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12 incríveis benefícios do cravo-da-Índia (e como usar)

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Revisão clínica: Manuel Reis Enfermeiro
www.tuasaude.com

O cravo-da-índia, também chamado de cravinho, pode trazer vários benefícios para a saúde, já que pode ser usado no tratamento de infecções e dor, além de melhorar a digestão, diminuir a tosse a ajudar a aumentar o desejo sexual.

Esses benefícios acontecem devido ao fato do cravo-da-índia possuir propriedade antibacteriana, anti-inflamatória, expectorante, espasmódica e afrodisíaca, além de ser rico em nutrientes, como vitamina A, vitamina E e betacarotenos.
O nome científico do cravo-da-índia é Syzygium aromaticus e pode ser usado em sua forma natural para aromatizar comidas, como sopas, guisados e pães ou para preparar infusões, além de ser encontrado em forma de pó ou óleo essencial.
Principais benefícios
Os principais benefícios da cravo-da-índia para a saúde são:

1. Combate infecções
Devido à sua ação antimicrobiana, o cravinho pode ser usado no combate às infecções causadas por alguns tipos de bactérias, especialmente estafilococos e E. coli, ou por fungos, por sua ação antifúngica. Esta ação parece estar ligada à presença de eugenol, metil salicilato, kaempferol, ácido gálico e ácido oleanólico na sua composição.

Estes componentes parecem desnaturar as proteínas que reagem com a membrana celular das bactérias, alterando a sua permeabilidade e impedindo que continuem de desenvolvendo e multiplicando.

2. Previne o câncer
O cravo-da-índia possui ainda grande concentração de compostos fenólicos, o que lhe confere uma potente ação antioxidante, protegendo o corpo de doenças crônicas graves, como o câncer, já que combate os radicais livres que causam o envelhecimento dos tecidos do corpo.

3. Diminui a dor
O eugenol é um dos componentes mais reconhecidos do cravinho, que, por estar muito bem estudado, é utilizado há vários anos na medicina dentária para reduzir a dor e a inflamação causadas pelos tratamentos dentários.
Segundo vários estudos, esse efeito acontece devido à supressão de prostaglandinas e outros mediadores da inflamação, assim como a depressão dos receptores sensitivos envolvidos na sensação de dor.

4. Afasta mosquitos e outros insetos
O óleo de cravo contém um aroma que repele os insetos, porque seu cheiro característico é desagradável a estes. Basta esmagar alguns cravinhos e deixar num prato sobre a mesa para afastar as moscas da fruta, por exemplo. Espetar alguns cravinhos numa laranja ou num limão também é uma boa forma de afastar as moscas e os mosquitos.

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Outra forma simples de usar este poder natural consiste em comprar produtos com base em óleo de cravo-da-índia, como velas, por exemplo.

5. Estimula o desejo sexual
O extrato de cravo-da-índia é um ótimo remédio caseiro contra impotência sexual porque ele aumenta a libido, devido as suas propriedades afrodisíacas.

6. Combate o mau-hálito
Por ter boas propriedades antissépticas e aromáticas naturais, o cravinho pode ser usado como uma opção natural para melhorar o mau hálito. Para isso, basta mascar 1 cravinho-da-índia para notar seus efeitos aromáticos na boca. Bochechar o chá de cravo-da-índia também é uma boa solução para combater o mau cheiro.

7. Facilita a digestão
Ele também melhora a digestão e ajuda no controle da diarreia, por ativar enzimas que auxiliam o estômago e intestino. Além disso ele ainda combate a flatulência, sendo especialmente indicado para ser consumido em forma de chá depois de uma refeição contendo feijão preto, brócolis ou couve-flor, por exemplo.
8. Melhora a cicatrização
Quando usado diretamente sobre a pele o óleo de cravo ou um produto fitoterápico à base de cravinho ainda facilita a cicatrização, diminui inflamações e irritações, devido a sua ação antisséptica. Esta é uma boa opção para combater pequenas fissuras anais, por exemplo.

9. Relaxa os músculos e combate o cansaço
O óleo essencial de cravo-da-índia ajuda a relaxar os músculos, podendo ser usado em óleos para massagem. Devido ao seu aroma característico ele também é uma boa opção para combater a fadiga e a melancolia, melhorando a disposição para as atividades do dia a dia. Um gel fitoterápico à base de cravinho é um ótimo analgésico para ser usado nos músculos em caso de contusões, por exemplo.

