Geral
Homem mata mulher a facadas após ela trocar TV de lugar
Homem mata mulher a facadas após ela trocar TV de lugar
Caso aconteceu na manhã desta sexta-feira em São José, na Grande Florianópolis
Um homem matou a companheira após ela ter mudado a televisão de lugar em sua casa na manhã desta sexta-feira (15), no bairro Bela Vista, em São José, na Grande Florianópolis. O relato foi dado pelo próprio homem após se entregar à polícia.
Segundo o homem, após uma discussão pela troca da televisão, ele foi até um bar do bairro na noite desta quinta-feira (14).

Após consumir cerca de nove latas de cerveja, o homem estrangulou a mulher ao voltar para casa, pela manhã desta sexta-feira (15) e, em seguida, a esfaqueou até a morte.
Após cometer o assassinato, o homem chamou uma vizinha do casal e pediu que ela chamasse a polícia. A polícia compareceu ao local e o prendeu em flagrante.

Canais de denúncia de violência contra a mulher
• Polícia Militar: Ligue 190 (para situação de emergência)
• Polícia Civil: Disque Denúncia 181 (aceita denúncia anônima)
• Ouvidoria das Mulheres do Conselho Nacional do Ministério Público (Canal especializado Conselho Nacional do Ministério Público para recebimento de denúncias relacionadas à violência contra a mulher)
• Telefone: 610 3315-9476 (WhatsApp)
• E-mail: [email protected]
Governo Federal
• Ligue 180 (denúncias e informações sobre violência doméstica) ou acesse pelo WhatsApp.
• Para entrar em contato com o serviço, é preciso adicionar o Ligue 180 no WhatsApp, enviando uma mensagem para o número (61) 9610-0180.
• A atendente virtual, chamada Pagu, irá oferecer várias opções automáticas de ajuda. Mas, a qualquer momento uma atendente da central, composta somente por mulheres, poderá ser acionada.
• O Ligue 180 funciona 24h, todos os dias e em todo o país, sem cobranças para ligações.
Com: ND+ Foto: Divulgação/ND
Geral
‘Minha mãe saiu para trabalhar e nunca mais voltou’: filho cobra respostas um ano após desaparecimento
‘Minha mãe saiu para trabalhar e nunca mais voltou’: filho cobra respostas um ano após desaparecimento em Maringá

Um ano após o desaparecimento de uma moradora de 44 anos, a família ainda convive com a angústia da falta de respostas e espera que a investigação consiga esclarecer o que aconteceu naquele 8 de julho de 2025, quando ela saiu para trabalhar em Maringá e nunca mais retornou para casa.
Cristiane dos Santos Juchem desapareceu na manhã daquela terça-feira após sair para o trabalho na cidade. Desde então, familiares vivem uma rotina marcada pela incerteza, enquanto a Delegacia de Homicídios da Polícia Civil mantém as investigações em andamento.
O último contato com os filhos ocorreu por meio de mensagens enviadas pelo celular da mulher. Na ocasião, Cristiane informou que permaneceria na casa de uma amiga e que tentaria contratar um frete para retirar seus pertences da residência onde morava. No entanto, ela nunca revelou a identidade dessa amiga e nenhum transporte chegou a buscar os objetos.
Segundo a família, Cristiane enfrentava um período delicado na vida pessoal e estava em processo de separação. De acordo com os relatos dos familiares, a decisão de deixar a residência foi tomada após ela descobrir problemas financeiros relacionados ao pagamento do aluguel do imóvel.
A intenção era se mudar para a casa da mãe, em Nova Esperança, município localizado a cerca de 44 quilômetros de Maringá. Dias antes do desaparecimento, ela pediu ajuda aos filhos para organizar seus pertences em caixas, preparando a mudança. O trabalho foi concluído na segunda-feira, 7 de julho de 2025, enquanto Cristiane estava fora de casa. Porém, ela nunca retornou para buscar os objetos.
As últimas mensagens enviadas aos filhos
O filho da desaparecida, Gabriel Santos, relembra que começou a estranhar a ausência da mãe ainda na noite do desaparecimento. “Assim que a minha irmã voltou da escola, nós terminamos de arrumar as coisas, mas minha mãe não respondia às mensagens”, recorda.
Horas depois, a filha recebeu uma mensagem enviada pelo telefone de Cristiane informando que ela permaneceria na casa de uma amiga. O conteúdo, entretanto, não mencionava nome, endereço ou qualquer informação que pudesse indicar onde ela estaria.


