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Raças de cães mais sensíveis à ivermectina

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Raças de cães mais sensíveis à ivermectina

Algumas raças de cães apresentam maior chance de ter uma alteração genética no gene MDR1 (ABCB1), que está relacionado à produção de uma proteína responsável por ajudar a proteger o cérebro de determinadas substâncias.
Quando essa proteína não funciona adequadamente, a ivermectina pode chegar ao sistema nervoso central em maior quantidade e aumentar o risco de intoxicação e efeitos neurológicos.
Por isso, cães com essa alteração podem ser mais sensíveis à ivermectina, especialmente dependendo da dose e da formulação utilizada. Entre as raças mais associadas a essa sensibilidade estão:
• Collie;
• Border Collie;
• Pastor de Shetland;
• Pastor Australiano;
• Sheepdog Inglês;
• Pastor Australiano Miniatura;
• entre outras.
A sensibilidade também pode ocorrer em outras raças e seus cruzamentos, por isso o histórico do pet e, quando indicado pelo médico-veterinário, o teste genético podem ajudar na avaliação do risco.

 

Beautiful portrait dog breed Border collie on the brown ground with his stick. Beautiful brown eyes and black-white glossy coat. Curious look and waiting for retrieve. Simply dog friend man.

Se o seu cão pertence a uma dessas raças ou é mestiço delas, converse com o médico-veterinário sobre a sensibilidade à ivermectina e se o teste genético para MDR1/ABCB1 é indicado antes do tratamento.
Sinais de intoxicação por ivermectina em cães
A intoxicação por ivermectina costuma acontecer por erro de dose, uso de produto inadequado para a espécie ou sensibilidade individual do cão. Os sinais aparecem principalmente no sistema nervoso e podem incluir:
• Desorientação e perda de equilíbrio;
• Salivação excessiva;
• Pupilas dilatadas;
• Tremores musculares;
• Vômito e diarreia;
• Dificuldade para respirar;
• Convulsões.
Se o seu cão apresentar qualquer um desses sinais depois de receber ivermectina ou ter acesso ao medicamento, procure atendimento veterinário de urgência. Não espere os sintomas piorarem e não ofereça nenhum outro medicamento por conta própria enquanto busca ajuda.

petlove

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Fique atento: Rodovias do Paraná iniciam testes com radares de velocidade média

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Fique atento: Rodovias do Paraná iniciam testes com radares de velocidade média

A conhecida prática de reduzir a velocidade apenas ao passar por um radar e acelerar novamente logo depois pode estar chegando ao fim nas rodovias do Paraná. As concessionárias responsáveis por trechos rodoviários do estado receberam autorização da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para iniciar testes com uma nova tecnologia de fiscalização: o radar de velocidade média.
O sistema será avaliado durante um período inicial de seis meses (180 dias), com caráter educativo. Nesse intervalo, os motoristas não receberão multas nem serão autuados. A fase de testes servirá para analisar o funcionamento do equipamento e verificar os possíveis impactos na segurança das estradas antes de uma possível adoção definitiva.
Diferente dos radares tradicionais, que medem apenas a velocidade do veículo em um ponto específico da pista, o novo modelo acompanha o deslocamento entre dois locais diferentes.

 


O funcionamento ocorre da seguinte forma:
• Registro da passagem: uma câmera identifica o veículo no primeiro ponto e registra o horário exato em que ele passou.
• Monitoramento do trajeto: outro equipamento, instalado mais à frente, faz uma nova leitura do mesmo veículo.
• Cálculo da velocidade média: o sistema calcula o tempo gasto para percorrer a distância entre os dois pontos e verifica se o condutor manteve uma velocidade acima do limite permitido.

Por exemplo: em um trecho de 5 quilômetros com limite de 80 km/h, o motorista precisa levar pelo menos 3 minutos e 45 segundos para completar o percurso. Caso faça esse trajeto em menos tempo, o sistema indica que a velocidade média ultrapassou o limite, mesmo que o veículo tenha reduzido a velocidade exatamente no ponto do radar.Trechos do Paraná passarão pelos testes
Ao todo, 13 pontos estratégicos das rodovias paranaenses foram escolhidos para receber a estrutura de testes. A instalação dos equipamentos e o início da operação dependerão do cronograma definido por cada concessionária.
BR-277
• Morretes (Serra do Mar): do km 41 ao km 33 (8 km) – EPR Litoral Pioneiro
• Guarapuava: do km 350,9 ao km 354,2 (3,3 km) – EPR Iguaçu
• Laranjeiras do Sul a Nova Laranjeiras: do km 457,3 ao km 476,9 (19,6 km) – EPR Iguaçu
• Cascavel a Santa Tereza do Oeste (ambos os sentidos): do km 609 ao km 613 (3,5 km) – EPR Iguaçu
• São Miguel do Iguaçu: do km 685,4 ao km 689 (3,6 km) – EPR Iguaçu

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BR-376
• Mauá da Serra a Ortigueira: do km 304 ao km 309 (5 km) – Motiva Paraná
• Tibagi: do km 430 ao km 435 (5 km) – Motiva Paraná
• Tibagi a Ponta Grossa: do km 441 ao km 446 (4 km) – Motiva Paraná
BR-163
• Capitão Leônidas Marques: do km 151,4 ao km 139,9 (11,5 km) – EPR Iguaçu
Rodovias Estaduais (sob concessão)
• PR-151 (Carambeí a Ponta Grossa): do km 306 ao km 315 (9 km) – EPR Litoral Pioneiro
• PR-444 (Arapongas): do km 17 ao km 24 (7 km) – EPR Paraná
• PR-862 (Ibiporã): do km 2 ao km 10 (8 km) – EPR Paraná
Com informações do G1 Paraná

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