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Carro perde o freio e fica pendurado em árvore após motorista evitar tragédia

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Carro perde o freio e fica pendurado em árvore após motorista evitar tragédia

Um carro carregado com azulejos perdeu o freio e ficou suspenso em uma árvore na tarde de segunda-feira (20), na Avenida Rio Branco, no Centro de Londrina, no norte do Paraná. O motorista, de 73 anos, desviou o veículo para evitar atingir outros automóveis que trafegavam pela via.
Segundo informações repassadas pelo filho do idoso à Ric Record Londrina, a Fiat Strada apresentou uma falha no sistema de freios enquanto seguia em direção à Zona Norte da cidade. Ao perceber que não conseguiria parar o veículo, o motorista decidiu direcioná-lo para o canteiro central.


Em seguida, o automóvel atingiu uma árvore. Com a força do impacto, os airbags foram acionados e o veículo ficou preso entre os galhos, praticamente suspenso. Apesar da violência da batida, o carro não tombou nem capotou.
Um pedestre que caminhava pelo local empurrando uma bicicleta também escapou por pouco de ser atingido. A manobra feita pelo motorista evitou que o veículo seguisse desgovernado pela avenida e reduzisse ainda mais os riscos de um acidente de maiores proporções.
Um carro carregado com azulejos perdeu o freio e ficou suspenso em uma árvore. Motorista evitou uma colisão mais grave – Foto: reprodução/RIC TV Record
O motorista e o passageiro sofreram apenas ferimentos leves e não precisaram de atendimento por lesões graves. O carro havia sido carregado com azulejos pouco antes do acidente, após o motorista buscar o material em uma obra.
Depois da ocorrência, um guincho particular retirou a Fiat Strada do local. O acidente chamou a atenção de motoristas e pedestres que passavam pela Avenida Rio Branco.
Imagens registradas após a batida mostram o veículo preso à árvore, em uma posição incomum, resultado da tentativa do condutor de evitar uma colisão com outros veículos.
Com informações: Banda B

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Quais são as principais características do Autismo?

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Quais são as principais características do Autismo?

O autismo ou Transtorno do Espectro Autista TEA tem como principais características padrões de comportamento repetitivos e prejuízos na comunicação e interação social.
Geralmente, o diagnóstico do autismo é realizado ainda na primeira infância, pois os padrões comportamentais podem ocorrer antes dos 3 anos, de acordo com a American Autism Association.
O termo “espectro” refere-se a ampla variedade de características e níveis de suporte necessários dentro do TEA. Algumas pessoas com autismo enfrentam desafios significativos enquanto outras conseguem realizar suas atividades de forma mais independente. Saiba mais, neste artigo.

 


