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Hoje (11/08) tem sessão da Câmara de Goioerê

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Com diversos assuntos a serem discutidos, acontece na noite deste terça-feira (11/08), mais uma sessão plenária na câmara de Goioerê. Vários requerimentos e indicações contam da pauta da sessão que começa às 20 horas.

Entre as indicações, destaque para uma de autoria do vereador Patrik Flávio, sugerindo à prefeitura, adequações no barracão do Mini Ceasa para que o mesmo possa ser utilizado pelos feirantes, citando como exemplo o barracão do município de Juranda, no qual as laterais do barracão são abertas e instaladas grades, permitindo ampla ventilação no seu interior.

 

 

Já de autoria do vereador Agilson Flausino, será votada indicação que solicita do Conselho Municipal de Trânsito, para que na próxima reunião do órgão, estudem a viabilidade de instalação de uma ondulação transversal, tipo redutor de velocidade dentro dos padrões técnicos exigidos pela nossa legislação, mais precisamente no cruzamento da Avenida Brasília com a Rua Voluntários da Pátria.

 

 

REQUERIMENTOS

Entre os requerimentos, a Câmara vota um de autoria do vereador Jacy da Silva, que solicita da Secretaria Municipal de Saúde, informações detalhadas sobre a fila de espera para aquisição de órteses, próteses e cadeiras de rodas.

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De acordo com o vereador, a prefeitura deve detalhar quando foi feito o primeiro pedido com data, mês e ano, bem como, quantas pessoas estão nesta fila de espera e qual a previsão para atendimento.

 

Em um outro requerimento, também na área da saúde, Jacy solicita o envio de expediente a Elenita de Cácia Menoci Mortean, diretora da 11ª Regional de Saúde de Campo Mourão.

O vereador quer saber sobre os pedidos feitos pelo município de Goioerê, para destinação de órteses, próteses e cadeiras de rodas e qual a previsão para atendimento destes pedidos.

De autoria do vereador Guilherme Dutra, será votado requerimento que solicita da prefeitura, informações sobre as Academias da 3ª Idade, que segundo ele, ainda não foram instaladas e que estão armazenadas no Parque do Povo. O vereador quer saber se há alguma previsão de serem instaladas ainda na atual administração.

Fonte: Gazeta Regional.

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Bacalhau não é um peixe; entenda por quê e saiba identificar antes de compra

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Bacalhau não é um peixe; entenda por quê e saiba identificar antes de compra

Muito consumido no Brasil, especialmente em datas como a Semana Santa, o bacalhau está presente em receitas assadas, cozidas e em recheios de bolinhos, pizzas e pastéis. No entanto, ao contrário do que muita gente pensa, bacalhau não é um único tipo de peixe, mas sim um nome genérico que se refere a diferentes espécies.


Bacalhau grelhado com legumes. Foto: Freepik
Bacalhau não é uma espécie única de peixe
O termo “bacalhau” é utilizado para designar um conjunto específico de peixes salgados e secos, e não uma única espécie. De acordo com a legislação brasileira, apenas três tipos podem ser comercializados oficialmente como bacalhau:
• Gadus morhua (Bacalhau do Porto ou Cod)
• Gadus macrocephalus (Bacalhau do Pacífico)
• Gadus ogac (Bacalhau da Groenlândia)
Essas espécies passam por um processo tradicional de salga e secagem, que garante o sabor e a conservação característicos do produto.
Um dos principais problemas enfrentados pelos consumidores é a confusão — e até fraude — na venda de peixes salgados. Espécies como:
• Ling (Ophiodon elongatus)
• Zarbo (Brosmius brosme)
• Saithe (Pollachius virens)
não são consideradas bacalhau, apesar de muitas vezes serem vendidas como se fossem. Esses peixes têm menor valor comercial e devem ser identificados corretamente no rótulo como “peixe salgado”, seguido do nome da espécie.
Como escolher bacalhau com segurança
Com o aumento do consumo de pescado, órgãos de fiscalização reforçam a importância de cuidados na hora da compra. A Comissão de Tecnologia e Higiene Alimentar do Conselho Federal de Medicina Veterinária (Contha/CFMV) orienta:
• Compre apenas em locais limpos, organizados e sem mau cheiro
• Observe a conservação:
• Peixes frescos devem estar próximos de 0°C
• Congelados devem estar a -18°C
• Prefira produtos expostos com bastante gelo
• Verifique a rotulagem, que deve indicar claramente a espécie e a origem
• Confira se há selo de inspeção: SIM, SIE, SIF ou Sisbi
Caso haja qualquer dúvida sobre a qualidade, a recomendação é não comprar o produto e denunciar aos órgãos competentes, como Vigilância Sanitária ou Procon.
Segundo a Tabela Brasileira de Composição de Alimentos (Taco), feita pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), uma porção de bacalhau salgado contém 136 calorias e 29 gramas de proteína, com zero de colesterol. O bacalhau é considerado um peixe de baixo teor de gorduras totais.

Atenção redobrada na Semana Santa
A nutricionista Jussara Salgado explica que há sinais claros de que o bacalhau ou outro pescado está fresco. Por serem altamente perecíveis, peixes e frutos do mar podem se deteriorar rapidamente se não forem mantidos nas condições adequadas de conservação.
“O peixe deve ter carne firme, escamas brilhantes e bem aderidas à pele, olhos salientes e brilhantes, além de guelras vermelhas e cheiro suave, característico.”
O consumidor deve evitar produtos com odor forte, semelhante ao de amônia, ou que não estejam devidamente refrigerados.
“O pescado precisa estar sobre uma camada de gelo, sem contato direto, e protegido por plástico adequado. Já os congelados devem estar bem armazenados, sem sinais de descongelamento, como embalagem úmida ou amolecida”, explicou a nutricionista.
Caraterísticas do peixe próprio para o consumo:
• carne firme;
• escamas aderentes à pele;
• olhos brilhantes;
• guelras avermelhadas;
• cheiro suave.
Armazenamento
A recomendação é que o pescado seja armazenado o mais rápido possível após a compra. Em casa, deve ser limpo (com retirada de vísceras, escamas e resíduos), e guardado em recipiente fechado na geladeira.
O consumo do peixe cru deve ocorrer em até 24 horas. Já o alimento cozido pode ser mantido por até três dias, desde que refrigerado adequadamente.
“Durante o preparo, a higiene é essencial. Lavar bem as mãos antes e depois de manipular alimentos, higienizar utensílios e evitar o contato entre alimentos crus e cozidos são medidas simples, mas eficazes”, acrescentou Jussara Salgado.

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Risco de intoxicação
A ingestão de pescado contaminado pode causar intoxicação alimentar com sintomas como náuseas, vômitos, diarreia e, em casos mais graves, levar à hospitalização.
“O pescado é um alimento rico em proteínas e muito sensível. Quando não é manipulado corretamente, pode favorecer a proliferação de bactérias e a produção de toxinas prejudiciais à saúde”, alertou a superintendente Helen Keller.
Para evitar problemas, a orientação é planejar as compras, adquirir os produtos e preparar os alimentos o mais próximo possível do momento de servir. No caso de pratos frios, como saladas, a recomendação é mantê-los sob refrigeração até o consumo.
No caso do bacalhau, o dessalgue deve ser feito sob refrigeração, nunca em temperatura ambiente, reduzindo o risco de contaminação.
A superintendente reforça que o consumidor é peça-chave na prevenção de riscos. Ao identificar irregularidades, como produtos mal conservados ou condições inadequadas de higiene, é importante acionar a vigilância sanitária do município.

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