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Governo investe meio bilhão de reais nas rodovias do Paraná. Trabalho do secretário de Infraestrutura e Logística do Paraná, Sandro Alex

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Governo investe meio bilhão de reais nas rodovias do Paraná no primeiro semestre de 2021
São duplicações, pavimentações, contornos, terceiras faixas, obras de arte especiais e restaurações em um total de pouco mais de R$ 150 milhões, além de R$ 350 milhões em programas de conservação de rodovias, que atendem toda a malha estadual. Semestre deu início a obras emblemáticas, como a duplicação da BR-277 em Guarapuava e da PR-323, em Umuarama.

 

O Governo do Estado, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), investiu mais de R$ 500 milhões em obras e serviços de conservação rodoviária nos primeiros seis meses de 2021. São duplicações, pavimentações, contornos, terceiras faixas, obras de arte especiais e restaurações em um total de pouco mais de R$ 150 milhões, além de R$ 350 milhões em programas de conservação de rodovias, que atendem toda a malha estadual.

“Os números do DER estão excelentes, melhorando a cada ano. É resultado do grande trabalho de gestão que está sendo desenvolvido no departamento, com modernidade, inovação, transparência e redução da burocracia. São mais de meio bilhão de reais investidos somente no primeiro semestre, em obras e melhorias que a população pode conferir em nossas rodovias, trazendo mais segurança e conforto para usuários e moradores em todas as regiões” afirma o secretário de Infraestrutura e Logística do Paraná, Sandro Alex.

PONTA GROSSA – Souza Naves – Foto: DER

PONTA GROSSA – Trincheira Contorno Leste – Foto: DER

“E, além dos recursos próprios, temos ainda as obras resultantes da parceria com a Itaipu Binacional, como a nova Ponte da Integração Brasil – Paraguai e a pavimentação da Estrada Boiadeira, e obras prioritárias como a reformulação do Trevo Cataratas em Cascavel, e as novas trincheiras e viadutos de Ponta Grossa. Todas com bom cronograma e sendo fiscalizadas de maneira séria”, acrescenta.

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O primeiro semestre do ano foi marcado pelo início das obras de duplicação da BR-277 em Guarapuava; de duplicação da PR-323 em Doutor Camargo e em Umuarama, onde serão solucionados os congestionamentos do Trevo do Gaúchão; de implantação da Trincheira Bratislava em Cambé; e a retomada da pavimentação da PR-239 entre Pitanga e Mato Rico.

Também avançaram as obras de duplicação da Rodovia dos Minérios, entre Curitiba e Almirante Tamandaré; a pavimentação entre São Mateus do Sul e Irati; a implantação dos contornos de Castro, Francisco Beltrão e de Wenceslau Braz; a pavimentação entre Palmas e Coronel Domingos Soares; e a duplicação da Avenida Juscelino Kubitschek em Matinhos; entre outras.
“Agora para o segundo semestre temos as duplicações em Cascavel, da BR-277 e do Contorno Oeste, e esperamos iniciar em agosto a restauração com pavimento de concreto da PRC-280, entre Palmas e a divisa com Santa Catarina. Também estamos licitando o PROSEG PARANÁ, novo programa para melhorar a segurança em 10 mil quilômetros de rodovias, e elaborando os próximos programas de conservação de pavimento” explica o diretor-geral do DER/PR, Fernando Furiatti.
“Também temos projetos em desenvolvimento, com perspectiva de licitação das obras em breve, como a duplicação da PR-445 entre Mauá da Serra e Irerê, e a ampliação da capacidade da PR-151 entre Palmeira e Ponta Grossa”, arremata.

CONSERVAÇÃO – Todas as rodovias administradas pelo DER/PR estão contempladas em pelo menos um dos seus programas: Conservação e Recuperação com Melhorias do Estado do Pavimento (CREMEP), Conservação de Pavimentos (COP) e Conservação de Faixa de Domínio.

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O CREMEP contempla cerca de 4.000 quilômetros de rodovias estaduais, em sua maioria corredores de transporte regionais ou estaduais. Devido ao tráfego elevado e presença de veículos pesados, elas exigem soluções mais complexas para melhorar o estado do pavimento.

O COP contempla cerca de 6.000 quilômetros de rodovias estaduais cujo pavimento não recebe um volume tão elevado de tráfego, e menor número de veículos pesados. No caso destas rodovias, os serviços são mais corretivos.
Ambos programas empregam serviços semelhantes, mas utilizados de forma específica para as necessidades de cada rodovia. São serviços de remendos superficiais e profundos, fresagem, reperfilagem, microrrevestimento, melhorias no sistema de drenagem e na sinalização.