O que é autismo?
O autismo é um transtorno do neurodesenvolvimento. Na edição mais recente do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V), alguns transtornos foram englobados no espectro, são eles:
• Transtorno desintegrativo da infância.
• Transtornos invasivos do desenvolvimento não especificados.
Embora ocorram diferentes graus de suporte no TEA, as características mais comuns incluem déficits na comunicação, interação social e comportamentos repetitivos.
Algumas crianças podem apresentar comportamentos associados ao espectro autista quando ainda são bebês, enquanto em outras os sinais aparecem mais tarde, até os 3 anos.
O autismo também pode estar associado a outras condições, como epilepsia, distúrbio do sono, TDAH, entre outras.
Quais as principais características do autismo?
As principais características do autismo estão relacionadas a déficits na interação social e comunicação, incluindo:
• padrões incomuns de fala;
• falta de contato visual;
• não responder quando chamado pelo nome;
• desenvolvimento tardio das habilidades de fala;
• dificuldade em manter uma conversa;
• repetição de frases ou palavras;
• dificuldade em compreender os sentimentos dos outros e expressar os seus;
• comportamentos repetitivos ou incomuns.
Dentre os comportamentos atípicos, podemos notar que as crianças com autismo podem demonstrar extrema atenção ou interesse por determinado objeto (hiperfoco); realizar movimentos repetitivos com o corpo, alinhar ou organizar brinquedos em linha, entre outros.
Além disso, a manutenção de uma rotina, que oferece à criança com autismo uma previsibilidade dos acontecimentos, é um traço comum no TEA. Em geral, mudanças na rotina ou a exposição a ambientes barulhentos e excessivamente estimulantes podem causar desconforto, levando a reações como explosões de raiva, frustração, angústia ou tristeza.
O diagnóstico do autismo é clínico, feito por um médico especialista, por meio dos relatos dos pais sobre o comportamento da criança e observação desta em diferentes ambientes.
Quais são as causas do autismo?
As causas do autismo atualmente são desconhecidas, mas existem muitos estudos e pesquisas que analisam o desenvolvimento do TEA. Pesquisadores identificaram genes que surgem por mutação espontânea ou são herdados, que parecem ter conexões com o autismo.
Pessoas com autismo também podem sofrer alterações em áreas cerebrais que afetam a fala e o comportamento. Fatores ambientais também podem influenciar o desenvolvimento do TEA, embora esse fator ainda não seja confirmado pela ciência.
Qual o tratamento para o autismo?
Não existe um tratamento único para o autismo, pois cada criança é única. Ainda que existam sinais comuns, é preciso analisar as características de cada um. O médico ou psicólogo especialista em autismo irá encaminhar a criança para um tratamento multidisciplinar, de acordo com suas necessidades.
Dentre as intervenções que contribuem para o desenvolvimento de habilidades nas crianças com autismo, estão:
Análise Aplicada do Comportamento (ABA)
No modelo de intervenção ABA, o primeiro passo é aprender sobre os comportamentos específicos da criança com autismo, assim como os efeitos do ambiente sobre esses comportamentos e como ela aprende. O ABA visa aumentar os comportamentos desejáveis e reduzir os prejudiciais por meio do reforço positivo.
O modelo de intervenção ABA ajuda a melhorar a comunicação, memória, foco e o desempenho acadêmico, analisando os comportamentos atuais da criança e ensinando novas ações passo a passo.
Terapia Ocupacional
A Terapia Ocupacional ajuda a criança com autismo a desenvolver habilidades para a vida cotidiana para conquistar autonomia, como vestir-se sem ajuda, cuidados básicos de higiene e habilidades motoras finas.
Fonoaudiologia
O tratamento com fonoaudiólogo ajuda a criança com autismo a enfrentar suas dificuldades de comunicação. O tratamento também visa ensinar a interpretar a linguagem não verbal, sinais fundamentais para interação social.
O autismo não é uma doença, mas um transtorno do neurodesenvolvimento que acompanha o indivíduo ao longo da vida. Por isso, não há cura para o autismo, mas é possível promover o desenvolvimento e a qualidade de vida por meio de intervenções adequadas, suporte personalizado e ambientes acolhedores que valorizem as singularidades de cada pessoa.
É importante lembrar que existem diferentes graus de suporte necessários, o que faz com que algumas pessoas com TEA adquiram autonomia, enquanto outras requerem cuidados e apoio constantes.
Aprofunde Seu Conhecimento sobre o Autismo
Entender o TEA vai além de reconhecer as principais características do autismo, pois é necessário compreender as singularidades de cada indivíduo. Para ajudar pais, educadores e profissionais da saúde, o livro “Mentes Únicas – Aprenda como descobrir, entender e estimular uma pessoa com autismo”, de Luciana Brites e Clay Brites, oferece insights valiosos.
Por que adquirir este livro?
• Apresenta explicações acessíveis e embasadas cientificamente sobre o TEA.
• Compartilha estratégias práticas para estimular o desenvolvimento de habilidades essenciais.
• Propõe abordagens para construir um ambiente mais inclusivo e acolhedor para crianças autistas.
Conclusão Características do Autismo
O transtorno do espectro do autismo (TEA) é uma condição complexa, marcada pela heterogeneidade fenotípica e pelas principais características do transtorno, como dificuldades de socialização e comportamentos repetitivos. O diagnóstico de TEA, realizado quanto mais cedo possível, é essencial para compreender o grau de severidade e direcionar tratamentos personalizados.
Em caso de suspeita, é fundamental procurar um profissional, como um psiquiatra ou neuropediatra, que avalie as características relacionadas e recomende intervenções multidisciplinares. Essas ações permitem que a criança autista desenvolva habilidades que promovem seu desenvolvimento global e qualidade de vida.
Com suporte adequado, a criança pode desenvolver autonomia e superar desafios, valorizando suas capacidades únicas e alcançando um futuro mais inclusivo.
Perguntas Frequentes: Características do Autismo
Quais são as principais características do autismo?
O autismo é um transtorno do espectro que apresenta uma gradação de sintomas e manifestações, variando de pessoa para pessoa. As principais características do transtorno incluem dificuldades na interação social, manias, comportamentos repetitivos e desafios na comunicação verbal e não verbal. Além disso, o comportamento pode incluir hipersensibilidade a estímulos sensoriais e uma necessidade de previsibilidade nas rotinas.
Como é feito o diagnóstico do autismo?
O diagnóstico de TEA é realizado a partir das observações do comportamento da criança por profissionais de saúde, como psiquiatras ou neuropediatras, e inclui entrevistas com os pais e testes padronizados. Geralmente, sinais podem ser percebidos nos primeiros meses de vida, e quanto mais cedo o diagnóstico for feito, melhor será o direcionamento para intervenções.
Quais são os comportamentos associados ao espectro autista?
Os comportamentos associados ao TEA mais comuns incluem dificuldades em interações sociais, interesses restritos e manias, como alinhar objetos. O autismo pode ainda apresentar características como sensibilidade a estímulos sensoriais e resistência a mudanças. Nesses casos, é importante oferecer atenção psicossocial e suporte contínuo.
O autismo é um transtorno comum?
Sim, o autismo é um transtorno reconhecido, com estudos apontando que 1 em cada 54 crianças é autista. Esse aumento na prevalência está associado a uma maior conscientização e avanços nos métodos de diagnóstico, permitindo que mais crianças sejam identificadas com TEA nos primeiros anos de vida.
Quais são as características mais comuns do comportamento de uma criança com TEA?
O comportamento pode incluir dificuldade em interações sociais, preferência por rotinas e brincadeiras repetitivas, além de interesses restritos. É fundamental observar a gradação das manifestações e buscar ajuda de outros profissionais, como terapeutas ocupacionais e fonoaudiólogos, para auxiliar no desenvolvimento global da pessoa.
Existe uma relação entre autismo e outras condições, como bipolaridade?
Embora o autismo não seja diretamente relacionado ao transtorno bipolar, algumas condições podem coexistir em um mesmo indivíduo. Nesses casos, o acompanhamento de profissionais especializados é essencial para oferecer um tratamento integrado.
O tratamento do autismo inclui suplementação de vitaminas?
Embora a suplementação de vitaminas possa ser parte do suporte geral, o tratamento do autismo é baseado principalmente em terapias multidisciplinares, como ABA, terapia ocupacional e fonoaudiologia, que visam melhorar o desenvolvimento global e a qualidade de vida.

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