Geral
OMS alerta para caso raro de gripe H1N2 no Paraná, com potencial pandêmico
O caso apareceu em uma mulher, funcionária de um matadouro, que tem 22 anos
OMS alerta para caso raro de gripe H1N2 no Paraná, com potencial pandêmico
O caso apareceu em uma mulher, funcionária de um matadouro, que tem 22 anos
Um novo caso de infecção respiratória, com potencial para uma nova pandemia, alertou membros da Organização Mundial da Saúde (OMS), conforme informado nesta sexta-feira (10). De acordo com o Portal UOL, a entidade revelou um caso raro de uma gripe do vírus influenza A(H1N2)v, em uma mulher de 22 anos, na cidade de Ibiporã, no Paraná. A situação foi confirmada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) à OMS, no mês de junho. A vítima foi contaminada em abril, deste ano. No entanto, ela já está recuperada.

Diagnóstico laboratorial de casos suspeitos do novo coronavírus (2019-nCoV), realizado pelo Laboratório de Vírus Respiratório e do Sarampo do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), que atua como Centro de Referência Nacional em Vírus Respiratórios para o Ministério da Saúde

Segundo a OMS, a gripe é transmitida por porcos. A mulher trabalha em um matadouro deste animal no estado. A OMS revelou que sintomas de gripe apareceram na vítima no dia 12 de abril. Dois dias depois, ela procurou um médico. No dia 16, um laboratório paranaense recolheu amostras de secreção respiratória. Algo que, no inicio, era parte de um monitoramento de rotina.
Após identificar um tipo de vírus influenza indeterminado, o laboratório enviou as amostras ao Rio de Janeiro. A Fiocruz, laboratório referência nacional a influenza, apontou, no dia 22 junho, que o caso se tratava do vírus influenza A(H1N2)v. O caso foi reportado a OMS que monitora a situação em todo o mundo.
A OMS, apontou ainda que existem apenas 26 casos conhecidos de influenza A(H1N2)v. Os casos são registrados desde o ano de 2005. A maioria foi de doença branda, como o caso da mulher paranaense. No Brasil, existem dois, sendo que este, é o mais recente no planeta.
Por Redação com UOL
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Dor e rigidez matinal nos dias frios: o que causa e como aliviar na própria cama
Dor e rigidez matinal nos dias frios: o que causa e como aliviar na própria cama
Acordar com a sensação de que o corpo está travado, com os músculos pesados e as articulações resistindo ao menor esforço, é uma queixa muito comum, especialmente durante os meses de outono e inverno.
Acordar com a sensação de que o corpo está travado, com os músculos pesados e as articulações resistindo ao menor esforço, é uma queixa muito comum, especialmente durante os meses de outono e inverno. Essa rigidez temporária é uma resposta natural do organismo ao repouso, potencializada pela queda brusca da temperatura no ambiente. Entender a origem desse desconforto e saber como um simples alongamento na cama pode ajudar a espantar a rigidez do corpo nas manhãs frias é o primeiro passo para começar o dia com mais disposição e menos dor física.

Sinais de que as baixas temperaturas estão afetando sua mobilidade
O desconforto matinal não se manifesta da mesma forma para todas as pessoas, mas costuma seguir um padrão mecânico. Quando o frio afeta o repouso noturno, é comum que o paciente relate os seguintes sintomas assim que abre os olhos:
• Sensação de repuxamento ou tensão na região lombar.
• Dificuldade inicial para dobrar totalmente os joelhos e cotovelos.
• Peso na região do pescoço e dos ombros.
• Pequenos estalos articulares ao dar os primeiros passos até o banheiro.
• Falta de agilidade nas mãos para fechar os dedos com força.
Por que amanhecemos com os músculos tensos no inverno
O travamento do corpo nas manhãs geladas ocorre devido a uma combinação de fatores fisiológicos instintivos. Durante o sono profundo, passamos horas praticamente imóveis, o que reduz a circulação sanguínea periférica. Com o frio intenso, a tendência natural é encolher o corpo sob as cobertas, adotando posições fetais para reter calor. Esse encolhimento gera uma tensão muscular contínua durante a madrugada.
Além da musculatura, as articulações sofrem uma alteração física. O líquido sinovial, que funciona como o “óleo lubrificante” das nossas juntas, tende a ficar mais espesso em temperaturas baixas e em períodos de inatividade. Quando o despertador toca, esse líquido ainda está gelatinoso, exigindo que o corpo faça um esforço maior para se mover, o que traduzimos como sensação de rigidez.
Como diferenciar o travamento comum de uma doença articular
Na rotina de saúde e bem-estar, é fundamental observar o tempo que o corpo leva para recuperar o movimento normal. Para fins de avaliação médica preliminar, a duração da rigidez matinal é um dos principais indicadores de que algo não vai bem.
Se o desconforto e os travamentos duram cerca de dez a quinze minutos e desaparecem completamente após os primeiros passos da manhã ou um banho quente, isso costuma ser apenas uma resposta mecânica do corpo ao frio e à inatividade.
No entanto, se a dificuldade de movimentação persistir por mais de uma hora após acordar, acompanhada de inchaço, vermelhidão ou dor aguda nas juntas, o quadro muda. Esse longo período de travamento é um alerta clássico investigado por reumatologistas para diagnosticar quadros inflamatórios crônicos, como a artrite reumatoide ou graus avançados de osteoartrite.
Movimentos suaves para soltar o corpo antes de levantar
Para contornar o desconforto matinal sem impacto, a recomendação é iniciar uma lubrificação articular gradativa ainda na horizontal. Esses movimentos funcionam como um aquecimento leve que avisa o sistema nervoso de que o período de repouso acabou, promovendo o fluxo sanguíneo local.
• Abraço nos joelhos: Deitado de barriga para cima, puxe lentamente os dois joelhos em direção ao peito e abrace as pernas. Mantenha a posição por trinta segundos, respirando fundo para aliviar a tensão na lombar.
• Torção de tronco deitada: Ainda de barriga para cima, abra os braços em formato de cruz. Dobre os joelhos e deixe que as pernas caiam suavemente para o lado direito, enquanto você olha para o lado esquerdo. Permaneça por alguns segundos e inverta o lado.
• Espreguiçamento total: Estique as pernas até o pé da cama e leve os braços esticados para trás da cabeça. Force um estiramento suave, como se alguém puxasse suas mãos e pés em direções opostas.
• Rotação de tornozelos e punhos: Gire os pés e as mãos em círculos no ar, primeiro para o sentido horário e depois para o anti-horário, para estimular as extremidades do corpo.
Acordar sem pressa e dar ao corpo o tempo necessário para reaquecer as engrenagens articulares previne distensões, contraturas e lesões acidentais logo no início do dia. Vale lembrar que a inserção de movimento na rotina é altamente benéfica, mas dores constantes ou limitantes não devem ser ignoradas ou tratadas apenas com medidas caseiras. Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e não substitui uma consulta médica formal. Se a rigidez matinal estiver afetando sua qualidade de vida, procure a orientação de um ortopedista, reumatologista ou fisioterapeuta para um diagnóstico clínico adequado.
Fonte: Jovem Pan Por Jornal Portal do Paraná

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