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Paraná fecha primeiro trimestre de 2026 com 53,4 mil novas empresas, alta de 16,1%

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O Paraná fechou o primeiro trimestre de 2026 com saldo positivo na abertura de novas empresas. Foram 53.473 novos negócios em operação no Estado de janeiro a março, crescimento de 16,16% na comparação com o acumulado dos primeiros três meses de 2025, de acordo com o relatório da Junta Comercial do Paraná (Jucepar), divulgado nesta segunda-feira (13).

O saldo é resultado de 114.487 empresas abertas, contra 61.014 baixadas no período. Em 2025, o saldo também foi positivo, de 46.032 (7.441 a menos que o resultado deste ano), resultado de 103.536 aberturas contra 57.504 fechamentos. Somente no mês de março, foram 19.546 novas empresas em funcionamento em todo o Estado, melhor resultado do ano, ante 17.220 de janeiro e 16.707 de fevereiro.

Com isso, o Paraná chegou a um total de 2.032.624 empresas ativas, sendo 1.948.015 matrizes e 84.609 filiais. No primeiro trimestre de 2025, eram 1.818.625 negócios ativos, ou seja, o número de 2026 é 11,77% superior ao do ano passado.

NATUREZA JURÍDICA – De janeiro a março, a natureza jurídica com o maior número absoluto de aberturas foi Microempreendedor Individual (MEI), com 82.982; seguido por LTDA, com 29.794, e Empresário, com 1.145. Em termos de variação percentual, a maior alta foi de Consórcio, de 89,29% – passando de 28 em 2025 para 53 em 2026. As Cooperativas também tiveram resultado expressivo, com crescimento de 61,90% (de 42 para 68). Confira AQUI o relatório de Aberturas e Baixas de Empresas no Paraná.

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BAIXO RISCO – Entre os fatores que ajudam a explicar esse crescimento estão políticas de simplificação administrativa como o programa Descomplica Paraná, criado em 2019 para facilitar a abertura, alteração e encerramento de empresas. O objetivo é promover uma liberação mais rápida do CNPJ e autorizações para empresas de baixo risco, que podem ser concluídas em menos de 24 horas. Para isso, foram criadas soluções para simplificar o fechamento de empresas e a atuação de um comitê permanente de desburocratização com participação da sociedade civil.

Parte dessa desburocratização passa também pelo Selo de Baixo Risco, que possui 975 atividades econômicas dispensadas de alvará e licenças. Foram beneficiadas no primeiro trimestre 10.323 novas empresas e filiais, cerca de 32,77% do que foi aberto no Estado (com exceção de MEIs), além de 7.357 alterações de empresas, totalizando 17.680. As cidades de Curitiba (4.486), Maringá (1.757) e Londrina (1.355) foram as que tiveram o maior número de empresas beneficiadas com o Selo.

 

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Merenda será avaliada por alunos em todas as escolas da rede estadual do Paraná

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Após duas edições experimentais que contribuíram para o aprimoramento da iniciativa, o novo Projeto Prato Cheio chega com o objetivo de consolidar a participação direta dos estudantes na melhoria da alimentação oferecida nas escolas. A proposta é utilizar as respostas para orientar ajustes no cardápio e aperfeiçoar o serviço de forma contínua.

O projeto é da Secretaria da Educação do Paraná (Seed-PR), coordenado pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Educacional (Fundepar). A avaliação começa nesta quarta-feira (15) e será feita por meio de um questionário online que reúne seis perguntas objetivas, leva cerca de um minuto para ser respondido e aborda aspectos como variedade das refeições, higiene e limpeza do local de preparação, aparência da comida servida e quantidade oferecida. As respostas seguem uma escala padronizada que varia de péssima a excelente, passando por ruim, regular e boa.

Para o secretário estadual da Educação (Seed-PR), Roni Miranda, a ação cria um canal direto de escuta dos estudantes e fortalece a gestão da alimentação escolar com base em dados. “Nosso objetivo é garantir qualidade, variedade e um ambiente adequado em todas as escolas.”, afirma.

O projeto ocorre ao longo do ano, com aplicação de pesquisas semestrais. A primeira fase acontece entre 15 de abril e 15 de maio, enquanto a segunda será entre 1º e 30 de outubro. O resultado consolidado será divulgado em janeiro do próximo ano. Entre as metas de acompanhamento estão a participação de mais de 70% das escolas e a validação de mais de 60% dos questionários após os dois ciclos de aplicação.

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PERCEPÇÃO – A iniciativa busca qualificar as pautas alimentares, aprimorar os cardápios e melhorar os serviços ofertados. Também pretende diagnosticar a percepção dos estudantes sobre a merenda, subsidiar ajustes com base no paladar dos alunos e apontar eventuais demandas de aprimoramento técnico das merendeiras.

Os dados vão orientar mudanças concretas no cardápio e na execução da merenda escolar. “A pesquisa permite ajustes mais precisos e eleva ainda mais a qualidade da alimentação escolar, de acordo com os gostos e as realidades das escolas”, explica a chefe da Divisão de Planejamento da Alimentação Escolar do Fundepar, Rosangela Slomski Oliveira,

ALIMENTAÇÃO E APRENDIZAGEM – Alinhado às diretrizes do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), o Projeto Prato Cheio reforça o papel da merenda como política pública de nutrição e educação. Ao incorporar a avaliação dos estudantes, a iniciativa amplia o controle de qualidade e orienta ajustes nos cardápios com base na experiência real dos alunos.

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