conecte-se conosco


Geral

Vírus Nipah, com 50% de letalidade, pode causar próxima pandemia, diz pesquisadora de Oxford. Saiba os sintomas e como se prevenir

Publicados

em

Vírus Nipah, com 50% de letalidade, pode causar próxima pandemia, diz pesquisadora de Oxford
Sarah Gilbert alerta que o vírus tem 50% de letalidade e nenhuma vacina até o momento se mostrou eficaz contra o patógeno

No tópico: Pandemia
Durante um evento no Reino Unido, a pesquisadora Sarah Gilbert, responsável pelo desenvolvimento da vacina de Oxford contra o coronavírus, afirmou que a próxima pandemia mundial pode ser do vírus Nipah.

 

 

 

Com mortalidade de cerca de 50%, o vírus passa para humanos pelo contato com porcos infectados ou frutas contaminadas com urina e fezes de morcegos. Os primeiros sintomas são febre, dor de cabeça e problemas respiratórios, mas o quadro pode evoluir para inchaço do cérebro e deixar o paciente em coma ou levar à morte.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Saiba os sintomas e como se prevenir do vírus Nipah, que pode causar próxima pandemia

O Nipah é um vírus que pertence à família Paramyxoviridae e é responsável pela doença de Nipah. O patógeno pode ser transmitido por meio do contato direto com fluidos ou excrementos de morcegos infectados, ou através do contato pessoa-pessoa.

Essa doença foi identificada pela primeira vez em 1999 na Malásia, mas já foi verificada em outros países como Singapura, Índia e Bangladesh, e leva ao aparecimento de sintomas semelhantes aos de uma gripe. Os sinais da condição podem evoluir rapidamente e resultar em complicações neurológicas graves que podem colocar a vida da pessoa em risco.

A mortalidade da infecção é de 50%: pesquisadores acreditam que, se o vírus evoluir para uma forma mais transmissível, pode ser responsável por causar a próxima pandemia.

Leia Também:  Prisões de eleitores estão proibidas a partir desta terça-feira

Principais sintomas

Em alguns casos, a infecção pelo vírus Nipah pode ser assintomática ou levar ao aparecimento de sintomas leves semelhantes aos de uma gripe e que desaparecem após 3 a 14 dias.

 

No caso das infecções em que há aparecimento de sintomas, estes surgem entre 10 a 21 dias depois do contato com o vírus, sendo os principais;

  • Dor muscular;
  • Encefalite, que é a inflamação do cérebro;
  • Desorientação;
  • Náuseas;
  • Febre;
  • Dor de cabeça;
  • Diminuição das funções mentais, que pode evoluir para o coma em 24 a 48 horas.

Os sintomas de infecção pelo vírus Nipah podem evoluir rapidamente, resultando em complicações que podem colocar a vida da pessoa em risco, como convulsões, transtornos da personalidade, insuficiência respiratória ou encefalite mortal, que acontece como consequência da inflamação crônica do cérebro e das lesões causadas pelo vírus.

Como é feito o diagnóstico

O diagnóstico da infecção pelo vírus Nipah deve ser feito pelo infectologista ou clínico geral a partir da avaliação inicial dos sinais e sintomas apresentados. Pode ser indicada a realização de exames especiais para isolar o vírus e sorologia para confirmar a infecção e, assim, iniciar o tratamento mais adequado.

O segredo para comprar na Shopee que as pessoas não sabem

 

Além disso, o médico pode indicar a realização de exames de imagem para avaliar a gravidade da doença, sendo recomendada a realização de tomografia computadorizada ou tomografia computadorizada.

Como é feito o tratamento

Até o momento, não existe tratamento específico para a infecção pelo vírus Nipah. No entanto, o médico pode indicar medidas de suporte de acordo com a gravidade da doença: repouso, hidratação, realização de ventilação mecânica ou tratamento sintomático podem ser recomendados.

Leia Também:  Empresas vencem licitações oferecendo serviço por 1 centavo. “Vai ter que cumprir”, diz prefeito

Alguns estudos in vitro estão sendo feitos com o antiviral ribavirina, porém, não existem evidências de que o medicamento teria atividade contra a doença em humanos. Estudos com anticorpos monoclonais em animais também estão sendo realizados, mas ainda não há resultados conclusivos. Além disso, não existe vacina para prevenir essa infecção.

