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Golpe envolvendo a Festa da Vaca Atolada 2026 acende alerta na região

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Um alerta importante está sendo feito à população após a identificação de um golpe envolvendo a tradicional Festa da Vaca Atolada, em Boa Esperança. Criminosos estão utilizando páginas falsas na internet para simular a venda de ingressos do evento, enganando moradores e visitantes.

De acordo com a Prefeitura, as vendas oficiais ainda não começaram, e qualquer anúncio disponível fora dos canais institucionais deve ser considerado suspeito. A orientação é clara: não realizar pagamentos nem informar dados pessoais em sites ou links não verificados.

Os golpistas têm criado páginas que imitam plataformas reais, com carrinho de compras, valores e aparência profissional, o que pode confundir facilmente o público. No entanto, a administração municipal reforça que todas as informações oficiais serão divulgadas exclusivamente por seus canais oficiais.

Evento tradicional e muito aguardado

A Festa da Vaca Atolada é uma das mais tradicionais da região, reunindo grande público todos os anos. Em 2026, a expectativa é ainda maior, já que a atração principal confirmada é a dupla Maiara & Maraisa, o que aumenta o interesse e, consequentemente, o risco de golpes.

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Orientações à população

A recomendação é de atenção redobrada:

Não comprar ingressos antecipadamente fora de canais oficiais;

Evitar clicar em links suspeitos enviados por redes sociais ou aplicativos;

Conferir sempre os perfis oficiais da Prefeitura;

Denunciar qualquer tentativa de golpe às autoridades.

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Estimulação cognitiva pode retardar perda de funções no Alzheimer

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Estimulação cognitiva pode retardar perda de funções no Alzheimer

Com casos em alta, manter o cérebro ativo ao longo da vida pode ajudar a preservar funções e autonomia mesmo após o diagnóstico do Alzheimer

A demência afeta milhões de pessoas no mundo e tende a crescer nas próximas décadas. No Brasil, cerca de 2,7 milhões de pessoas com 60 anos ou mais vivem com a condição, número que pode chegar a 5,6 milhões até 2050. Diante desse cenário, estratégias como a estimulação cognitiva entram no debate por ajudarem a manter funções do cérebro e a autonomia no dia a dia, inclusive em pessoas com Alzheimer.
O que pode ser feito ao longo da vida
Embora fatores como idade e genética não possam ser alterados, parte do risco está ligada a condições que podem ser controladas. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que até 45% dos casos de demência estejam associados a fatores modificáveis, como sedentarismo, tabagismo, hipertensão, diabetes, obesidade, consumo de álcool e isolamento social.
“Uma pessoa pode levar um estilo de vida saudável e ainda assim desenvolver Alzheimer. Mas isso não significa que nossos hábitos sejam irrelevantes. Podemos agir sobre determinados fatores para reduzir a probabilidade de declínio cognitivo”, afirma a neuropsicóloga Martha Valeria Medina, da startup espanhola de neurorreabilitação NeuronUP.
Segundo ela, o cuidado com a saúde cerebral deve começar antes do surgimento de sintomas e seguir ao longo da vida. Manter atividade física, estímulo mental e vínculos sociais faz parte desse processo.

 

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Como a estimulação cognitiva atua
A estimulação cognitiva envolve atividades planejadas para manter ativas diferentes funções do cérebro. Não se limita à memória, que costuma ser a mais afetada no Alzheimer, mas inclui atenção, linguagem, raciocínio, orientação e funções executivas.

Na prática, essas atividades ativam redes cerebrais e ajudam a manter o funcionamento por mais tempo. O objetivo não é interromper a doença, mas retardar a perda de funções e favorecer a autonomia.
Quem pode se beneficiar?
A estimulação cognitiva não se restringe a quem já tem diagnóstico. Manter o cérebro ativo faz parte de um estilo de vida associado à saúde cognitiva e pode ser adotado como estratégia ao longo da vida. Ainda assim, o momento faz diferença.
“Quanto antes nos anteciparmos, mais margem temos para trabalhar”, afirma a especialista. Em pessoas com Alzheimer, a abordagem costuma ser mais efetiva nas fases iniciais, quando ainda há mais capacidades preservadas.
Com a progressão da doença, as atividades são ajustadas. Em fases mais avançadas, o foco passa a ser comunicação, conexão com o ambiente e bem-estar.

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Atividades simples também estimulam o cérebro
Além de programas estruturados, atividades do cotidiano têm papel importante. Conversar, cozinhar, ouvir música ou organizar fotografias envolvem memória, atenção, linguagem e tomada de decisões.
“Cozinhar exige planejamento e sequenciamento. Uma conversa trabalha linguagem e memória. Olhar fotos pode estimular lembranças e favorecer a comunicação”, aponta Martha.
Ela destaca que a interação social também faz parte da estimulação e contribui para o bem-estar. Por isso, a recomendação é combinar atividades planejadas com uma rotina ativa e com vínculos mantidos.
Apesar dos benefícios, a estimulação cognitiva tem limites claros. Não impede a progressão do Alzheimer nem recupera funções já comprometidas. “O objetivo é trabalhar com o que a pessoa ainda conserva e ajudá-la a manter o maior nível possível de autonomia e participação no dia a dia”, afirma a neuropsicóloga.
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