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Surto em maternidade: 15 recém-nascidos estão em UTI com covid-19

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Em nota, a maternidade que é referência no Nordeste informou que alguns bebês são filhos de mães com coronavírus
A Maternidade Escola Santa Mônica, em Maceió, interditou a Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) no início desta semana após 15 recém-nascidos testarem positivo para a covid-19. As crianças estão isoladas das mães e o surto foi descoberto após dois bebês apresentarem sintomas.

 


Segundo a maternidade, que é ligada a Universidade Estadual de Ciências da Saúde, outros dois bebês que estavam na UTIN tiveram teste negativo para o novo coronavírus e foram transferidos para uma ala de cuidados intermediários.
Ainda de acordo com a instituição, o surto pode ter sido causado por mães que tiveram filhos com a doença. Além disso, grávidas de outras regiões do estado passaram pelo local, que é referência no Nordeste.
A Maternidade Santa Mônica informou que continua recebendo pacientes externos, e que está adotando medidas para reforçar a proteção dos pacientes.
Coronavírus em Alagoas
Alagoas já registra mais de 136 mil casos de contaminação e 3.118 mortes pela covid-19. As UTIs da rede pública marcam 75% de ocupação. Nesta quarta-feira (10), a Prefeitura de Maceió começa a vacinar idosos de 77 anos. Até essa segunda-feira, 40% dos idosos com 78 anos já haviam sido vacinados.
Da Agência Brasil

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OEA enviará missão internacional para acompanhar eleições no Brasil

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OEA enviará missão internacional para acompanhar eleições no Brasil

A Organização dos Estados Americanos (OEA) informou que enviará observadores internacionais para acompanhar o andamento das eleições gerais de outubro. Os membros da entidade percorrerão locais de votação e terão reuniões com autoridades brasileiras durante o primeiro e segundo turnos da eleição.

 


O acordo que permitirá o ingresso dos observadores no Brasil foi assinado nesta quinta-feira (13) pelo secretário-geral da OAB, Albert Ramdim, e o representante do Brasil na organização, Benoni Belli.
O envio de representantes de missões internacionais para acompanhar o processo eleitoral brasileiro é uma medida de praxe e ocorre no âmbito de acordos de cooperação internacional. Autoridades brasileiras também são enviadas ao exterior para acompanhar os pleitos internacionais.
Será a quinta vez que a OEA enviará ao país seus representantes. O trabalho de observação é feito desde as eleições presidenciais de 2018.
Na última eleição presidencial, em 2022, a OEA concluiu que as eleições ocorreram com ordem e normalidade.

MISSÕES
Além da OEA, já confirmaram que enviarão observadores internacionais a União Europeia, o Parlamento do Mercosul (Parlasul), a União Interamericana de Organismos Eleitorais (Uniore), a Liga dos Estados Árabes e a Rede dos Órgãos Jurisdicionais de Administração Eleitoral da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (Rojae-CPLP).
Agência Brasil

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