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13º salário: veja data de pagamento da primeira parcela, como calcular e mais dúvidas quinta-feira, 24 outubro de 2024.

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13º salário: veja data de pagamento da primeira parcela, como calcular e mais dúvidas
quinta-feira, 24 outubro de 2024.

O benefício, também conhecido como gratificação natalina, é muito aguardado por empregados, aposentados, pensionistas e servidores

O décimo terceiro, também conhecido como gratificação natalina e muito aguardado por empregados, aposentados, pensionistas e servidores, é o pagamento de um salário extra no final de cada ano. O benefício corresponde a 1/12 da remuneração por mês trabalhado.

Até quando devo receber a primeira parcela? e a segunda? A primeira parcela do 13º salário, correspondente a metade do valor do benefício, é paga até o dia 30 de novembro.

Já a segunda parcela do benefício, que é os 50% restante, com dedução do Imposto de Renda (IR) e INSS, deve ser paga aos trabalhadores até dia 20 de dezembro.

Caso a data do prazo final caia em um domingo ou feriado, o empregador deve realizar a antecipação do pagamento – caso contrário, está sujeito a multa.

Como calcular o valor a receber. Para realizar o cálculo do décimo terceiro é necessário:

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1º passo: dividir a remuneração integral (salário bruto) por 12.
2º passo: multiplicar o resultado pelo número de meses trabalhados.
Devem entrar no cálculo: horas extras, adicionais (noturno, de insalubridade e de periculosidade) e comissões.
A base de cálculo do 13° salário é o salário bruto, sem deduções ou adiantamentos, devido no mês de dezembro do ano em curso ou, no caso de dispensa, o do mês do acerto da rescisão contratual.
Confira outras possíveis dúvidas sobre o benefício.

Férias, término do contrato e justa causa. Caso esteja de férias, o empregado deve solicitar o adiantamento do 13º para recebimento da primeira parcela do 13º salário até janeiro do respectivo ano.

Se houve o encerramento do contrato de trabalho, mesmo sendo antes de dezembro, o 13º também pode ser pago ao trabalhador – seja por fim do prazo do contrato, pedido de demissão ou dispensa.

Já nas situações de demissão por justa causa, os empregados dispensados não têm direito a receber o benefício.

Caso tenha muitas faltas, perco direito ao 13º? Os trabalhadores que acumularem mais de 15 faltas não justificadas no mês poderão ter descontado de seu 13º a fração de 1/12 relativa ao período.

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Logo que contratado, já posso receber o 13º? O empregado passa a ter direito a receber o décimo terceira a partir de 15 dias de serviço.

Aposentados e pensionistas têm direito ao benefício? Sim. Os pensionistas do INSS e aposentados também devem receber o 13º salário.

Sou empregador, devo pagar o 13º aos meus empregados no mesmo mês? O empregador não é obrigado a realizar o pagamento do salário extra no mesmo mês a todos seus funcionários. Porém, ainda assim, é dever ser respeitado o prazo para pagamento da primeira e segunda parcela.

Fonte: CNN – Gisele Farias da CNN, São Paulo.

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Estimulação cognitiva pode retardar perda de funções no Alzheimer

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Estimulação cognitiva pode retardar perda de funções no Alzheimer

Com casos em alta, manter o cérebro ativo ao longo da vida pode ajudar a preservar funções e autonomia mesmo após o diagnóstico do Alzheimer

A demência afeta milhões de pessoas no mundo e tende a crescer nas próximas décadas. No Brasil, cerca de 2,7 milhões de pessoas com 60 anos ou mais vivem com a condição, número que pode chegar a 5,6 milhões até 2050. Diante desse cenário, estratégias como a estimulação cognitiva entram no debate por ajudarem a manter funções do cérebro e a autonomia no dia a dia, inclusive em pessoas com Alzheimer.
O que pode ser feito ao longo da vida
Embora fatores como idade e genética não possam ser alterados, parte do risco está ligada a condições que podem ser controladas. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que até 45% dos casos de demência estejam associados a fatores modificáveis, como sedentarismo, tabagismo, hipertensão, diabetes, obesidade, consumo de álcool e isolamento social.
“Uma pessoa pode levar um estilo de vida saudável e ainda assim desenvolver Alzheimer. Mas isso não significa que nossos hábitos sejam irrelevantes. Podemos agir sobre determinados fatores para reduzir a probabilidade de declínio cognitivo”, afirma a neuropsicóloga Martha Valeria Medina, da startup espanhola de neurorreabilitação NeuronUP.
Segundo ela, o cuidado com a saúde cerebral deve começar antes do surgimento de sintomas e seguir ao longo da vida. Manter atividade física, estímulo mental e vínculos sociais faz parte desse processo.

 

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Como a estimulação cognitiva atua
A estimulação cognitiva envolve atividades planejadas para manter ativas diferentes funções do cérebro. Não se limita à memória, que costuma ser a mais afetada no Alzheimer, mas inclui atenção, linguagem, raciocínio, orientação e funções executivas.

Na prática, essas atividades ativam redes cerebrais e ajudam a manter o funcionamento por mais tempo. O objetivo não é interromper a doença, mas retardar a perda de funções e favorecer a autonomia.
Quem pode se beneficiar?
A estimulação cognitiva não se restringe a quem já tem diagnóstico. Manter o cérebro ativo faz parte de um estilo de vida associado à saúde cognitiva e pode ser adotado como estratégia ao longo da vida. Ainda assim, o momento faz diferença.
“Quanto antes nos anteciparmos, mais margem temos para trabalhar”, afirma a especialista. Em pessoas com Alzheimer, a abordagem costuma ser mais efetiva nas fases iniciais, quando ainda há mais capacidades preservadas.
Com a progressão da doença, as atividades são ajustadas. Em fases mais avançadas, o foco passa a ser comunicação, conexão com o ambiente e bem-estar.

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Atividades simples também estimulam o cérebro
Além de programas estruturados, atividades do cotidiano têm papel importante. Conversar, cozinhar, ouvir música ou organizar fotografias envolvem memória, atenção, linguagem e tomada de decisões.
“Cozinhar exige planejamento e sequenciamento. Uma conversa trabalha linguagem e memória. Olhar fotos pode estimular lembranças e favorecer a comunicação”, aponta Martha.
Ela destaca que a interação social também faz parte da estimulação e contribui para o bem-estar. Por isso, a recomendação é combinar atividades planejadas com uma rotina ativa e com vínculos mantidos.
Apesar dos benefícios, a estimulação cognitiva tem limites claros. Não impede a progressão do Alzheimer nem recupera funções já comprometidas. “O objetivo é trabalhar com o que a pessoa ainda conserva e ajudá-la a manter o maior nível possível de autonomia e participação no dia a dia”, afirma a neuropsicóloga.
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