conecte-se conosco


Geral

Ladrão azarado: Ao agredir vítima de roubo, disparou nos órgãos genitais

Publicados

em

Por volta das 23h50min, dessa segunda-feira, a equipe da PM de Mariluz, foi solicitada e compareceu no Pronto Socorro de Mariluz, onde um indivíduo teria dado entrada com ferimentos de arma de fogo, após ter sofrido uma emboscada.

No local a equipe identificou a vítima como sendo um adolescente , que foi alvejado na região do pênis e testículos. foi de imediato reconhecido pela equipe policial, sendo o autor da tentativa de homicídio.

 

Durante o atendimento da ocorrência, a equipe teve conhecimento de um roubo, onde aproximadamente 5 indivíduos sendo 3 armados com arma de fogo revolver, efetuaram um roubo sendo que uma vitima reagiu entrando em luta corporal com um dos indivíduos, que efetuou um disparo contra o próprio órgão genital, e evadiu do local.

Diante das informações a equipe indagou, enquanto era medicado, que passou a confessar a prática do roubo, informando que entrou em luta corporal com uma das vítimas, e que iria efetuar um disparo na cabeça da mesma porem a vitima era mais forte e acabou efetuando um disparo acidental no próprio órgão genital.  relatou que estavam com três armas e relatou quem foi os autores do roubo. Foi indagado sobre os últimos roubos ocorridos no município de Mariluz e região, sendo que relatou com detalhes diversos roubos, alguns com os mesmos indivíduos já mencionados e outros na companhia de seu tio. Os roubos realizados foram vários.

Leia Também:  Homem fica em estado grave após ser esfaqueado pelo próprio filho

O relato dos roubos foi gravado pela equipe da PM, e está à disposição para investigação.

 

Aos policiais o adolescente relatou que reside em Cascavel, porem aqui tem se escondido após os roubos na residência de sua mãe, e de dois dos autores envolvidos contribui em receber todos integrantes da quadrilha nas ocasiões em que acontecem os roubos e guardam os materiais e origem de tais roubos, tal como os pneus, celulares, motosserra.

O adolescente foi transferido para o hospital em Umuarama, escoltado pela equipe policial que prestou apoio na situação. Foi feito apreensão do aparelho celular do mesmo. (Tribuna da Região)

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Variantes do coronavírus já podem estar circulando pelo Paraná

Publicados

em

É possível, quiçá até provável, que ao menos uma das variantes do novo coronavírus já esteja circulando pelo Paraná, com especial destaque à cepa carioca. Descoberta no final do ano passado por pesquisadores do Rio de Janeiro, a nova linhagem foi identificada em uma amostra de genoma do estado enviada à Rede Corona-ômicaBR/MCTI, que faz a vigilância genômica do coronavírus. Conforme a geneticista Carolina Voloch, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), além do Paraná, estados como São Paulo, Rio Grande do Sul, Bahia, Paraíba, Alagoas e Amazonas também já registraram casos de Covid-19 causados pela nova cepa do vírus.


No caso paranaense, entretanto, também é alta a possibilidade de outra variante já estar circulando: a do Amazonas. Isso porque nove moradores de Manaus que viajaram para Curitiba nos últimos 15 dias são suspeitos de serem portadores da variante amazônica do novo coronavírus. Um dos infectados – uma mulher que estava entubada em hospital particular – morreu no final de semana em decorrência da doença. Os outros estão em isolamento social e sendo monitorados, ao mesmo tempo em que são aguardados os exames que confirmarão (ou não) se essas pessoas foram infectadas pela variante.

Mas afinal, o que são essas variantes do coronavírus e como elas surgiram? Mais: é possível que isso tudo venha a agravar a crise sanitária e a atrapalhar os esforços para vacinar a população?
Em verdade, neste momento se há mais perguntas do que respostas definitivas. Mas as primeiras evidências já estão aí – e não são muito animadoras, adianto.

