PARANÁ|BRASIL
Pai vê filho morrer e fica em estado de choque após caminhão bater em bitrem
Pai vê filho morrer e fica em estado de choque após caminhão bater em bitrem

Acidente ocorreu próximo ao posto da Polícia Rodoviária Federal e causou lentidão no tráfego da BR-277 (Foto PRF)
Um motorista de 26 anos morreu na manhã deste sábado (20) após o caminhão que conduzia atingir a traseira de um bitrem na BR-277, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. O pai dele, que também estava no veículo, ficou gravemente ferido.
A colisão foi registrada no quilômetro 59 da rodovia, no sentido Curitiba, nas proximidades do posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a cerca de um quilômetro da praça de pedágio.
De acordo com as informações apuradas no local, o bitrem estava parado em uma área de desaceleração quando foi atingido pelo outro caminhão. O veículo envolvido no impacto transportava pai e filho.
O jovem conduzia o caminhão no momento da batida. Já o pai, proprietário do veículo, descansava na cama da cabine. Com a força do impacto, ele foi arremessado e sofreu ferimentos graves. O motorista ficou preso às ferragens e morreu no local.
Segundo a PRF, uma das hipóteses consideradas é que o condutor possa ter adormecido ao volante antes da colisão. As circunstâncias do acidente serão apuradas.
O pai da vítima foi socorrido e encaminhado a um hospital de São José dos Pinhais. Conforme relato das equipes de atendimento, ele ficou em estado de choque após presenciar a morte do filho. O motorista do bitrem não sofreu ferimentos, mas também recebeu atendimento devido ao abalo emocional provocado pelo acidente.
Durante o trabalho das equipes de resgate e da PRF, uma faixa da rodovia precisou ser interditada. O bloqueio provocou aproximadamente seis quilômetros de lentidão no trecho.
(Com informações da Banda B)

PARANÁ|BRASIL
Atualização de rebanhos chega a 67% no Paraná; prazo encerra em 30 de junho
Atualização de rebanhos chega a 67% no Paraná; prazo encerra em 30 de junho
A campanha de atualização de rebanhos está na reta final. Há apenas 11 dias da finalização da ação, o número de explorações com o cadastro atualizado no Estado chegou a 67%. Todos os produtores e proprietários de animais de produção, sejam estes de corte, leite ou postura, destinados ao comércio ou à subsistência, devem ser contabilizados junto à Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar). O prazo final para atualizar as informações é 30 de junho.
A iniciativa é da Adapar, mas conta com a parceria de diversas instituições relacionadas à agropecuária paranaense.

Os produtores e proprietários de rebanhos das mais de 182 mil propriedades rurais com cadastro ativo na Adapar que não fizerem a atualização estão sujeitos a autuações, multas e não poderão movimentar seus animais, uma vez que ficam impedidos de emitir a Guia de Trânsito Animal (GTA). A guia é um documento oficial e federal obrigatório para o trânsito intra e interestadual de ovos férteis e embrionados e de animais destinados à cria, recria, engorda, reprodução, abate e participação em eventos de concentração.
É por meio da documentação que os serviços de defesa agropecuária fazem o controle e o rastreio de animais no Estado. Isso evita a introdução de doenças que colocam em risco a população – por serem zoonoses, podendo atingir humanos –, além de causar prejuízos aos produtores, afetando diretamente a economia e o acesso a mercados internacionais.
O chefe do Departamento de Saúde Animal da Adapar, Rafael Gonçalves Dias, afirma que a adesão dos produtores é crucial para a manutenção de um trabalho efetivo no combate a estas doenças. “Essa atualização dos cadastros é importante para que a Adapar possa desenvolver políticas públicas para vigilância e prevenção das principais doenças que estão ocorrendo dentro e fora do Brasil”, diz o veterinário.
Segundo ele, é preciso saber onde os animais estão e a distribuição deles no Estado, o que contribui para um trabalho preventivo em relação às principais doenças com impacto tanto na saúde pública quanto na economia do Paraná. “Entre elas, a febre aftosa, a peste clássica africana e própria influenza viária”, acrescenta.
AÇÕES DESTA EDIÇÃO

Além da divulgação dos prazos em veículos de comunicação especializados e nas redes sociais, a Adapar desenvolveu ações de contato direto com o produtor com as famílias que possuem animais destinados à subsistência. Estão sendo feitas visitas nas propriedades em diversas regiões do Estado.
Além disso, ações voltadas à educação sanitária estão sendo desenvolvidas de forma frequente pelos fiscais e assistentes de fiscalização agropecuária dos escritórios locais da agência espalhados por todo o território paranaense. Os servidores, além das visitas nas propriedades, também ministraram palestras em escolas da rede pública de ensino localizadas em assentamentos e regiões rurais.
COMO ATUALIZAR
A atualização é simples e pode ser feita de forma online, no site da Adapar, ou pelo aplicativo Paraná Agro (Play Store ou AppStore). Quem prefere informar sobre seus animais presencialmente deve comparecer no escritório da Adapar mais próximo, em sindicatos rurais ou nos escritórios de atendimento municipais.
Agência Estadual de Notícias Foto: Arquivo/Agência Brasil
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