 

O programa Conservação de Faixa de Domínio se estende a todas as rodovias estaduais, realizando serviços de conservação na pista e em seus espaços laterais. Eles incluem: roçada, remoção de resíduos, limpeza de sarjeta, recomposição de sarjeta, desobstrução de sarjeta, limpeza de valetas, limpeza de bueiro, limpeza e pintura de meio-fio, limpeza e pintura de pontes, limpeza e pintura de abrigo de ônibus, remoção mecanizada de barreira, remoção e transporte manual de barreira (resultante de deslizamentos), limpeza de sinalização vertical, recomposição de sinalização vertical, escavação manual de vala, limpeza e pintura de barreiras de concreto, construção de caixa de retenção de águas, escavação para saídas de água, renovação manual da sinalização horizontal, recomposição de defensa metálica, limpeza e pintura de suportes de placas, identificação de empreendimentos na faixa de domínio, e remoção de arvores da pista.

Estrada Boiadeira – Foto: DER

UMUARAMA – Duplicação PR-323 – Foto: DER

CASCAVEL – Duplicação Contorno Oeste – Foto; DER

CASCAVEL – Duplicação BR-277 – Foto: DER

GUARAPUAVA – Duplicação BR-277 – Foto: DER

CASCAVEL – Duplicação Contorno Oeste – Foto; DER

 

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Desemprego recua em 22 estados no segundo trimestre, diz IBGE

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O movimento que reduziu a taxa de desemprego a 9,3%, o menor nível desde 2016, foi guiado por 22 estados, refletindo a redução disseminada do número de profissionais desocupados no segundo trimestre de 2022.

No período, outros Amapá, Ceará, Rondônia, Mato Grosso e o Distrito Federal registraram estabilidade na movimentação do mercado de trabalho, mostram dados divulgados nesta sexta-feira (12) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O estado de Pernambuco registrou o maior recuo da taxa de desemprego na passagem do primeiro para o segundo trimestre: com queda de 3,5 pontos percentuais na taxa de desocupação, de 17% para 13,6%. Alagoas, Pará, Piauí e Acre também se destacaram, com quedas de cerca de 3 pontos percentuais.

Já no confronto anual, contra o segundo trimestre de 2021, todas as 27 unidades da federação  tiveram queda significativa da taxa de desocupação.

Conforme os dados da PNAD Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua), as maiores taxas de desocupação ao final do segundo trimestre foram apuradas na Bahia (15,5%), em Pernambuco (13,6%) e no Sergipe (12,7%), e as menores, em Santa Catarina (3,9%), no Mato Grosso (4,4%) e no Mato Grosso do Sul (5,2%).

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A pesquisa mostra ainda que 73,3% dos empregados do setor privado tiveram a carteira assinada no segundo trimestre de 2022, com destaques para Santa Catarina (87,4%), São Paulo (81,0%) e Paraná (80,9%). Na parte debaixo do ranking ficaram Piauí (46,6%), Maranhão (47,8%) e Pará (51%).

Desigualdade

O estudo revela ainda que, enquanto as taxas de desocupação das pessoas brancas (7,3%) e de homens (7,5%) ficaram abaixo da média nacional (9,3%), as das mulheres (11,6%) e de pessoas pretas (11,3%) e pardas (10,8%) continuaram mais altas no segundo trimestre deste ano.

A coordenadora de trabalho e rendimento do IBGE, Adriana Beringuy, afirma que, apesar da redução generalizada na taxa de desocupação em diversos recortes, a distância entre homens e mulheres no mercado de trabalho ainda é grande.

“A queda foi maior entre as mulheres, de 2,2 pontos percentuais, contra 1,6 ponto dos homens, porém, não foi o suficiente para diminuir a distância entre eles. A taxa [de desocupação] das mulheres é 54,7% maior que a dos homens”, lamenta Adriana.

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O recuo disseminado da taxa de desocupação também atingiu o recorte cor ou raça. “A taxa em relação aos pretos e pardos em relação aos brancos aumentou”, explica a pesquisadora. No recorte por idade, a taxa de desocupação de jovens de 18 a 24 anos recuou de 22,8% para 19,3%. “Foi, entre as faixas etárias, onde mais caiu. Mas ainda sim, é uma taxa bastante elevada, bem acima da média”, completa ela.

Por R7

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