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Influenciador passa mal após usar caneta emagrecedora ilegal

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Foto: Caroline Morais/Ministério da Saúde/Ilustrativa

O educador físico e influenciador digital Fábio Tavares, de 27 anos, foi levado ao pronto-socorro na última quinta-feira (8), após usar uma caneta emagrecedora ilegal. O produto é conhecido como “Mounjaro do Paraguai” e não tem autorização para venda no Brasil.

O uso ocorreu durante a produção de uma publicidade para redes sociais. Fábio havia sido contratado por representantes da empresa fabricante para divulgar o produto, mesmo sem indicação médica.

O influenciador não tem obesidade e não possuía recomendação profissional para utilizar a substância. Ainda assim, aplicou o medicamento, que é considerado irregular pelas autoridades sanitárias brasileiras.

Logo após a aplicação, ele apresentou um quadro grave de hipoglicemia. A condição provoca queda brusca dos níveis de açúcar no sangue e pode gerar complicações imediatas.

No mesmo dia, Fábio deu entrada no hospital com sintomas intensos. Ele relatou dores fortes, vômitos e alterações significativas nos sinais vitais.

Segundo o próprio influenciador, a pressão arterial chegou a 190 por 100 mmHg. A frequência cardíaca atingiu 120 batimentos por minuto mesmo em repouso. O nível de glicose caiu para 60 mg/dL.

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O quadro clínico indicava hipertensão, taquicardia e hipoglicemia. Desde então, ele segue com enjoos e dores persistentes na região do estômago e das costas.

“Fui para o hospital tomar soro na veia e só fui dispensado [de uma internação] por falta de leitos, mas voltei nos dois dias seguintes para tomar glicose e morfina”, relatou à Veja Saúde.

A substância utilizada pertence ao grupo das chamadas canetas emagrecedoras. O produto recebido por Fábio seria fabricado por uma farmacêutica paraguaia que afirma produzir sua própria versão da tirzepatida.

A tirzepatida é o princípio ativo do medicamento original Mounjaro. No entanto, especialistas alertam que versões irregulares não oferecem garantias de segurança ou controle de qualidade.

O “Mounjaro do Paraguai” é proibido no Brasil e tem sido alvo de apreensões da Agência Nacional de Vigilância Sanitária. A falta de informações sobre a fabricação aumenta os riscos para quem utiliza o produto.

Especialistas afirmam que o uso de medicamentos sem prescrição e fora da regulamentação pode causar danos graves. Em alguns casos, os efeitos ainda são desconhecidos.

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Com informações: Veja Saúde

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PARANÁ|BRASIL

Caixa já renegociou R$ 820 milhões no novo Desenrola Brasil

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Programa foi lançado no dia 4 de maio pelo governo federal
Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil

O presidente da Caixa Econômica Federal, Carlos Vieira, informou nesta sexta-feira (15) na capital paulista, que o banco já renegociou R$ 820 milhões em dívidas do novo Desenrola Brasil.

O programa foi lançado no dia 4 de maio pelo governo federal LINK 1  e busca ajudar famílias, estudantes e pequenos empreendedores a renegociar dívidas, limpar o nome e recuperar o acesso ao crédito.

A nova fase da iniciativa terá duração de 90 dias e prevê descontos de até 90%, juros reduzidos e a possibilidade de uso do FGTS para abatimento de débitos.

Nesta semana, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, já havia informado que o programa Desenrola 2.0 estava perto de atingir R$ 1 bilhão em débitos renegociados.

Em entrevista coletiva concedida nesta manhã para apresentação do balanço trimestral do banco, Vieira destacou que ainda há um “gap” para o uso do saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) no programa, ou seja, o fundo ainda não vem sendo utilizado nessas negociações com a Caixa. Mas, segundo a diretoria do banco, o uso do fundo para essa finalidade deverá ser iniciado em breve, a partir do dia 25 de maio.

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Ataques cibernéticos

Ao anunciar o balanço da instituição, Vieira disse que o banco teve um prejuízo no ano passado de cerca R$ 20 milhões com o aplicativo Caixa Tem, segundo ele provocado por fraudes relacionadas a ataques cibernéticos.

Por causa disso, informou, o banco vem reforçando os investimentos em tecnologia. Só neste ano, a expectativa é de que esses investimentos somem R$ 5,9 bilhões.

“Nós estamos agora com praticamente zero de ataques no Caixa Tem”, disse Vieira.

Inadimplência

A Caixa Econômica Federal registrou um lucro líquido recorrente de R$ 3,5 bilhões no primeiro trimestre do ano, queda de 34,4% em relação ao mesmo período do ano passado.

O resultado, que consta no balanço divulgado na noite de quinta-feira (14), foi impactado pelo forte aumento das provisões para perdas com crédito, que mais do que dobraram no período, em meio às novas regras regulatórias do Banco Central (BC) para cobertura de risco de inadimplência.

Apesar da queda no lucro, a Caixa manteve crescimento da carteira de crédito, puxado principalmente pelo financiamento imobiliário, segmento no qual o banco segue líder no país. A carteira de crédito totalizou R$ 1,4 trilhão.

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A inadimplência encerrou o trimestre em 3,71%. Segundo a diretoria do banco, embora a Caixa esteja tranquila quanto aos níveis de inadimplência para as carteiras de crédito imobiliário e comercial pessoa física e pessoa jurídica, o setor do agro ainda traz alguma cautela e preocupação.

“Nós temos uma expectativa de que, ainda este ano, tenhamos impactos na nossa ‌provisão relacionados ao agro”, ‌disse Henriete Sartori, vice-presidente de Riscos da Caixa.

“O cenário não é simples, mas nós já percebemos um arrefecimento da curva de crescimento [da inadimplência]”, completou.

Atualmente, disse Sartori, o agro representa 5% da carteira total da Caixa.

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