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Paraná não terá Lei Seca no primeiro turno das eleições 2026, neste domingo

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Paraná não terá Lei Seca no primeiro turno das eleições 2026, neste domingo

O Paraná não terá Lei Seca durante o primeiro turno das eleições de 2026, que acontece neste domingo (4). A Secretaria Estadual da Segurança Pública (Sesp) tomou a decisão em conjunto com o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PR). A última Lei Seca em eleições no Paraná foi em 2020, quando a população foi às urnas para eleger representantes municipais.

De acordo com nota da Sesp, a decisão de não vetar o consumo de bebidas alcoólicas nas eleições leva em conta o histórico dos últimos pleitos. Nas eleições de 2022 e 2024 também não houve Lei Seca no Paraná e o retrospecto aponta que não há necessidade de adotar a restrição.

Confira a nota da Sesp na íntegra:

“A Secretaria da Segurança Pública do Paraná (Sesp) informa que não prevê a adoção da Lei Seca em todo o Estado durante as eleições deste ano. A decisão considera o histórico dos últimos pleitos realizados sem a medida e o planejamento conjunto das forças de segurança para a eleição. A última aplicação da Lei Seca no Paraná ocorreu em 2020.

Com isso, neste domingo estão liberados a venda, a distribuição e o consumo de bebidas alcoólicas no Paraná. Seja em bares, restaurantes, mercados ou em locais públicos em todo o estado.

Segurança e fiscalização

A Polícia Militar do Paraná (PMPR) estruturou um plano especial de segurança para garantir a tranquilidade nos locais de votação e apuração. O planejamento é um dos elementos que a Sesp aponta como essenciais para que não haja Lei Seca no Estado.

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Porém, mesmo sem a restrição do comércio e do consumo de álcool, a PMPR atuará para coibir excessos e desordens – que envolvam ou não bebidas alcoólicas. E, principalmente, os policiais atuarão para impedir que ocorram crimes eleitorais.

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Lei Seca nos estados

Pelo menos 12 estados terão restrição de venda de bebida alcoólica no primeiro turno das eleições gerais. Alguns também já estenderam a proibição a um possível segundo turno.

Em sete deles, a decisão vale para todo o território do estado, enquanto em outros cinco, a proibição vale apenas para algumas zonas eleitorais, por decisão dos juízos locais. Confira:

– Terão Lei Seca em todo território: Pará, Amazonas, Amapá, Acre, Roraima, Piauí e Maranhão.

– Restrição em zonas específicas nos seguintes estados: Bahia, Tocantins, Sergipe, Mato Grosso e Goiás.

– Estados sem Lei Seca: Paraná, Alagoas, Distrito Federal, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Santa Catarina, Paraíba, Pernambuco, Mato Grosso do Sul e São Paulo.

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– Restrição só se juízes definirem: Rio Grande do Sul e Rondônia.

– Locais indefinidos ou sem resposta: Ceará e Rio Grande do Norte.

 

(Reportagem OBemdito, com Agência Brasil)

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ONS fará operação preventiva para garantir energia durante as eleições

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Por: Luciano Nascimento – repórter da Agência Brasil
ONS fará operação preventiva para garantir energia durante as eleições

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) adotará um monitoramento preventivo, da 0h deste sábado (3) até as 7h de segunda-feira (5), para garantir que não haja interrupções no fornecimento de energia elétrica durante o Primeiro Turno das Eleições 2026, marcado para o próximo domingo (4).

A operação será repetida no segundo turno, em 25 de outubro, com início no dia 24 e término no dia 26.

Entre as medidas, está a solicitação para que as distribuidoras de energia deixem equipes de operação e manutenção de sobreaviso para casos de emergência.

O ONS também pede que sejam evitadas manutenções programadas que envolvam corte de carga ou risco de corte de carga e recomenda a operação do sistema elétrico com fluxos mais reduzidos, de forma a aumentar a segurança.

O diretor-geral do ONS, Marcio Rea, disse que as medidas buscam dar proteção adicional à rede em um momento de grande relevância para o país.

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“Essa atuação preventiva busca preservar a confiabilidade do Sistema Interligado Nacional e garantir que o fornecimento de energia ocorra com estabilidade e segurança durante todo o processo de votação.”

O plano operacional envolve ainda a troca de informações do ONS sobre o desempenho do sistema e eventuais ocorrências com geradores, transmissores e distribuidores de energia, além do Ministério de Minas e Energia, da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs).

Na segunda-feira (5), o ONS deve emitir um relatório com o resumo das informações técnicas sobre o desempenho da rede de operação do sistema elétrico, destacando os fatos relevantes que ocorreram durante a operação.

A iniciativa atende à Resolução nº 001/2005 do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), que define que o ONS deverá propor medidas extras de segurança a fim de garantir o suprimento de energia elétrica em eventos de grande relevância.

 

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