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“Comida Boa” beneficiou 35,7 mil famílias na Comcam; crédito fica disponível até sexta
35.708 cartões vales compras foram entregues a famílias da região da Comcam
Lançado no último dia 7 de maio na região de Campo Mourão, o programa “Cartão Comida Boa”, do Governo do Estado, beneficiou mais de 35 mil famílias na Comcam com a entrega de 35.708 cartões vales compras, o equivalente a 81,7% do total previsto. A meta era entregar 43.713 cartões.
O balanço foi repassado pela chefia regional da Secretaria da Agricultura e Abastecimento (Seab), núcleo de Campo Mourão, João Ricardo Barbosa Rissardo, que fez uma avaliação positiva do programa na região. Ele lembrou que os beneficiários têm até esta sexta-feira (7) para usarem o saldo remanescente dos vouchers. A entrega dos cartões foi encerrada no dia 14 de julho. A partir do dia 8, os valores serão zerados, em razão de o Decreto 5.069, publicado em 7 de julho, ter prorrogado o benefício por um mês, a contar daquela data.
“Várias famílias foram atendidas em toda a Comcam. O programa vem para complementar o auxílio do Governo Federal. É um valor que dá para adquirir vários produtos que compõem a cesta básica como arroz, feijão, farinhas, ovos, macarrão, legumes, verduras e alguma proteína”, comentou Rissardo.

Ele ressaltou que o benefício é para pessoas que estão em situação de vulnerabilidade e que perderam o emprego por conta da pandemia de Covid-19, ou autônomos que deixaram de gerar renda em razão da suspensão de serviços. O “Comida Boa” é uma ajuda emergencial. Os recursos para o programa são do Fundo Estadual de Combate e Erradicação da Pobreza. Quem tem direito ao auxílio, e por ventura não retirou o cartão nos locais e prazos onde os municípios fizeram a entrega, não tem direito a parcela anterior porque o valor não é cumulativo.
O alerta é que os beneficiários fiquem atentos, já que os saldos do “Cartão Comida Boa” ficarão disponíveis somente até esta sexta-feira (7). “Quem não utilizar até esta data perderá o crédito”, alerta a secretária municipal de Campo Mourão, Márcia Calderan.
O “Comida Boa” é um vale compra no valor de R$ 50,00 concedido pelo governo do Estado para famílias em situação de vulnerabilidade, com o intuito de amenizar a crise causada pela pandemia do coronavírus (Covid-19).
O cartão pode ser usado nos estabelecimentos credenciados pela Secretaria Estadual da Agricultura e do Abastecimento. O programa é desenvolvido em parceria com a Secretaria da Justiça, Família e Trabalho (SEJUF). “O objetivo é garantir que as famílias não passem necessidade de itens básicos de alimentação durante a pandemia de coronavírus”, falou a chefe do Escritório Regional da Secretaria da Justiça, Família e Trabalho (SEJUF), em Campo Mourão, Shelly Miriam Fernandes Nogueira.
O benefício
O benefício é voltado para quem está inserido no Cadastro Único (CadÚnico) nacional e atende aos requisitos estabelecidos no decreto 4570/20, além de autônomos e microempreendedores individuais que tiveram sua renda afetada pela pandemia.
O cartão deve ser usado exclusivamente para compra de produtos da cesta básica. O cidadão que quer saber se tem direito ao benefício deve digitar seu CPF no site www.cartaocomidaboa.pr.gov.br.
Fonte Tribuna do Interior

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Dor e rigidez matinal nos dias frios: o que causa e como aliviar na própria cama
Dor e rigidez matinal nos dias frios: o que causa e como aliviar na própria cama
Acordar com a sensação de que o corpo está travado, com os músculos pesados e as articulações resistindo ao menor esforço, é uma queixa muito comum, especialmente durante os meses de outono e inverno.
Acordar com a sensação de que o corpo está travado, com os músculos pesados e as articulações resistindo ao menor esforço, é uma queixa muito comum, especialmente durante os meses de outono e inverno. Essa rigidez temporária é uma resposta natural do organismo ao repouso, potencializada pela queda brusca da temperatura no ambiente. Entender a origem desse desconforto e saber como um simples alongamento na cama pode ajudar a espantar a rigidez do corpo nas manhãs frias é o primeiro passo para começar o dia com mais disposição e menos dor física.