10. Diminui a pressão arterial
Alguns estudos realizados com o cravo-da-índia indicaram que o óleo essencial possui efeito hipotensor, promovendo o relaxamento da musculatura e a dilatação dos vasos sanguíneos, reduzindo a pressão arterial. No entanto, não existem indicações do uso do cravo-da-índia para hipertensão.

11. Alivia a tosse
Devido às suas propriedades expectorantes, antibacterianas e anti-inflamatórias, o cravo pode ser utilizado para auxiliar no tratamento da tosse, bronquite e resfriado comum, ajudando a diminuir a inflamação e a eliminar o catarro, além de atuar como complemento para o tratamento de infecções respiratórias causadas por bactérias.
12. Combate a gengivite
O cravo da índia ajuda a combater a gengivite, pois possui eugenol na sua composição com ação analgésica e anti-inflamatória, ajudando a diminuir a dor e a inflamação da gengiva, podendo ser usada na forma de chá para bochechos.

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Como usar o cravo-da-índia
O cravo-da-índia pode ser consumido em bolos, pães, sobremesas e caldos, mas suas propriedades são mais aproveitadas na forma de chás, que ficam ótimos quando feitos em conjunto com canela, limão ou gengibre.

Para o chá: esmagar 4 cravos da índia e adicionar em 1 xícara com água fervida, deixando repousar por 5 minutos. Outra opção é colocar 10g de cravo da índia inteiros numa panela com 1 litro de água e levar ao fogo para ferver durante cerca de 15 minutos. A seguir, deve-se esperar amornar, coar e tomar até 3 vezes ao dia;
Pó: tomar de 200 à 500 mg diluídos em água, por 2 ou 3 vezes ao dia;
Óleo essencial: aplicar 2 ou 3 gotas numa bola de algodão e aplicar nas áreas desejadas.
Preparações fitoterápicas como cremes ou géis contendo cravo-da-índia podem ser encontradas em lojas de produtos naturais e em farmácias de manipulação.
Quando não é indicado
O cravo-da-índia está contraindicado na gravidez, amamentação e por crianças com menos de 6 anos, já que não existem estudos de seus efeitos nesses grupos. Também não é recomendado em caso de gastrite ou úlcera.

O cravo-da-índia pode causar irritação da pele e da mucosa digestiva de algumas pessoas mais sensíveis, por isso deve ser utilizado, preferencialmente, com indicação do fitoterapeuta.

O cravinho possui uma substância chamada eugenol que retarda a coagulação sanguínea, por isso o chá de cravo-da-índia e seu extrato seco não devem ser usados 2 semanas antes de uma cirurgia programada.

Além disso, o eugenol, que é um dos componentes do cravo, quando consumido puro e em grandes quantidades (concentração superior a 600 mg/ mL) pode ser bastante tóxico para a saúde.

O cravo da índia também pode interagir com alguns medicamentos, como antidiabéticos e anticoagulantes, sendo importante consultar o médico antes de consumir o cravo.

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Bacalhau não é um peixe; entenda por quê e saiba identificar antes de compra

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Bacalhau não é um peixe; entenda por quê e saiba identificar antes de compra

Muito consumido no Brasil, especialmente em datas como a Semana Santa, o bacalhau está presente em receitas assadas, cozidas e em recheios de bolinhos, pizzas e pastéis. No entanto, ao contrário do que muita gente pensa, bacalhau não é um único tipo de peixe, mas sim um nome genérico que se refere a diferentes espécies.


