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Justiça determina que município de Astorga zere fila de espera por vaga em creches

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A Justiça determinou que o município de Astorga, no norte do Paraná, zere a fila de crianças aguardando por uma vaga em creches da rede municipal de ensino. A decisão também cita que a garantia de vagas deve se estender a novos pedidos de vagas.

No documento, a juíza Andrea Samuel de Oliveira Monteiro, da Vara da Infância e da Juventude, ressalta que o problema persiste desde 2011 apesar de medidas tomadas pela prefeitura para melhorar as condições nas unidades.

Ela ainda cita que estas “não foram suficientes para sanar a omissão inconstitucional”. Atualmente, conforme a magistrada, mais de 140 crianças aguardam por uma vaga.

A fila chegou a superior 240 pedidos em espera.

Na decisão, a magistrada fixou ainda o prazo de 120 dias para solução do problema sob pena de multa diária de R$ 1 mil ao chefe do Executivo em caso de descumprimento.

g1 tenta contato com a prefeitura, mas não houve retorno até a publicação desta reportagem.

A determinação atende um pedido feito pelo MP-PR a partir do ajuizamento de ação civil pública após tentativa de solução por meios extrajudiciais.

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Entre as melhorias adotadas pelo município no período para melhorar as condições, a juíza citou o empenho de valor para construção de uma escola, cadastro de empréstimo para ampliação das unidades de ensino e benfeitorias em imóveis, além de cursos de qualificação aos professores.

Por G1
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Homem sofre queimaduras e é encaminhado em estado grave ao hospital após incêndio destruir casa, em Londrina

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Um homem foi encaminhado ao Hospital Universitário de Londrina, no norte do Paraná, com queimaduras graves após um incêndio que destruiu uma casa, na manhã desta quarta-feira (29).

O local, segundo o Corpo de Bombeiros, estava abandonado havia cerca de dois anos, e pessoas em situação de rua ocupavam o prédio.

Os bombeiros informaram que as pessoas que ocupavam o local começaram a catar materiais recicláveis e depositavam as embalagens e outras peças na casa para, depois, encaminhar para venda.

No momento do incêndio, a vítima estava dormindo na residência abandonada.

O imóvel não possui rede de fiação elétrica, então, segundo os bombeiros, a suspeita é de que outro tipo de material pode ter dado início ao fogo, como algum cigarro aceso.

Os muros de alvenaria contiveram o fogo, fazendo com que o incêndio não se espalhasse para as casas ao redor.

Os bombeiros controlaram o incêndio durante a manhã e utilizaram mais de 30 mil litros de água nos trabalhos.

Por G1

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