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Dengue avança e região da Comcam já somam 4.034 casos

Atualização dos números

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Barbosa Ferraz e Engenheiro Beltrão são as cidades com mais casos, 796 e 689, respectivamente.
O boletim semanal da Secretaria de Estado da Saúde, divulgado nesta quarta-feira (26), aponta que a dengue não para de aumentar na Comcam. De acordo com os dados, a região soma 4.034 casos confirmados, um aumento de 10,23% em relação à semana passada, que eram 3.621. Já as notificações são 9.673. O monitoramento do período epidemiológico teve início em 28 de julho do ano passado.


Conforme os números, Barbosa Ferraz e Engenheiro Beltrão são as cidades com mais casos, 796 e 689, respectivamente. Os outros municípios com casos confirmados da doença são: Quinta do Sol (661); Nova Cantu (578); Juranda (517); Peabiru (290); Iretama (172); Ubiratã (95); Campo Mourão (71); Campina da Lagoa (57); Goioerê (21); Araruna (20); Roncador (17); Fênix (13); Boa Esperança (10); Moreira Sales (7); Terra Boa (4); Luiziana (3); Mamborê (3); Rancho Alegre d’Oeste (3); Corumbataí do Sul (2); Janiópolis (2); Altamira do Paraná (2); Quarto Centenário ( 1).
Até o momento a região tem sete mortes em decorrência da doença, 3 em Nova Cantu, 3 em Barbosa Ferraz, e uma em Peabiru. As cidades de Engenheiro Beltrão, Barbosa Ferraz; Iretama; Juranda; Nova Cantu; Peabiru; e Quinta do Sol estão em situação de epidemia.

A chefe de Vigilância Sanitária da 11ª Regional de Saúde de Campo Mourão, Alessandra Granado, comenta que a Regional está acompanhando a situação em toda a região, inclusive, auxiliando os municípios em ações de combate à dengue. “Além da circulação viral da dengue o clima está bastante propício à proliferação do mosquito vetor da doença devido às chuvas e calor. O mosquito se reproduz facilmente em qualquer lugar que acumule água parada e por isso a população deve manter o cuidado de não deixar água acumulada parada”, pediu, ao lembrar que cerca de 90% dos criadouros do Aedes Aegypti estão nas residências.

Alguns municípios da região travaram uma verdadeira “guerra” contra o Aedes aegypti. Em Barbosa Ferraz, por exemplo, prefeitura, comércio e escolas fecharam na semana passada para um arrastão em toda a cidade e distritos. O mesmo aconteceu na semana retrasada em Iretama. Em Barbosa Ferraz, a prefeitura criou um Comitê Gestor da Dengue para centralizar as ações referentes à situação e implantou o disk-dengue, um canal em que o morador poderá fazer denúncias de terrenos com mato alto, residências com focos, e imóveis abandonados. O telefone para denúncias é o (44) 9.9767-8684. No último sábado, o secretário estadual de Saúde, Beto Preto, participou de reunião na cidade, e anunciou que o Estado centralizará mais ações emergenciais no município.

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A prefeitura endureceu a lei também para casos de moradores que descuidarem dos quintais ou proprietários de terrenos baldios com mato alto. Decreto diminuiu o prazo para proprietários de terrenos baldios com mato alto providenciarem a limpeza de 15 dias para 48 horas, sob pena de multa de 250,00 com o valor podendo ser aumentado para R$ 500,00 em caso de encontrados focos de larvas.
Em Campo Mourão e Peabiru, as administrações também deixaram a lei mais rígida para o morador que descuidar do seu quintal. Em Campo Mourão, a multa inicial para o morador onde for encontrado foco da dengue é de R$ 338,00 podendo chegar a R$ 338 mil. A lei determina uma série de multas para casos específicos.
Deixar de adotar qualquer medida de controle mecânico, por exemplo, mesmo inexistindo a presença de ovo, larva, pupa ou do inseto adulto, a multa correspondente a R$ 1.014,00; negar a entrega das chaves do imóvel para ser inspecionado, multa de R$ 676,00. A obstrução das atividades dos Agentes de Combate à Dengue ou da Vigilância Sanitária, acarretará em multa de R$ 1.690,00; deixar de adotar qualquer medida de controle mecânico e alternativo, com a constatação pelos Agentes de Combate à Dengue ou da Vigilância Sanitária da existência de focos dos transmissores das doenças, multa de R$ 3.380,00 por imóvel, entre outras.
Paraná
A secretaria de Estado da Saúde registrou esta semana 9.161 novos casos confirmados de dengue no Paraná, totalizando 35.853 casos confirmados da doença. 329 municípios apresentam notificações para a dengue e 271 têm casos confirmados. Aumentou também o número de cidades em epidemia, eram 78 na semana anterior e agora são 93.
Proporcionalmente ao número de habitantes, as cidades de Santa Isabel do Ivaí e Quinta do Sol, apresentam maior incidência. Santa Isabel do Ivaí, na região Noroeste, com cerca de 8.700 moradores, registra 1.283 casos de dengue e uma incidência de 14.913,40 por 100 mil habitantes, e Quinta do Sol, na região Centro-Oeste, com aproximadamente 5 mil habitantes, tem 664 casos e uma incidência de 14.310,34.
Os principais sintomas da dengue são febre alta com início súbito, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, manchas e erupções avermelhadas semelhantes ao sarampo ou rubéola, principalmente no tórax e membros superiores, náuseas e vômitos, perda de paladar e de apetite, tonturas, dores no corpo.

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Quais os riscos do Ozempic, que atriz diz ter tomado antes de ser hospitalizada

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Quais os riscos do Ozempic, que atriz diz ter tomado antes de ser hospitalizada

A atriz cubana Lisandra Silva, de 37 anos, compartilhou em suas redes sociais que precisou ser levada às pressas ao hospital após usar Ozempic.

A princípio, a semaglutida — o nome científico da molécula que é o princípio ativo do Ozempic — foi estudada e aprovada como um tratamento contra o diabetes. Mas logo os cientistas começaram a observar um “efeito colateral” muito interessante dela: a perda de peso.

Foi assim que o Ozempic começou a ter o chamado uso off-label (fora das recomendações de bula) alardeado por algumas pessoas como uma forma de eliminar os quilos extras.

Mais recentemente, surgiu a versão do medicamento específica para o tratamento da obesidade, como a marca Wegovy.

“Meu açúcar caiu tanto que eu tive ligar para o pai das crianças quando senti que estava desmaiando e meus filhos estavam dormindo ao meu lado. Graças a Deus não aconteceu nada, mas senti que estava morrendo e cheguei na clínica em cadeira de rodas”, contou a atriz no Instagram.

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Lisandra disse ter comprado o remédio por orientação médica e abandonado a estratégia depois do susto.

A Novo Nordisk Brasil, responsável pelo medicamento, afirmou à reportagem que não recebeu relato em seu SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) brasileiro sobre o caso envolvendo a atriz cubana Lisandra Silva.

“Porém, tomando conhecimento do mesmo via imprensa, será feito uma submissão à agência sanitária brasileira, ANVISA, como é o procedimento em casos semelhantes e parte de suas práticas de Farmacovigilância.”

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