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Já está em vigor a resolução que proíbe pesca de algumas espécies de peixes antes da piracema

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Já está em vigor a resolução que proíbe pesca de algumas espécies de peixes antes da piracema

 

 

A Secretário de Estado do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo do Paraná, através do secretário Marcio Nunes, divulgou a Resolução Sedest nº 052/2020 que proíbe a posse e abate das espécies que especifica, na segunda quinzena de outubro, ou seja, está proibida a pesca de alguns peixes antes mesmo do período de defeso (piracema) na bacia hidrográfica do Paraná.

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A resolução informa que para isso é considerada a Instrução Normativa (IN) Ibama nº 26/2009, proíbe a captura de espécies de peixes nativos durante o período de 01 de novembro a 28 de fevereiro na bacia hidrográfica do Paraná. Além disso, considera que, mesmo no período que antecede o defeso da piracema algumas espécies precisam ser protegidas em função da sua vulnerabilidade face às condições ambientais atípicas, e que poderão ser acidentalmente capturadas.

Desta forma, a resolução tem os três artigos a seguir:

Art. 1° – Proibir a posse e o abate das espécies

Paty ou barbado chata – Pinirampus pirinampu,

Mandi amarelo – Pimelodus maculatus,

Pintado – Pseudoplatystomacorruscans,

Mandi prata – Iheringychtys labrosus,

Piracanjuva – Brycon orbignyanuse o

Jaú – Zungaro zungaro.

Art. 2º – Os efeitos desta Resolução se aplicam para a segunda quinzena de outubro de 2020.

Parágrafo único: No período da piracema, entre01 de novembro a 28 de fevereiro, as espécies listadas já se encontrarão protegidas, conforme IN Ibama nº 26/2009.

Art. 3º – Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação (15 de outubro de 2020).

 

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Acidente em SP com 41 mortes é uma das maiores tragédias rodoviárias do Brasil

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O acidente em SP ocorreu na manhã desta quarta-feira (25) entre Taguaí e Taquarituba, na rodovia Alfredo de Oliveira Carvalho, por volta das 7h, após o ônibus, que transportava funcionários de uma empresa, bater no caminhão que trafegava em sentido oposto. Esse elevado número de mortes em um único evento rodoviário não é comum e costuma ocorrer justamente em casos que envolvem ônibus.

 

A última grande tragédia no estado de São Paulo ocorreu em 2016, quando um ônibus que levava estudantes tombou em uma pedra e capotou na rodovia Mogi-Bertioga e 18 pessoas morreram. Em 2016, o resultado da perícia apontou falha nos freios e falta de manutenção. O ônibus, da União do Litoral, era fretado pela Prefeitura de São Sebastião para fazer o trajeto da cidade do litoral norte até a Universidade de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo.

Um dos maiores incidentes rodoviários da história ocorreu também em São Paulo, há 60 anos, também com estudantes. O evento ficou conhecido como Tragédia do Rio Turvo, quando um ônibus, que levava alunos de uma escola de São José do Rio Preto até Barretos, caiu de uma ponte no rio, e 59 das 64 pessoas que estavam no veículo morreram. Todos os anos uma missa é feita para lembrar as vítimas da tragédia.

Outro grande acidente em SP ocorreu há 22 anos. Em setembro de 1998, próximo à cidade de Araras (SP), 55 pessoas morreram após um caminhão carregado de combustível tombar e explodir.

Dois ônibus que levavam romeiros de Anápolis (GO) tentaram atravessar a fumaça e também foram atingidos pelo fogo, além de um caminhão que levava bebidas. A maioria morreu carbonizada ou pela inalação de fumaça do incêndio. A cidade de Anápolis tem hoje uma Praça dos Romeiros, em homenagem às vítimas da tragédia.

Além desses eventos, dez anos antes, em 1988, dois ônibus colidiram na altura de Paranapanema (SP). Um dos veículos caiu de uma ribanceira na represa de Jumirim e 39 pessoas morreram.

 

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Naquele mesmo ano, um caminhão pau-de-arara capotou e caiu em um precipício em Cachoeira (BA) e 67 romeiros morreram.

Em 1987, a colisão entre dois ônibus e um carro na BR-040, que liga Belo Horizonte ao Rio, deixou 62 pessoas mortas, todos eram romeiros.

Neste ano, 4.085 pessoas foram vítimas do trânsito no estado de São Paulo de janeiro a outubro, menos que os 4.514 do ano passado no mesmo período. O principal fator de queda dessa número, no entanto, foi a pandemia de Covid-19, que retirou gente das ruas, já que até março, antes das medidas de distanciamento social, a tendência era de alta.

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