Na manhã do dia seguinte, por volta das 8h30, uma nova mensagem foi enviada. Desta vez, Cristiane dizia que continuaria na residência da amiga e que tentaria contratar um frete para retirar os pertences que haviam sido separados pelos filhos. A mensagem também continha um pedido que, desde então, permanece marcado na memória da família: ela pediu para que a filha tivesse “paz no coração”. Depois disso, não houve mais contato.
Publicação na rodoviária e desaparecimento
Pouco antes de desaparecer, uma publicação realizada no perfil da mulher indicava que ela estaria na Rodoviária de Maringá. Após essa postagem, Cristiane deixou de responder mensagens e ligações e nunca mais foi vista.
“Minha mãe estava passando por problemas pessoais e no relacionamento, mas nada que justificasse desaparecer da vida dos filhos e da família”, afirmou Gabriel.
Investigação segue aberta
O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios da Polícia Civil, que ao longo do último ano realizou diversas diligências para tentar esclarecer o desaparecimento.
Em novembro de 2025, equipes realizaram uma varredura na residência onde Cristiane morava antes de desaparecer. Para a operação, foi utilizado um radar capaz de identificar possíveis vestígios enterrados no terreno.

Foto: Ronaldo Vanzo | RPC
Nenhuma evidência foi localizada durante as buscas e, até o momento, não existe confirmação de que a mulher tenha sido vítima de homicídio. Durante os trabalhos, os investigadores encontraram um aparelho celular e um pedaço de cabelo cortado dentro do imóvel. Havia a suspeita de que os materiais pudessem pertencer à desaparecida.
Os resultados das análises desses itens, porém, nunca foram divulgados oficialmente. O ex-marido de Cristiane prestou depoimento durante as investigações. Embora tenham sido apontadas divergências em suas declarações, ele não foi formalmente apontado pela polícia como suspeito pelo desaparecimento.
Família não perde a esperança
Um ano depois, a dor da ausência continua presente na rotina dos familiares, que seguem aguardando respostas e cobrando esclarecimentos sobre o caso. “Foi um ano de muita aflição, mas a família da minha mãe não desistiu de descobrir a verdade e queria justiça”, afirmou Gabriel.
Foto: Ronaldo Vanzo | RPC
Por Thiago Danezi / GMC
-
Geral2 anos atrásPRF aponta alta de mortes e lesões nas rodovias federais paranaenses em 2024
-
GOIOERÊ1 ano atrás -
GOIOERÊ1 ano atrásO Presidente da ACIG, Alexandre Cândido convida a todos de Goioerê e Região para o “Goioerê Liquida”, que começa nesta quinta-feira, 13/03/2025. [Vídeo].
-
GOIOERÊ1 ano atrásGoioerê bem representado: Fernando Moura recebeu a Menção Honrosa Louvor e Congratulações da Assembleia Legislativa do Paraná
-
RANCHO ALEGRE D'OESTE1 ano atrásRancho Alegre D’oeste: onças, jaguatiricas e raposas – reflorestamento realizado a mais de 20 anos traz de volta animais que corriam risco de extinção
-
BOA ESPERANÇA3 anos atrásDe Cigarrinhos Pan a Pirulito Zorro: que fim levaram os doces da infância dos anos 1980?
-
Janiópolis3 anos atrásJuranda: Lucas, que teve milagre reconhecido pelo papa, se prepara para o vestibular de Medicina
-
GOIOERÊ2 anos atrásORTIGARA ENTREGA OFICIALMENTE À GOIOERÊ A CERTIFICAÇÃO DO SELO SUSAF



