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Black Friday, o Natal dos golpistas’: especialista indica 8 caminhos para se proteger

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‘Black Friday, o Natal dos golpistas’: especialista indica 8 caminhos para se proteger

Com a proximidade da Black Friday, os riscos de golpes financeiros aumentam. A data é apontada por muitos especialistas como ‘o Natal dos golpistas’, pois eles se aproveitam da expectativa do consumidor em comprar algo com um preço mais baixo do que geralmente é encontrado no mercado.
O especialista em combate a fraudes financeiros e em recuperação de crédito empresarial Afonso Morais alerta é preciso todo o cuidado para enfrentar os fraudadores. Ele explica que na Black Friday o tipo mais comum de golpe é também um dos mais antigos na internet: o phishing.

 

A técnica é usada pelos ladrões de dados para enganar os clientes e roubar informações sem que as vítimas percebam. Os criminosos criam sites falsos, muitas vezes clones de grandes lojas, e espalham esses endereços eletrônicos por e-mail ou correntes de aplicativos de mensagens, como WhatsApp.

Na época da Black Friday, quando a população é atingida por uma avalanche de promoções, acaba sendo mais difícil diferenciar o que é verdadeiro e o que é golpe. Ao querer se dar bem e aproveitar um grande desconto, o consumidor pode colocar seus dados pessoais e os cartões de crédito em risco.

 

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Veja 8 dicas do especialista Afonso Morais de como se proteger dos golpistas:

1 – Cuidado com seus dados
Informações pessoais com telefone, CPF, endereço e número de cartões, dentre outros, devem ser fonte de grande preocupação. Evite colocar esses dados em qualquer formulário e sempre se preocupe se o site que for cadastrar seja realmente seguro.

2 – Cuidado ao clicar
O impulso pode ser grande, pois a chamada é atrativa, mas só clique em links se tiver certeza de que esse é seguro. Para isso observe se à esquerdo do endereço do site se tem uma imagem de cadeado, que significa segurança, também averigue se o site tem a sigla ‘https’ no endereço da web. Busque sempre as páginas oficiais.

 

3 – Procure saber sobre a reputação da loja
Hoje em dia, em qualquer busca rápida pode se ter avaliação de uma empresa ou loja, mas cuidado, priorize Procon, portais de direito do consumidor ou no Reclame Aqui para fazer sua pesquisa, cuidado com sites que mudam apenas uma letra de um nome famoso ou que tenha extensões diferentes.

4 – Cuidado com suas senhas
Busque sempre ter senhas diferentes para cartões, sites e cadastros, e também procure alterar constantemente. Evite dados mais simples como o nome e 123 na sequência e a data de nascimento, etc…

5 – Priorize pagamento no cartão de crédito
Para as compras online essa é a mais seguras, pois simplifica o cancelamento, permitindo que o cliente conteste a cobrança e solicite o reembolso do valor e identifica possíveis fraudes. Evite transferência bancária ou boleto.

6 – Fuja de condições extraordinárias
‘Quando o milagre é demais’ é fundamental desconfiar, as propostas com descontos sensacionais são as mais usadas para os golpes, por isso não acredite nessas situações.

7 – Atualize seu antivírus
Busque estar sempre com antivírus atualizados para proteger os sistemas operacionais de computadores e smartphones, isso dificulta a instalação de programas maliciosos, também faça varreduras constantes.

8 – Busque fontes confiáveis de informação
É importante estar sempre esperto e atualizado sobre novos golpes, mas sempre busque informações de fontes confiáveis, lembrando que grupos de WhatsApp são os maiores disseminadores de fake news.
R7

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Praça de pedágio mais cara do País é uma das primeiras a ter a cobrança encerrada no Paraná

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Praça de pedágio mais cara do País é uma das primeiras a ter a cobrança encerrada no Paraná
Com o fim dos contratos de concessão, praças de pedágio da Econorte, Viapar e Ecocataratas tiveram suas cancelas liberadas às 23h59 desta sexta-feira (26). Praça de Jataizinho, que possuia a tarifa mais alta do Anel da Integração, está entre elas. Restante das praças encerra atividades no final da noite deste sábado.