Como se trata de um vírus emergente, com potencial para se tornar endêmico, o Nipah encontra-se na lista de prioridade da Organização Mundial de Saúde (OMS) para identificação de medicamentos que poderiam ser utilizados no tratamento da doença e desenvolvimento de vacinas para prevenção.

Prevenção da infecção pelo Nipah

Como ainda não existe tratamento eficaz contra o vírus Nipah e vacina que possa ser aplicada como forma de prevenção, é importante que algumas medidas para diminuir o risco de infecção e transmissão da doença sejam seguidas, como por exemplo:

  • Evitar o contato com animais potencialmente infectados, principalmente morcegos e porcos;
  • Evitar o consumo de animais possivelmente infectados, principalmente quando não estão devidamente cozidos;
  • Evitar o contato com fluidos e excrementos de animais e/ou pessoas infectadas pelo vírus Nipah;
  • Higienização das mãos após entrar em contato com animais;
  • Uso de máscaras e/ou luvas quando em contato com uma pessoa infectada pelo vírus Nipah.

Além disso, a lavagem das mãos com água e sabão é fundamental para eliminar agentes infecciosos que possam estar presentes na mão e evitar a transmissão da doença.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Geral

Desemprego recua em 22 estados no segundo trimestre, diz IBGE

Publicados

em

O movimento que reduziu a taxa de desemprego a 9,3%, o menor nível desde 2016, foi guiado por 22 estados, refletindo a redução disseminada do número de profissionais desocupados no segundo trimestre de 2022.

No período, outros Amapá, Ceará, Rondônia, Mato Grosso e o Distrito Federal registraram estabilidade na movimentação do mercado de trabalho, mostram dados divulgados nesta sexta-feira (12) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O estado de Pernambuco registrou o maior recuo da taxa de desemprego na passagem do primeiro para o segundo trimestre: com queda de 3,5 pontos percentuais na taxa de desocupação, de 17% para 13,6%. Alagoas, Pará, Piauí e Acre também se destacaram, com quedas de cerca de 3 pontos percentuais.

Já no confronto anual, contra o segundo trimestre de 2021, todas as 27 unidades da federação  tiveram queda significativa da taxa de desocupação.

Conforme os dados da PNAD Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua), as maiores taxas de desocupação ao final do segundo trimestre foram apuradas na Bahia (15,5%), em Pernambuco (13,6%) e no Sergipe (12,7%), e as menores, em Santa Catarina (3,9%), no Mato Grosso (4,4%) e no Mato Grosso do Sul (5,2%).

Leia Também:  De Alto Piquiri para o Brasil: Maria Victória, passa para próxima fase do The Voice Kids

A pesquisa mostra ainda que 73,3% dos empregados do setor privado tiveram a carteira assinada no segundo trimestre de 2022, com destaques para Santa Catarina (87,4%), São Paulo (81,0%) e Paraná (80,9%). Na parte debaixo do ranking ficaram Piauí (46,6%), Maranhão (47,8%) e Pará (51%).

Desigualdade

O estudo revela ainda que, enquanto as taxas de desocupação das pessoas brancas (7,3%) e de homens (7,5%) ficaram abaixo da média nacional (9,3%), as das mulheres (11,6%) e de pessoas pretas (11,3%) e pardas (10,8%) continuaram mais altas no segundo trimestre deste ano.

A coordenadora de trabalho e rendimento do IBGE, Adriana Beringuy, afirma que, apesar da redução generalizada na taxa de desocupação em diversos recortes, a distância entre homens e mulheres no mercado de trabalho ainda é grande.

“A queda foi maior entre as mulheres, de 2,2 pontos percentuais, contra 1,6 ponto dos homens, porém, não foi o suficiente para diminuir a distância entre eles. A taxa [de desocupação] das mulheres é 54,7% maior que a dos homens”, lamenta Adriana.

Leia Também:  A Emoção está de volta: Pontos de venda de passaportes para ExpoGoio 2022

O recuo disseminado da taxa de desocupação também atingiu o recorte cor ou raça. “A taxa em relação aos pretos e pardos em relação aos brancos aumentou”, explica a pesquisadora. No recorte por idade, a taxa de desocupação de jovens de 18 a 24 anos recuou de 22,8% para 19,3%. “Foi, entre as faixas etárias, onde mais caiu. Mas ainda sim, é uma taxa bastante elevada, bem acima da média”, completa ela.

Por R7

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

GOIOERÊ

Rancho Alegre D`Oeste

Juranda

Quarto Centenário

Boa Esperança

Farol

MAIS LIDAS DA SEMANA