Bacalhau grelhado com legumes. Foto: Freepik
Bacalhau não é uma espécie única de peixe
O termo “bacalhau” é utilizado para designar um conjunto específico de peixes salgados e secos, e não uma única espécie. De acordo com a legislação brasileira, apenas três tipos podem ser comercializados oficialmente como bacalhau:
• Gadus morhua (Bacalhau do Porto ou Cod)
• Gadus macrocephalus (Bacalhau do Pacífico)
• Gadus ogac (Bacalhau da Groenlândia)
Essas espécies passam por um processo tradicional de salga e secagem, que garante o sabor e a conservação característicos do produto.
Um dos principais problemas enfrentados pelos consumidores é a confusão — e até fraude — na venda de peixes salgados. Espécies como:
• Ling (Ophiodon elongatus)
• Zarbo (Brosmius brosme)
• Saithe (Pollachius virens)
não são consideradas bacalhau, apesar de muitas vezes serem vendidas como se fossem. Esses peixes têm menor valor comercial e devem ser identificados corretamente no rótulo como “peixe salgado”, seguido do nome da espécie.
Como escolher bacalhau com segurança
Com o aumento do consumo de pescado, órgãos de fiscalização reforçam a importância de cuidados na hora da compra. A Comissão de Tecnologia e Higiene Alimentar do Conselho Federal de Medicina Veterinária (Contha/CFMV) orienta:
• Compre apenas em locais limpos, organizados e sem mau cheiro
• Observe a conservação:
• Peixes frescos devem estar próximos de 0°C
• Congelados devem estar a -18°C
• Prefira produtos expostos com bastante gelo
• Verifique a rotulagem, que deve indicar claramente a espécie e a origem
• Confira se há selo de inspeção: SIM, SIE, SIF ou Sisbi
Caso haja qualquer dúvida sobre a qualidade, a recomendação é não comprar o produto e denunciar aos órgãos competentes, como Vigilância Sanitária ou Procon.
Segundo a Tabela Brasileira de Composição de Alimentos (Taco), feita pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), uma porção de bacalhau salgado contém 136 calorias e 29 gramas de proteína, com zero de colesterol. O bacalhau é considerado um peixe de baixo teor de gorduras totais.

Atenção redobrada na Semana Santa
A nutricionista Jussara Salgado explica que há sinais claros de que o bacalhau ou outro pescado está fresco. Por serem altamente perecíveis, peixes e frutos do mar podem se deteriorar rapidamente se não forem mantidos nas condições adequadas de conservação.
“O peixe deve ter carne firme, escamas brilhantes e bem aderidas à pele, olhos salientes e brilhantes, além de guelras vermelhas e cheiro suave, característico.”
O consumidor deve evitar produtos com odor forte, semelhante ao de amônia, ou que não estejam devidamente refrigerados.
“O pescado precisa estar sobre uma camada de gelo, sem contato direto, e protegido por plástico adequado. Já os congelados devem estar bem armazenados, sem sinais de descongelamento, como embalagem úmida ou amolecida”, explicou a nutricionista.
Caraterísticas do peixe próprio para o consumo:
• carne firme;
• escamas aderentes à pele;
• olhos brilhantes;
• guelras avermelhadas;
• cheiro suave.
Armazenamento
A recomendação é que o pescado seja armazenado o mais rápido possível após a compra. Em casa, deve ser limpo (com retirada de vísceras, escamas e resíduos), e guardado em recipiente fechado na geladeira.
O consumo do peixe cru deve ocorrer em até 24 horas. Já o alimento cozido pode ser mantido por até três dias, desde que refrigerado adequadamente.
“Durante o preparo, a higiene é essencial. Lavar bem as mãos antes e depois de manipular alimentos, higienizar utensílios e evitar o contato entre alimentos crus e cozidos são medidas simples, mas eficazes”, acrescentou Jussara Salgado.

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Risco de intoxicação
A ingestão de pescado contaminado pode causar intoxicação alimentar com sintomas como náuseas, vômitos, diarreia e, em casos mais graves, levar à hospitalização.
“O pescado é um alimento rico em proteínas e muito sensível. Quando não é manipulado corretamente, pode favorecer a proliferação de bactérias e a produção de toxinas prejudiciais à saúde”, alertou a superintendente Helen Keller.
Para evitar problemas, a orientação é planejar as compras, adquirir os produtos e preparar os alimentos o mais próximo possível do momento de servir. No caso de pratos frios, como saladas, a recomendação é mantê-los sob refrigeração até o consumo.
No caso do bacalhau, o dessalgue deve ser feito sob refrigeração, nunca em temperatura ambiente, reduzindo o risco de contaminação.
A superintendente reforça que o consumidor é peça-chave na prevenção de riscos. Ao identificar irregularidades, como produtos mal conservados ou condições inadequadas de higiene, é importante acionar a vigilância sanitária do município.

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