27.11.2021 – Fim das concessões rodoviárias no Paraná – praça de pedagio de Jataizinho.
Foto Gilson Abreu/AEN

A virada do dia 26 para o dia 27 de novembro marcou o “início do fim” dos atuais contratos de concessão de rodovias no Paraná. À meia-noite, as cancelas de 14 praças de pedágio dos lotes 1, 2 e 3 (Econorte, Viapar e Ecocataratas) foram levantadas, e os motoristas deixaram de pagar as tarifas. Na passagem deste sábado (27) para domingo o mesmo vai acontecer em outras 13 praças, dos lotes 4, 5 e 6 (Caminhos do Paraná, Rodonorte e Ecovia).
O encerramento dos atuais contratos foi bastante simbólico, especialmente na região Norte do Paraná, nas proximidades de Londrina. Isso porque a praça de pedágio de Jataizinho possuía as tarifas mais caras do Brasil. O custo partia de R$ 26,40 podendo chegar a R$ 150,50, nos casos de caminhões com 7 eixos. Uma operação foi coordenada no local pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), com apoio da Polícia Militar do Paraná. Durante o final da noite e começo da madrugada, quem passava pela praça de pedágio celebrava o fim de uma cobrança considerada por muitos abusiva.

“Estou no sexto ano de Medicina, e durante quatro anos eu me deslocava de Cornélio Procópio para Londrina para estudar, passando por essa praça na ida e na volta”, contou o enfermeiro Fagner da Costa. “Gastei uma quantia incalculável de dinheiro pagando a tarifa aqui”.
Já o contador Samuel Rodrigues de Jesus Júnior salientou que esta é uma chance de realizar a concessão com tarifas menores. “O fim desses contratos é um marco para que o Governo do Estado consiga fazer um novo contrato com um valor justo para a população”, disse.

 

 

Houve até quem foi pego de surpresa pelo fim da cobrança. O casal Giovane Gross e Heloísa Cristina chegou às proximidades da praça pouco antes da meia-noite e se surpreendeu com o movimento. “Sabíamos que o contrato estava para acabar, mas não lembramos que era justamente hoje”, contou a autônoma.
O marido, que trabalha como bancário, ressaltou o impacto das cancelas abertas no local. “Nós moramos em Cornélio Procópio, e já gastamos muito dinheiro com pedágio nessa praça e em Cambará. E o problema nem é pagar uma tarifa, pelos serviços que o pedágio oferece, mas tem que ser um valor justo. Como está, gastamos mais com pedágio até do que com o combustível”, lembrou Giovane.

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Já o caminhoneiro Ronaldo de Oliveira Sales, que passou conduzindo um caminhão-tanque transportando óleo vegetal, citou que a passagem pelas praças mais caras sempre pesou no orçamento de trabalho. “Com eixo erguido, pagando dois eixos, são R$ 43 só aqui. Com todos os eixos dá mais de R$ 60”, comentou. “A esperança é que, na próxima concessão, a gente pague uma tarifa baixa e que caiba no bolso”.

 

OPERAÇÃO – Com o fim das concessões rodoviárias no Paraná, uma verdadeira força-tarefa foi formada pelas secretarias de Estado da Infraestrutura e Logística, da Saúde e da Segurança Pública, juntamente com a PRF, para a continuidade dos principais serviços que até então eram prestados pelas concessionárias.

 

As praças fechadas na madrugada deste sábado foram as de Jacarezinho, Jataizinho e Sertaneja (relativas à Econorte); Arapongas, Mandaguari, Presidente Castelo Branco, Floresta, Campo Mourão e Corbélia (relativas à Viapar) e São Miguel do Iguaçu, Céu Azul, Cascavel, Laranjeiras do Sul e Candói (relativas à EcoCataratas).
Para evitar acidentes nas praças de pedágio, um novo fluxo foi organizado, com o tráfego canalizado pelas vias laterais, enquanto as centrais foram bloqueadas. O novo desenho de tráfego foi direcionado pelas PRF e Polícia Rodoviária Estadual (PRE). Após decisão judicial, a sinalização desse desvio ficou sob responsabilidade das concessionárias.