Sinais de que as baixas temperaturas estão afetando sua mobilidade
O desconforto matinal não se manifesta da mesma forma para todas as pessoas, mas costuma seguir um padrão mecânico. Quando o frio afeta o repouso noturno, é comum que o paciente relate os seguintes sintomas assim que abre os olhos:
• Sensação de repuxamento ou tensão na região lombar.
• Dificuldade inicial para dobrar totalmente os joelhos e cotovelos.
• Peso na região do pescoço e dos ombros.
• Pequenos estalos articulares ao dar os primeiros passos até o banheiro.
• Falta de agilidade nas mãos para fechar os dedos com força.
Por que amanhecemos com os músculos tensos no inverno
O travamento do corpo nas manhãs geladas ocorre devido a uma combinação de fatores fisiológicos instintivos. Durante o sono profundo, passamos horas praticamente imóveis, o que reduz a circulação sanguínea periférica. Com o frio intenso, a tendência natural é encolher o corpo sob as cobertas, adotando posições fetais para reter calor. Esse encolhimento gera uma tensão muscular contínua durante a madrugada.
Além da musculatura, as articulações sofrem uma alteração física. O líquido sinovial, que funciona como o “óleo lubrificante” das nossas juntas, tende a ficar mais espesso em temperaturas baixas e em períodos de inatividade. Quando o despertador toca, esse líquido ainda está gelatinoso, exigindo que o corpo faça um esforço maior para se mover, o que traduzimos como sensação de rigidez.
Como diferenciar o travamento comum de uma doença articular
Na rotina de saúde e bem-estar, é fundamental observar o tempo que o corpo leva para recuperar o movimento normal. Para fins de avaliação médica preliminar, a duração da rigidez matinal é um dos principais indicadores de que algo não vai bem.
Se o desconforto e os travamentos duram cerca de dez a quinze minutos e desaparecem completamente após os primeiros passos da manhã ou um banho quente, isso costuma ser apenas uma resposta mecânica do corpo ao frio e à inatividade.
No entanto, se a dificuldade de movimentação persistir por mais de uma hora após acordar, acompanhada de inchaço, vermelhidão ou dor aguda nas juntas, o quadro muda. Esse longo período de travamento é um alerta clássico investigado por reumatologistas para diagnosticar quadros inflamatórios crônicos, como a artrite reumatoide ou graus avançados de osteoartrite.
Movimentos suaves para soltar o corpo antes de levantar
Para contornar o desconforto matinal sem impacto, a recomendação é iniciar uma lubrificação articular gradativa ainda na horizontal. Esses movimentos funcionam como um aquecimento leve que avisa o sistema nervoso de que o período de repouso acabou, promovendo o fluxo sanguíneo local.
• Abraço nos joelhos: Deitado de barriga para cima, puxe lentamente os dois joelhos em direção ao peito e abrace as pernas. Mantenha a posição por trinta segundos, respirando fundo para aliviar a tensão na lombar.
• Torção de tronco deitada: Ainda de barriga para cima, abra os braços em formato de cruz. Dobre os joelhos e deixe que as pernas caiam suavemente para o lado direito, enquanto você olha para o lado esquerdo. Permaneça por alguns segundos e inverta o lado.
• Espreguiçamento total: Estique as pernas até o pé da cama e leve os braços esticados para trás da cabeça. Force um estiramento suave, como se alguém puxasse suas mãos e pés em direções opostas.
• Rotação de tornozelos e punhos: Gire os pés e as mãos em círculos no ar, primeiro para o sentido horário e depois para o anti-horário, para estimular as extremidades do corpo.
Acordar sem pressa e dar ao corpo o tempo necessário para reaquecer as engrenagens articulares previne distensões, contraturas e lesões acidentais logo no início do dia. Vale lembrar que a inserção de movimento na rotina é altamente benéfica, mas dores constantes ou limitantes não devem ser ignoradas ou tratadas apenas com medidas caseiras. Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e não substitui uma consulta médica formal. Se a rigidez matinal estiver afetando sua qualidade de vida, procure a orientação de um ortopedista, reumatologista ou fisioterapeuta para um diagnóstico clínico adequado.
Fonte: Jovem Pan Por Jornal Portal do Paraná

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