, era empresário do setor de tecnologia. Também foi professor da Educação de Jovens e Adultos de matemática por dez anos e diretor de escola por oito anos.

Ele é formado em Administração pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e tem mestrado em Economia pela Universidade de São Paulo (USP). Por fim, ele também foi presidente da fabricante de eletrônicos Multilaser, em São Paulo.

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