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Deputados aprovam projeto que proíbe cerol e linha chilena em pipas no Paraná

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Os deputados estaduais aprovaram em segundo turno nesta segunda-feira (6) um projeto que proíbe a fabricação, comercialização e o uso de cerol – linha revestida com cola e vidro moído – e da linha chilena – revestida com quartzo moído, algodão e óxido de alumínio – para soltar pipas no Paraná.

De acordo com a Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), a proposta será votada em terceiro turno na sessão de terça-feira (7). Depois, será encaminhada para sanção ou veto do governador.

O projeto, assinados por Luiz Claudio Romanelli (PSB), Dr. Batista (DEM), Gilson de Souza (PSC) e Coronel Lee (PSL), também prevê a criação de um disque-denúncia sobre o uso, fabricação e venda dos produtos.

Caso a proposta se torne lei, os infratores poderão responder criminalmente, além da possibilidade de receber multa pelo descumprimento da norma no valor de 10 Unidades de Padrão Fiscal do Paraná (UPF-PR) para pessoas e de 20 UPF-PR para empresas.

 

Em julho, a UPF-PR vale R$ 105,94. As multas previstas podem ser aplicadas em dobro se houver reincidência. Se o infrator for menor de idade, os responsáveis legais responderão pelo ato praticado.

 

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Segundo Romanelli, caso sejam identificados, os infratores serão conduzidos à delegacia de Polícia Civil para lavrar o auto de flagrante e para aplicação da multa administrativa.

“Não são apenas os praticantes da brincadeira que são as maiores vítimas. Motociclistas e ciclistas são os mais atingidos. Mas animais e pedestres, que não têm nenhum envolvimento com a brincadeira, também acabam se ferindo, muitas vezes, com alta gravidade”, afirma.

 

Nessa época do ano, com ventos mais fortes, a diversão atrai pessoas de todas as idades. Em Curitiba, segundo a prefeitura, foram 609 ocorrências de uso de cerol e aglomerações desde abril deste ano.

O professor de física Arandi Bezerra Júnior explica que o contato do fio com a mistura de cola e vidro na pele é muito semelhante a um corte de faca.

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Polícia identifica homem acusado de matar e assar cão em forno; assista ao vídeo

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Polícia identifica homem acusado de matar e assar cão em forno; assista ao vídeo

 

O suspeito teria comido partes do animal e oferecido a vizinhos. Policiais foram até a casa do suspeito, na manhã desta quinta-feira (6)

Policiais foram até a casa do suspeito na manhã de hoje. Foto: Banda B
A Delegacia do Meio Ambiente conseguiu identificar um homem acusado de matar a chutes e assar no forno um cão comunitário da região do bairro Alto Boqueirão, em Curitiba. O suspeito teria comido partes do animal e oferecido a vizinhos. Policiais foram até a casa do suspeito, na manhã desta quinta-feira (6), mas ele não estava. Vídeos (abaixo) mostram o homem carregando o cão até a casa dele.

 

 


A informações sobre a morte do cão foi feita por meio de uma denúncia anônima. Para a Banda B, o delegado Matheus Laiola disse que o cão foi morto a chutes e depois carregado por esse homem. “Uma situação extremamente revoltante, recebemos uma informação de que um homem teria matado um cão a chutes e assado esse cão para comer, inclusive, oferecendo a outras pessoas. Viemos até o local, não o encontramos, já tem passagens”, contou.
Segundo o delegado, ao chegar na casa onde esse homem vive, policiais encontraram partes do cachorro no forno. “A cena é surreal, quando a gente chega na casa já vê marcas de sangue e pedaços do animal pela casa, um cheiro muito forte, abrimos um forno e lá tinha carcaça do animal”, descreveu.
O vizinho João Zanca, que tem três cães no quintal, disse que o suspeito vive em uma casa onde acontecem constantes brigas. “O cara é doente, só pode. Ninguém sabia que ele tinha feito isso. Esse cara mora aqui há quase dois anos, tem o pai e o irmão dele, mas brigam muito, nem sei se moram mais aqui. De certo estava passando fome, sei lá. Mas, todo mundo dava comida pra ele, cesta básica”, descreveu.
O delegado rechaça a versão de que o suspeito estivesse com fome. “Não era por fome, não. Maldade dele, mesmo”, garantiu o Matheus Laiola.
A Polícia Científica foi acionada para periciar a casa. “É um crime de maus tratos, será ouvido, vai assinar um Termo Circunstanciado e liberado por força da lei, que ainda, infelizmente, é muito branda por saber o quanto esse animal sofreu”, finalizou o delegado responsável pelas investigações.

Colaboração TV Caiuá

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