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Morador de Cascavel vende as portas de casa para ver Anitta no Rock in Rio

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Para visitar a cantora Anitta, o cascavelense Dyego Máximo provou que não há barreiras que o impeçam de alcançar seu objetivo – e muito menos portas. Ele, que foi ao show da artista no Rock in Rio Lisboa, ao se esquecer de parcelar a fatura das despesas de volta do país europeu, ficou frente a frente com o desespero. A solução que ele encontrou foi vender as portas do apartamento em que vive.

“Me arrependo? De forma alguma!”, afirma o morador, que encara a situação como um investimento, e ainda recomenda a experiência de ir a um Rock in Rio para outras pessoas.

Ele contou, em entrevista ao portal Catve, que o feito de ir ao show da cantora fazia parte de uma promessa feita em 2017. Dyego já havia as passagens de ida, porém esqueceu de comprar a de volta, e teve que obtê-las de última hora, o que fez com que ele esquecesse de parcelar o pagamento.

Quando a fatura chegou, não havia para onde correr. Ele decidiu então vender as portas internas do seu apartamento – que ele já pretendia trocar eventualmente – para quitar a dívida. “Luxar na Europa sem dever no Brasil”, completa o jovem.

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(Redação e informação Catve)

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Desemprego recua em 22 estados no segundo trimestre, diz IBGE

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O movimento que reduziu a taxa de desemprego a 9,3%, o menor nível desde 2016, foi guiado por 22 estados, refletindo a redução disseminada do número de profissionais desocupados no segundo trimestre de 2022.

No período, outros Amapá, Ceará, Rondônia, Mato Grosso e o Distrito Federal registraram estabilidade na movimentação do mercado de trabalho, mostram dados divulgados nesta sexta-feira (12) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O estado de Pernambuco registrou o maior recuo da taxa de desemprego na passagem do primeiro para o segundo trimestre: com queda de 3,5 pontos percentuais na taxa de desocupação, de 17% para 13,6%. Alagoas, Pará, Piauí e Acre também se destacaram, com quedas de cerca de 3 pontos percentuais.

Já no confronto anual, contra o segundo trimestre de 2021, todas as 27 unidades da federação  tiveram queda significativa da taxa de desocupação.

Conforme os dados da PNAD Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua), as maiores taxas de desocupação ao final do segundo trimestre foram apuradas na Bahia (15,5%), em Pernambuco (13,6%) e no Sergipe (12,7%), e as menores, em Santa Catarina (3,9%), no Mato Grosso (4,4%) e no Mato Grosso do Sul (5,2%).

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A pesquisa mostra ainda que 73,3% dos empregados do setor privado tiveram a carteira assinada no segundo trimestre de 2022, com destaques para Santa Catarina (87,4%), São Paulo (81,0%) e Paraná (80,9%). Na parte debaixo do ranking ficaram Piauí (46,6%), Maranhão (47,8%) e Pará (51%).

Desigualdade

O estudo revela ainda que, enquanto as taxas de desocupação das pessoas brancas (7,3%) e de homens (7,5%) ficaram abaixo da média nacional (9,3%), as das mulheres (11,6%) e de pessoas pretas (11,3%) e pardas (10,8%) continuaram mais altas no segundo trimestre deste ano.

A coordenadora de trabalho e rendimento do IBGE, Adriana Beringuy, afirma que, apesar da redução generalizada na taxa de desocupação em diversos recortes, a distância entre homens e mulheres no mercado de trabalho ainda é grande.

“A queda foi maior entre as mulheres, de 2,2 pontos percentuais, contra 1,6 ponto dos homens, porém, não foi o suficiente para diminuir a distância entre eles. A taxa [de desocupação] das mulheres é 54,7% maior que a dos homens”, lamenta Adriana.

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O recuo disseminado da taxa de desocupação também atingiu o recorte cor ou raça. “A taxa em relação aos pretos e pardos em relação aos brancos aumentou”, explica a pesquisadora. No recorte por idade, a taxa de desocupação de jovens de 18 a 24 anos recuou de 22,8% para 19,3%. “Foi, entre as faixas etárias, onde mais caiu. Mas ainda sim, é uma taxa bastante elevada, bem acima da média”, completa ela.

Por R7

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