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BOA ESPERANÇA

O uso de nebulizador não é recomendado no período de coronavírus

O acompanhamento médico se faz necessário mais do que nunca

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É comum que aos primeiros sintomas de gripe, o doente faça uso de alguns métodos para ajudar na cura. Um antigripal ali, um analgésico acolá, e quase sempre os sintomas vão embora.
Quando a situação é um pouco mais crítica, nebulizadores são utilizados para desfazer o catarro e ajudar a limpar os pulmões, que podem estar carregados, dando aquela sensação de cansaço e falta de ar.
Mas, no caso do coronavírus, nem mesmo a melhor marca de nebulizador poderá te ajudar a acabar com o vírus que já deixou milhares de mortos no mundo inteiro.


A nebulização, extremamente eficiente no tratamento de problemas respiratórios crônicos e agudos, como bronquite e rinite alérgica, não é recomendada pelos médicos no caso de pessoas infectadas ou com suspeita do novo coronavírus.
Segundo especialistas, no processo de nebulização a pessoa elimina mais partículas contaminadas com o vírus que dispersam pelo local.
“Em ambiente hospitalar, não se tem usado inalação e nebulização, justamente por segurança. É pouco efetiva comparada a outras possibilidades como bombinha, que não dispersa o vírus no ar ao redor”, explicou o médico pneumologista José Eduardo Afonso.

 

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Se a pessoa estiver com suspeita de infecção ou já infectada pelo vírus essa fumaça pode contaminar a todos que estejam no mesmo lugar, funcionando como um perigoso pulverizador da doença.
Duas opções podem substituir a nebulização. No caso das crianças está o uso de medicações em jato com o uso de espaçador. Já para os adultos a recomendação são as medicações inalatórias em pó para repor o uso do nebulizador sem comprometer o tratamento.
O coronavírus já matou milhares de pessoas em todo o mundo está deixando um rastro de destruição no Brasil. Fique atento em recomendações que não sejam de especialistas e fuja de qualquer saída milagrosa. Assim como a nebulização, outros métodos tradicionais estão sendo questionados no tratamento da doença, que é nova e ainda gera dúvidas na sociedade científica e médica.
Comprar medicações que alguém informou que pode combater o Coronavírus é outra medida que deve ser evitada por algumas razões. Pode esgotar o produto e faltar para pacientes que realmente precisam do remédio e até mesmo trazer graves consequências para quem resolver consumir por conta própria. O acompanhamento médico se faz necessário mais do que nunca.

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BOA ESPERANÇA

Brasil vai exportar carne bovina para a Tailândia. O país asiático aprovou a importação de carne bovina com osso, carne desossada e miúdos

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O Brasil conseguiu a liberação para exportar carne bovina para a Tailândia. O país asiático aprovou a importação de carne bovina com osso, carne desossada e miúdos comestíveis de bovino. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) informou que cinco estabelecimentos frigoríficos foram aprovados para a exportar o produto.


Acrescentou que as plantas frigoríficas estão localizadas nos estados do Pará, Rondônia, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Além da carne bovina, a Tailândia já havia aprovado a importação de produtos lácteos. Segundo o ministério, desde janeiro de 2019 mais de 60 mercados externos já foram abertos para os produtos agropecuários brasileiros.
Histórico

 


O processo de negociação teve início em 2015 com intensas conversas entre o Ministério da Agricultura e o Departamento de Desenvolvimento da Pecuária e o Ministério da Agricultura e Cooperativas da Tailândia. A expectativa do governo brasileiro é que abertura desse mercado de carne bovina e derivados tenha potencial de US$ 100 milhões nos próximos anos.

Em 2019, a Tailândia importou de todo o mundo cerca de US$ 90 milhões em carne bovina. Segundo o ministério, a Austrália participou da metade desse valor.
“Austrália e Tailândia têm um acordo de livre comércio (em conjunto com a Nova Zelândia e os demais países da Asena – grupo de países que a Tailândia faz parte) que isenta as tarifas para as exportações australianas desde o início de 2020 (50% para carne bovina em geral e 30% para miúdos de bovino)”, informou o Ministério da Agricultura.
Agência Brasil

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