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CAMPINA DA LAGOA

Título de eleitor poderá ser regularizado pela internet até 6 de maio

Regularização da situação eleitoral, transferência do título de eleitor e até inscrição de novos votantes

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O Tribunal Superior Eleitoral  manteve o prazo final de 6 de maio, para regularização da inscrição eleitoral.  Agora, é possível realizar diversos serviços pela internet, através da plataforma Título Net, onde poderá fazer a regularização da situação eleitoral, transferência do título de eleitor e até inscrição de novos votantes.

 

Uma das opções oferecidas para que a identidade do eleitor seja confirmada é o envio de selfies segurando o documento de identificação. O carregamento da foto pode ser feito pela plataforma Título Net, sistema voltado para regularização de pendências eleitorais.

Por fim, o TSE afirma que os títulos de eleitor cancelados por fraude continuarão sem validade. Os documentos que deveriam ser suspensos pela falta de biometria serão válidos provisoriamente, perdendo a validade após as eleições municipais, previstas para acontecer em outubro deste ano.

SERVIÇOS DISPONÍVEIS ATRAVÉS DO TÍTULO NET:

Transferência;

Revisão com mudança de zona eleitoral, em caso de justificada a necessidade de facilitação da mobilidade do eleitor;

Revisão para alteração de dados indispensáveis para expedição de documentos ou exercícios de direito;

revisão para regularização de inscrição cancelada.

 

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Covid-19: eleição municipal pode ser dividida em 2 dias, diz ministro. Votação pode ser por faixa etária

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Para reduzir aglomerações e a exposição de eleitores ao novo coronavírus, uma das hipóteses em discussão é que as eleições municipais deste ano tenham dois dias de votação, disse hoje (22), em Brasília, o ministro Luís Roberto Barroso, que assume a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na próxima semana.

Para isso, seria preciso um gasto adicional de R$ 180 milhões, que é o custo estimado pelo TSE de um dia adicional de eleição. Diante do quadro de crise fiscal, porém, outra possibilidade seria expandir o horário de votação, para que dure 12 horas, o que teria um custo menor.

 


“Em vez de irmos até as 17h, irmos talvez até as 20h, e começar às 8h. Portanto, iríamos de 8h às 20h, 12 horas de votação. Esta é uma ideia, é uma possibilidade. Essa não depende de lei, podemos nós mesmos regulamentar no TSE”, disse o ministro, durante uma live promovida pelo jornal Valor Econômico.

Votação pode ser por faixa etária

A Justiça Eleitoral estuda ainda fazer a votação dividida por faixa etária, nos diferentes turnos do dia de votação. Para isso, é preciso “ouvir sanitaristas [para saber] se colocaríamos os mais idosos votando mais cedo, depois os mais jovens na hora do almoço. A gente tentar fazer uma divisão dessa natureza”, disse Barroso, ministro do Supremo Tribunal Federal – STF.

O ministro disse, ainda, que mantém diálogo constante com os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), sobre o eventual adiamento do calendário eleitoral. Para a alteração do calendário, é necessária que o Congresso aprove uma proposta de emenda constitucional (PEC).
A definição sobre o adiamento das eleições depende ainda da trajetória da curva de contaminação do novo coronavírus, afirmou Barroso. “Em meados de junho será o momento de se bater o martelo”, finalizou ele.
Agência Brasil

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