PARANÁ|BRASIL
Concurso de Redação Agrinho 2026 mobiliza alunos da rede estadual a partir desta semana
A edição 2026 do Concurso Redação Paraná Nota 10 – Agrinho começa oficialmente nesta segunda-feira (18), envolvendo estudantes de todas as escolas estaduais do Paraná em uma grande mobilização pela leitura, escrita e reflexão sobre sustentabilidade no campo. O período de produção e submissão das redações segue até o dia 30 de junho, por meio da plataforma Redação Paraná, com orientação dos professores da rede estadual.
A iniciativa é voltada aos estudantes do Ensino Fundamental II e do Ensino Médio, e integra o programa Agrinho, desenvolvido em parceria entre a Secretaria de Estado da Educação (SEED-PR) e o Sistema Faep/Senar-PR. O objetivo é estimular a produção textual aliada à reflexão crítica sobre temas atuais ligados ao agronegócio sustentável.
Neste ano, o concurso traz como tema “Agro forte, futuro sustentável: equilíbrio entre produção e meio ambiente”, desafiando os estudantes a desenvolverem diferentes gêneros textuais de acordo com a etapa de ensino. Os alunos do 6º e 7º anos irão produzir textos do gênero ‘relatos’; os estudantes do 8º e 9º anos trabalharão o gênero conto; já os alunos do Ensino Médio deverão elaborar textos dissertativo-argumentativos.

Além de incentivar a criatividade e a capacidade argumentativa, o concurso também destaca o uso da tecnologia no ambiente educacional. As redações serão produzidas na plataforma Redação Paraná, que utiliza Inteligência Artificial para correção imediata e auxílio no aprimoramento da escrita dos estudantes. Para avançar às etapas Regional e Estadual, é necessário que o aluno alcance Nota 10, validada pelo professor orientador.
Vencida a primeira etapa, na escola, os próximos passos rumo à seleção final do concurso compreendem o encaminhamento dos trabalhos selecionados aos aos Núcleos Regionais de Educação (NRE), e a banca final, coordenada pelo Senar-PR, responsável por definir os vencedores estaduais.
Para o secretário da Educação, Roni Miranda, o concurso é uma maneira prática de envolver os alunos com temas relevantes. “A Redação Agrinho é uma chance de ouro para os nossos estudantes aplicarem o que aprendem em sala em situações do dia a dia. Eles escrevem, refletem, desenvolvem pensamento crítico e ainda têm a chance de serem reconhecidos por isso”, afirma.
PREMIAÇÃO – Programada para o mês de novembro, no tradicional evento de celebração que ocorre anualmente, em Curitiba, a premiação do concurso contemplará estudantes e professores orientadores das melhores redações do estado. Os autores dos trabalhos classificados em 1º, 2º e 3º lugar, assim como seus professores, receberão smartphones como reconhecimento pelo desempenho.
Os estudantes e docentes classificados em 1º e 2º lugar também participarão da cerimônia oficial de premiação em Curitiba, prevista para novembro, em um evento que reúne representantes de todas as regiões do Paraná.
Na edição passada, a categoria Redação contou com mais de 586 mil participações de alunos da rede estadual, em todo o Estado. Um dos destaques entre os selecionados foi o texto produzido pela estudante Gabrielly Mem Belini, 14 anos, do Colégio Estadual 11 de Abril, de Tapejara. Ela contou que já havia participado de outras edições e que essa foi a primeira vez que veio a Curitiba para a cerimônia de premiação.
“Eu já tinha participado outras vezes do Agrinho e ficado em terceiro lugar, mas aquela foi a primeira vez que fui a Curitiba para receber o prêmio. Foi uma experiência maravilhosa”, disse.
Na redação, Gabrielly explorou a conexão entre o campo e a cidade a partir de uma história poética. “Minha redação falava sobre o amor de um pai e de uma filha, conectando o campo e a cidade. Isso me inspirou porque o meu pai veio do campo e eu fui criada na cidade. Quis mostrar como essas realidades são diferentes: a cidade é barulhenta, corrida, enquanto o campo é mais tranquilo”, explicou.
A estudante destacou que o Agrinho foi um episódio transformador em sua trajetória acadêmica. “O projeto abre portas para novas experiências e para conhecer outros lugares. É, de fato, uma experiência incrível”, afirmou.
Quem também recebeu destaque na edição de 2025, ficando em primeiro lugar entre as redações enviadas por escolas da região de Ibaiti, foi Iris Mayara dos Santos Mainardes, 17 anos, do Centro Estadual Seiji Hattanda, de Ibaiti. Foi sua primeira participação no evento.
