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Identificado motorista de carreta que morreu em capotamento entre Ivaté e Icaraíma

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O motorista que morreu após o capotamento de uma carreta canavieira na PR-082, entre Ivaté e Icaraíma, foi identificado como Eduardo de Barros, de 54 anos. Ele era natural de São Paulo e possivelmente era morador de Mato Grosso do Sul nos dias atuais.

O acidente aconteceu no início da tarde desta terça-feira (14), em um trecho de reta da rodovia. A carreta capotou e tombou em uma área de mata às margens da PR-082, deixando o condutor preso às ferragens da cabine.

Equipes do Corpo de Bombeiros foram acionadas e confirmaram o óbito no local. A ocorrência também mobilizou helicóptero e ambulância avançada do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência).

Peritos da Polícia Científica do Paraná, por meio do Instituto Médico Legal, realizaram a perícia e a remoção do corpo. A Polícia Rodoviária Estadual deve apurar as circunstâncias do acidente.

A equipe de reportagem entrou em contato com a assessoria de comunicação da Usina Santa Terezinha para verificar se o motorista seria um funcionário da empresa ou se trabalharia como terceirizado. Confira abaixo a nota na íntegra:

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“Nota Oficial
A Usina Santa Terezinha manifesta profundo pesar pela fatalidade ocorrida nesta terça-feira (14/04), no município de Ivaté/PR, e se solidariza com os familiares e colegas do motorista profissional de empresa prestadora de serviços envolvido na ocorrência, ao passo que permanece à disposição das autoridades competentes, colaborando, de forma transparente e no que for possível, para a completa apuração dos fatos.

(Com imagens de Danilo Martins/OBemdito)

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Merenda será avaliada por alunos em todas as escolas da rede estadual do Paraná

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Após duas edições experimentais que contribuíram para o aprimoramento da iniciativa, o novo Projeto Prato Cheio chega com o objetivo de consolidar a participação direta dos estudantes na melhoria da alimentação oferecida nas escolas. A proposta é utilizar as respostas para orientar ajustes no cardápio e aperfeiçoar o serviço de forma contínua.

O projeto é da Secretaria da Educação do Paraná (Seed-PR), coordenado pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Educacional (Fundepar). A avaliação começa nesta quarta-feira (15) e será feita por meio de um questionário online que reúne seis perguntas objetivas, leva cerca de um minuto para ser respondido e aborda aspectos como variedade das refeições, higiene e limpeza do local de preparação, aparência da comida servida e quantidade oferecida. As respostas seguem uma escala padronizada que varia de péssima a excelente, passando por ruim, regular e boa.

Para o secretário estadual da Educação (Seed-PR), Roni Miranda, a ação cria um canal direto de escuta dos estudantes e fortalece a gestão da alimentação escolar com base em dados. “Nosso objetivo é garantir qualidade, variedade e um ambiente adequado em todas as escolas.”, afirma.

O projeto ocorre ao longo do ano, com aplicação de pesquisas semestrais. A primeira fase acontece entre 15 de abril e 15 de maio, enquanto a segunda será entre 1º e 30 de outubro. O resultado consolidado será divulgado em janeiro do próximo ano. Entre as metas de acompanhamento estão a participação de mais de 70% das escolas e a validação de mais de 60% dos questionários após os dois ciclos de aplicação.

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PERCEPÇÃO – A iniciativa busca qualificar as pautas alimentares, aprimorar os cardápios e melhorar os serviços ofertados. Também pretende diagnosticar a percepção dos estudantes sobre a merenda, subsidiar ajustes com base no paladar dos alunos e apontar eventuais demandas de aprimoramento técnico das merendeiras.

Os dados vão orientar mudanças concretas no cardápio e na execução da merenda escolar. “A pesquisa permite ajustes mais precisos e eleva ainda mais a qualidade da alimentação escolar, de acordo com os gostos e as realidades das escolas”, explica a chefe da Divisão de Planejamento da Alimentação Escolar do Fundepar, Rosangela Slomski Oliveira,

ALIMENTAÇÃO E APRENDIZAGEM – Alinhado às diretrizes do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), o Projeto Prato Cheio reforça o papel da merenda como política pública de nutrição e educação. Ao incorporar a avaliação dos estudantes, a iniciativa amplia o controle de qualidade e orienta ajustes nos cardápios com base na experiência real dos alunos.

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