 

Em Jataizinho, a operação foi coordenada pela PRF. Segundo o agente Renato Alves, que participou da operação desta sexta-feira, o objetivo é garantir segurança e tranquilidade aos motoristas e evitar transtornos nessa mudança de rotina no local. “Estamos dando um suporte no local. A situação aqui é um pouco distinta, porque a Econorte permanece com o trabalho de guincho e atendimento médico, devido a um acordo judicial. Nosso objetivo aqui é ajudar para que não ocorram acidentes ou incidentes”, explicou o policial rodoviário federal. “Temos recomendado que os motoristas passem por esses locais respeitando os limites de velocidade e as sinalizações de desvios, o que será importante para que tudo corra com tranquilidade”.

 

No começo deste domingo, a mesma ação será realizada nas praças de Prudentópolis/Relógio, Irati, Porto Amazonas, Imbituva e Lapa (relativos à Caminhos do Paraná), Balsa Nova, Palmeira, Carambeí, Jaguariaíva, Tibagi, Imbaú e Ortigueira (Rodonorte) e de São José dos Pinhais (Ecovia).
TRÁFEGO – Com o fim da prestação de serviços por parte das concessionárias, eventuais interrupções na pista por causa de acidentes terão suporte da Polícia Militar do Paraná para desobstrução das vias. Neste primeiro momento, serão utilizados os guinchos da PM, mas o DER/PR já lançou um edital de licitação para contratação do serviço de guincho mecânico, leves e pesados, até o início das novas concessões.

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Importante ressaltar que a PM fará apenas a desobstrução da pista, para manter o fluxo das rodovias. A retirada do veículo do local será de responsabilidade dos usuários. Em casos de falhas elétricas ou mecânicas, o motorista também deverá fazer a sinalização e afastamento do veículo para não atrapalhar o tráfego.
Em caso de acidente ou emergência médica, o usuário deverá direcionar a chamada segundo sua ocorrência. Em caso de problemas na pista, motoristas que estiverem em rodovias federais (BR) podem ligar diretamente para o número 191, atendido pela PRF. Já os usuários que circularem pelas rodovias estaduais (PR e PRC) poderão discar 198, que direciona para a PRE. Para casos de interrupção de pista e outras ocorrências, o recomendado é ligar para o 190, da Polícia Militar, que tem capilaridade para transferir as ocorrências para as instituições correspondentes.
Em situações de acidentes com vítimas, o usuário deve ligar para o número 193, do Corpo de Bombeiros, tanto em rodovia federal quanto em rodovia estadual. Os atendimentos serão realizados em parceria com a rede de Samu. Vale lembrar que o usuário deve buscar um local seguro para fazer a ligação.

 

As únicas rodovias que continuarão recebendo o atendimento da concessionária são as do Lote 1 e do Lote 4, cobertas pela Econorte e Caminhos do Paraná. A exceção é consequência de um acordo firmado entre as empresas e o DER/PR. Com isso, continuarão realizando os serviços de guincho mecânico, de ambulâncias para atendimento pré-hospitalar, mantendo o centro de controle de operações e telefone para emergências 0800. A medida terá validade por 365 dias, devendo atender a todo o intervalo entre concessões.

 

PRF – A maior parte do Anel de Integração – 1,8 mil dos 2,5 mil quilômetros de rodovias – é federal. Nesses trechos, o patrulhamento é feito pela Polícia Rodoviária Federal, que também reforçou a sua estrutura para atendimento após o fim das concessões. O efetivo será de 40% a 100% maior, com presença estratégica nos trechos que demandam maior atenção — tais como praças de pedágio e locais onde acontecem mais ocorrências.

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