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Policial militar morre após ficar preso às ferragens em colisão frontal. Gustavo Sarabia, de 39 anos

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Policial militar morre após ficar preso às ferragens em colisão frontal na PR-317, entre Maringá e Iguaraçu

O policial militar Gustavo Sarabia, de 39 anos, morreu na noite desta quarta-feira, 8, após um grave acidente de trânsito na PR-317, entre Maringá e Iguaraçu, no norte do Paraná. A colisão frontal foi registrada por volta das 22h40.


O policial militar Gustavo Sarabia, de 39 anos, morreu na noite desta quarta-feira, 8, após um grave acidente de trânsito na PR-317, entre Maringá e Iguaraçu. Foto: Reprodução
Segundo a Polícia Rodoviária Estadual (PRE), Gustavo conduzia um Volkswagen Parati no sentido Iguaraçu a Maringá quando, por circunstâncias que ainda serão apuradas, o veículo colidiu frontalmente contra um Ford Fusion, que trafegava no sentido contrário.
Com a violência do impacto, o policial ficou preso às ferragens. Equipes do Corpo de Bombeiros utilizaram equipamentos de desencarceramento para cortar a estrutura do veículo e retirar a vítima, mas Gustavo morreu ainda no local.
Os ocupantes do Ford Fusion sofreram ferimentos e foram socorridos pelas equipes de emergência. O motorista realizou o teste do bafômetro, que apontou resultado de 0,00 mg/L para ingestão de álcool. Após os procedimentos, ele foi liberado pela autoridade policial e deverá ser intimado pela Polícia Civil para prestar depoimento.
Após a perícia realizada pela Polícia Científica, o corpo do policial militar foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Maringá. O Volkswagen Parati foi recolhido ao pátio do Departamento de Polícia Militar de Iguaraçu.
A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar as circunstâncias e as causas da colisão.
GMC

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PARANÁ|BRASIL

Ancelotti lamenta eliminação e já projeta novo ciclo: “Não é o fim”

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Ancelotti lamenta eliminação e já projeta novo ciclo: “Não é o fim”

Lincoln Chaves – repórter da EBC

O técnico Carlo Ancelotti avaliou que o Brasil merecia ter saído vencedor da partida deste domingo (5), contra a Noruega. A derrota por 2 a 1 em Nova Jersey (Estados Unidos), com dois gols do atacante Erling Haaland, eliminou a seleção brasileira da Copa do Mundo nas oitavas de final, a pior campanha desde 1990.

“Estamos muito tristes pelo resultado, mas [a Copa] foi uma experiência bonita, com um bom grupo. Quero agradecer aos jogadores, que trabalharam bem, criaram um bom ambiente. Mas no esporte, nem tudo sai perfeito. Acho que [pelo] esforço de hoje não merecia perder, mas temos de reconhecer, também, que a equipe rival tem, como já disse, jogadores muito bons e que fizeram a diferença”, disse o treinador, em entrevista coletiva.

Apesar de ter criado oportunidades, o Brasil não as transformou em gols, desperdiçando, inclusive, um pênalti no começo do primeiro tempo, com o volante Bruno Guimarães. Ao longo da partida, a seleção brasileira adotou uma postura de sair no contra-ataque, com a posse de bola dominada pela Noruega. A equipe nórdica trocou praticamente o dobro de passes (581 a 291) em relação à verde e amarela.

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“O jogo de hoje me parecia controlado. Tivemos oportunidades. Era complicado fazer uma pressão alta [marcar desde a saída de bola] porque, na Noruega, o [meia Martin] Odegaard recuava muito, então era um risco para deixar o Haaland no um contra um”, explicou Ancelotti.

“Eles tentaram manter a intensidade do jogo com a posse da bola. Nós, durante 70 minutos, tivemos o jogo sob controle. Mas o Haaland acabou decidindo”, completou o técnico.

O treinador foi perguntado sobre a escolha de Bruno Guimarães para bater o pênalti no primeiro tempo, quando o placar estava 0 a 0. O questionamento se deu pela opção não ter sido o atacante Vinícius Júnior. Segundo ele, dentre os jogadores que estavam em campo, o volante era quem tinha melhor aproveitamento.

“Fizemos uma estatística de um ano, dos [jogadores] rivais e dos nossos. O melhor [em cobranças de pênalti] era Neymar. Daí [os também atacantes] Igor Thiago, Raphinha e depois o Bruno Guimarães. E depois o [atacante Gabriel] Martinelli. Pensamos no que era melhor em campo”, justificou o italiano.

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Novo ciclo

Com contrato até 2030, renovado antes da Copa, Ancelotti já vislumbra o próximo Mundial, com sedes em Portugal, Espanha e Marrocos.

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) não confirmou ainda, mas a federação da Austrália anunciou dois amistosos, no país, contra a seleção canarinho para os dias 25 e 29 de setembro, nas cidades de Townsville e Brisbane.

“Agora temos que manejar a tristeza e depois pensar no que pode ser o futuro desta seleção, que tem um grupo sólido de jovens, outros mais veteranos que podem continuar e jogadores que podem entrar. Quando passamos por um momento assim, temos de pensar que uma derrota é também um começo. Temos de seguir melhorando. Não é o fim. É o início de um novo ciclo”, concluiu o técnico.

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