“Quando eu fiquei sabendo que meu trabalho tinha sido selecionado, fiquei muito feliz. Nossa, eu quase chorei, meus olhos encheram de lágrimas, porque realmente não esperava. Já tinha ido para a classificatória nos anos anteriores, mas nunca tinha ido ao evento em Curitiba. Fiquei muito feliz”, disse na ocasião.
SOBRE O AGRINHO – O Programa Agrinho completa 31 anos como uma das maiores iniciativas de responsabilidade social e educacional do Estado. Criado em 1995 e levado às escolas em 1996, o programa reúne anualmente cerca de 800 mil estudantes e mais de 50 mil professores da educação infantil, ensino fundamental e educação especial, alcançando todos os municípios paranaenses.
A iniciativa reúne diferentes categorias, como Redação, Desenho, Experiência Pedagógica, Relatório Município Agrinho, Robótica, Programação e AgroRobótica. Mais do que uma competição, o Concurso Agrinho reafirma o compromisso da educação paranaense com a formação crítica dos estudantes, incentivando o protagonismo juvenil, o desenvolvimento da escrita e a conscientização sobre a importância do equilíbrio entre produção agrícola e preservação ambiental.
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PCPR reforça alertas sobre uso de jogos e redes sociais por crianças e adolescentes
PCPR reforça alertas sobre uso de jogos e redes sociais por crianças e adolescentes
O Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, lembrado em 18 de maio, é um momento de conscientização sobre a importância de prevenir e denunciar casos de violência contra menores.
O Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, lembrado em 18 de maio, é um momento de conscientização sobre a importância de prevenir e denunciar casos de violência contra menores. A Polícia Civil do Paraná (PCPR) reforça orientações sobre prevenção, identificação de sinais e formas de denúncia para conscientizar famílias, escolas e a sociedade sobre a importância da proteção de crianças e adolescentes, especialmente em ambientes virtuais.


A delegada Mariana Coelho, que atua no Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes (Nucria), explica que o uso cada vez mais frequente da internet por crianças e adolescentes exige atenção constante dos pais e responsáveis. Segundo ela, jogos online, redes sociais e aplicativos de mensagens são utilizados por criminosos para se aproximar das vítimas por meio de conversas e criação de vínculos de confiança.
“Em muitos casos, os autores utilizam interesses em comum para conquistar a confiança da criança ou do adolescente e, posteriormente, praticar crimes como aliciamento virtual, extorsão mediante uso de imagens íntimas e produção de material de abuso sexual envolvendo envolvendo menores de idade”, diz.
A orientação é que o acompanhamento das atividades digitais comece a ser praticado dentro de casa. Pais e responsáveis devem ter conhecimento sobre os conteúdos acessados pelas crianças, saber quem são as pessoas com quem elas conversam e utilizar ferramentas de restrição disponíveis nas plataformas digitais. Além dos crimes sexuais praticados no ambiente virtual, a PCPR também alerta para casos de bullying e cyberbullying, que podem causar impactos psicológicos em crianças e adolescentes.
SINAIS – Mudanças bruscas de comportamento, isolamento, irritabilidade, ansiedade, depressão e resistência em permitir o acesso dos pais ao celular ou às redes sociais podem indicar situações de risco ou violência. A PCPR orienta que familiares, professores e responsáveis mantenham diálogo constante com crianças e adolescentes para identificar possíveis sinais de vulnerabilidade.
Conforme a delegada, a relação de confiança entre pais e filhos é uma das principais formas de prevenção. “Os responsáveis devem conversar abertamente sobre os riscos da internet, explicar os perigos do compartilhamento de imagens íntimas e acompanhar o uso de plataformas digitais de acordo com a faixa etária”, explica.
DENÚNCIA – Em casos de suspeita ou de confirmação de violência, a PCPR orienta que a denúncia seja feita imediatamente. O registro do boletim de ocorrência pode ser realizado em qualquer delegacia de polícia ou diretamente nas unidades do Nucria. Também é possível denunciar pelos telefones 197, da PCPR, e 181, do Disque-Denúncia, de forma anônima.
A PCPR reforça que, ao identificar qualquer indício de violência contra crianças e adolescentes, é fundamental procurar as autoridades competentes e evitar tentativas de investigação por conta própria, para não comprometer o andamento das apurações.
Na foto delegada Mariana Coelho, da PCPR
Foto: PCPR
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