Começando ‘pelo início’, é importante destacar que as mutações fazem parte da evolução natural das epidemias virais, acontecendo principalmente nos vírus de RNA, como os coronavírus. O que acontece, na prática, é que os vírus, para se multiplicar no organismo, invadem as células. Durante o processo de reprodução, contudo, podem acontecer alterações no código genético e, quando há uma quantidade significativa de mutações, surgem novas cepas, que são microorganismos da mesma espécie, mas com características genéticas distintas.


Uma mudança encontrada nas três variantes, por exemplo, foi a N501Y, nome que se refere a uma alteração na proteína spike, do Sars-CoV-2, que é uma espécie de chave de como o patógeno interage com o corpo humano (tanto em relação à resposta imune quanto na ligação e entrada nas células das vias aéreas humanas). Na posição 501, onde o vírus se liga ao receptor celular, o tipo de molécula de aminoácido mudou de asparagina (N) para tirosina (Y). Ao que tudo indica, a mudança parece fortalecer a ligação entre o patógeno e as células humanas, amplificando a capacidade de contágio do vírus.

“O principal motivo que faz a emergência desse tipo de variante é o grande número de pessoas infectadas. Quanto mais pessoas infectadas você tem, mais você dá a chance do vírus evoluir. E aí estamos falando de milhões de pessoas infectadas em todo o mundo e hot spots. Nesses lugares com muitas pessoas infectadas, a chance de emergir um vírus com maior número de mutações é maior. Por isso, quando fazemos o distanciamento social e adotamos medidas de controle simples, como utilização de máscara e higienização das mãos com álcool em gel, estamos não só nos protegendo da infecção, mas, pensando de maneira coletiva, estamos freando a evolução do vírus”

 

Leia Também:  Informativo Augustus e Benossi: Contribuições INSS 2021: Veja como ficam os valores das alíquotas

Os principais temores com essas mutações do coronavírus é que aumentem a transmissibilidade e reduzam a eficiência de vacinas. Por ora, contudo, não há qualquer evidência de que os imunizantes tenham sido afetados e, caso isso aconteça, há ainda a possibilidade de atualização das vacinas, como acontece com a da gripe.

Por outro lado, já foram relatados casos de reinfecção entre pacientes, inclusive na Amazônia.
No caso da variante do Reino Unido, sobre a qual já há mais informações, estima-se uma capacidade de contaminação até 70% maior e recentemente o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, também citou evidências de maior mortalidade.

Já no caso das variantes brasileiras, ainda mais recentemente descobertas, não é possível estimar qual o impacto, por exemplo, na explosão de casos da doença em Manaus. “Precisamos sequenciar muitas outras amostras para ver a frequência dela atualmente, mas eu acredito sim que ela seja um dos fatores [para a exploração de casos no Amazonas”, comenta Felipe Naveca, da Fiocruz Amazônia.
Saiba

Importância da vacinação
Para evitar que novas linhagens surjam e se espalhem, a recomendação da ciência é vacinar e fazer isso o mais depressa possível, atingindo o maior número de pessoas. Não à atoa, recentemente o conselheiro-chefe de medicina da Casa Branca, Anthony Faucy, declarou que as “sinistras” linhagens brasileiras e sul-africana são “mais uma razão para se vacinar o maior número de pessoas possível”. Nesse sentido, uma boa notícia foi dada na segunda-feira, pela Moderna-INC, que declarou que sua vacina contra a Covid-19 produziu anticorpos neutralizantes de vírus em testes de laboratórios contra novas variantes encontradas no Reino Unido e na África do Sul. De toda forma, um reforço na vacina contra a variante sul-africana ainda seria testada, para verificar se isso seria mais eficaz no aumento de anticorpos contra essa e outras variantes futuras.

(Bem Paraná)

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

GOIOERÊ

Rancho Alegre D`Oeste

Juranda

Quarto Centenário

Boa Esperança

Farol

MAIS LIDAS DA SEMANA