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Após quase 5 anos, Farol volta a ter posto de combustíveis

Após quase 5 anos, Farol volta a ter posto de combustíveis

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Deverá ser reinaugurado oficialmente na próxima semana o único posto de combustíveis da área urbana do município de Farol. Fechado há quase cinco anos por falta de cumprimento especialmente a legislação ambiental, o posto foi retomado e reformado pelos antigos proprietários, que haviam vendido a empresa em 2006. Os empresários que compraram fecharam o posto em 2015. Há cerca de dois anos, a família Schiavon comprou novamente e providenciou a regularização da empresa no terreno que pertence a uma distribuidora de combustíveis.

 


Desde que o posto foi fechado os moradores da cidade tinham que se deslocar até Janiópolis (18 km) ou a Campo Mourão (23 km) para abastecer. “Ficamos um ano só correndo atrás de burocracia. Quando a gente trabalhou no ramo por mais de 20 anos a legislação não era tão rigorosa quanto agora. Mas conseguimos resolver tudo e finalmente vamos reinaugurar”, explica o empresário Claudimar Schiavon. Ele acrescenta que a família investiu cerca de R$ 350 mil para deixar o posto em condições de funcionar.
“É até curioso um município com mais de três mil habitantes ficar sem um serviço essencial como esse por tanto tempo e todos estávamos ansiosos para que voltasse a funcionar porque Farol merece ter esse serviço”, ressalta o vereador Moacir Bertoli, que é agricultor. Ele lembra que a falta de um posto fazia com que muitos armazenassem e até transportassem combustíveis de forma irregular. “Por aqui se tornou comum um emprestar combustível para o outro”, revelou.
Schiavon ressalta que moradores da cidade pediam que a família voltasse a trabalhar na área. “Foi então que negociamos com a distribuidora dona do terreno, fizemos uma reforma, cumprimos todos os processos burocráticos e agora finalmente estamos autorizados a inaugurar”, reforçou.

Itribuna

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Copel suspende corte de luz por 90 dias. Determinação da Aneel em virtude da pandemia coronavírus

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A Copel publicou esta nota:

A Copel suspendeu por 90 dias o corte do fornecimento de energia elétrica por inadimplência.

A medida segue determinação da Aneel.

Vale para residências partir desta quarta-feira.

Serão mantidos, no entanto, os juros e multas quando a conta em atraso foi quitada.

Já a Sanepar adiou por 90 dias a cobrança dos consumidores cadastrados na tarifa social.

 

Veja a nota da Aneel

 

Começa a valer a partir de (25) a decisão da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) de suspender durante 90 dias o corte no fornecimento de energia elétrica dos consumidores residenciais urbanos e rurais e também de atividades essenciais no enfrentamento da pandemia do novo coronavírus (covid-19). O prazo poderá ser prorrogado, casos haja necessidade.

A decisão foi tomada ontem pela diretoria da agência em reunião extraordinária, realizada por meio virtual, e se aplica às distribuidoras de energia elétrica. Além da proibição da suspensão do fornecimento de energia elétrica, a Aneel também autorizou as distribuidoras a suspender o atendimento presencial e determinou que elas tomem medidas para priorizar os atendimentos telefônicos das solicitações de urgência e emergência e intensifiquem o uso de meios automáticos de atendimento ao consumidor.

Além da suspensão do atendimento presencial, a Aneel também determinou outras medidas para evitar a circulação de profissionais que prestam serviços para as distribuidoras, como a suspensão da entrega da fatura mensal impressa no endereço dos consumidores e a permissão para que as distribuidoras realizem a leitura de consumo em horários diferentes do usual ou mesmo a suspensão da leitura.

Ao adotar a suspensão da entrega da fatura impressa, as distribuidoras deverão enviar fatura eletrônica ou o código de barras aos consumidores, por meio de canais eletrônicos ou disponibilizá-las em seu site ou aplicativo.

Já na hipótese de suspensão da leitura do consumo, o faturamento será feito com base na média aritmética do consumo nos últimos 12 meses. “A distribuidora deverá disponibilizar meios para que o consumidor possa informar a auto-leitura do medidor, em alternativa ao faturamento pela média”, disse a Aneel.

Outra medida aprovada pela agência foi a suspensão dos prazos para que os clientes realizem pedidos de ressarcimento por danos em equipamentos, em razão de problemas no fornecimento de energia. Segundo a Aneel, a medida é necessária, “uma vez que o processo de ressarcimento envolve a circulação de técnicos até a casa do consumidor para verificar o dano.”

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